Coração de Sião

Coração de Sião - Junho de 2015

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CORPO E SANGUE DE CRISTO (CORPUS CHRISTI) 

“A vida do homem é povoada de presenças: presenças visíveis e próximas como a de uma mãe que cuida de seu filho que brinca ou repousa; presenças invisíveis como a de duas pessoas que se amam, pensam uma na outra e se encontram, superando a distância e a separação do corpo; presenças que proporcionam paz, satisfação, segurança e presenças tempestuosas, perturbadoras, que são como uma ameaça...

No plano da vivência humana profunda, o homem faz a experiência singular de uma presença misteriosa mas real, que atinge o centro do seu ser; uma presença que inspira um inefável sentimento de confiança e segurança e que do seu íntimo o chama. (...) A presença de Deus no meio de nós assumiu, na história, a forma visível e tangível de Jesus, imagem visível do Deus invisível, revelador do mistério do Pai. (...) Depois da Ascensão, que o subtrai à experiência sensível dos homens, a presença de Jesus muda de sinal mas não muda a realidade. Ele continua e se dá sob o sinal do pão partido e do vinho, nos quais oferece seu Corpo como alimento e seu Sangue como bebida de salvação e de vida.

Ele permanece conosco até o fim do mundo.” (Fonte: Missal Cotidiano, Paulus Editora, pág.494)

Jesus disse à Santa Margarida Maria Alacoque, divulgadora da devoção ao Sagrado Coração: “Tenho sede ardente de ser amado pelos homens no Santíssimo Sacramento... Minha filha, teu desejo penetrou de tal forma no meu coração, que se eu não tivesse instituído este Sacramento de amor, instituí-lo-ia agora por amor a ti, para ter o prazer de morar em tua alma e descansar amorosamente no teu coração.”

“Já se aproxima o feliz instante, ó Jesus, em que haveis de visitar a minha alma e unir-Vos ao meu coração. Parece-me que a mim também dirigis o amoroso convite com que chamáreis vossa Margarida para que se alimentasse do maná celeste! Ó Jesus, tão somente o vosso Coração, que é o Coração de Deus, tão somente o vosso Amor, que é o Amor dos amores podia falar assim às criaturas. (...) Ó Coração de meu Jesus, eu fico confundido por tanta humilhação da vossa parte, por tanto amor entranhado consagrado às almas. Como a parábola dos convidados à ceia, na qual tomaram parte os mendigos, os cegos, os coxos, os desvalidos e em suma todos, sem distinção alguma, assim também em Vós não excluís a ninguém da vossa Grande Promessa [veja quadro no verso deste folheto]. A este favor bem podereis atender, tratando-se de almas fervorosas, mas com outras almas frias e pecadoras, como é que podereis sustentar a Vossa Promessa? O Vosso Coração me responde dizendo: “Os pecadores acharão no meu Coração a fonte perene, o oceano infinito da misericórdia... Os frios se tornarão fervorosos... Os fervorosos hão de chegar a uma grande perfeição...” Ó Jesus de minha alma, quem não Vos amará depois de saber até que ponto chegou o Vosso amor pelas almas? (...)” (Fonte: A Grande Promessa, Ed. Loyola, pág.14/15)


INTENÇÕES DO MÊS

Coloquemos como intenção deste mês a vida de nossos padres. Neste mês, teremos entre tantas festas a Solenidade de Corpus Christi, cuja instituição (da Eucaristia) aconteceu na quinta-feira Santa, em clima de penitência, já nesta Solenidade do Santíssimo Corpo e do Preciosíssimo Sangue de Nosso Senhor Jesus Cristo,  a Eucaristia é comemorada em clima festivo,  em clima de alegria.

São Tomás de Aquino focalizava o tríplice aspecto, segundo os seguintes ponto de vista: do passado,  Memorial da Paixão de Cristo verdadeiro sacrifício; do presente, Sacramento da unidade de Cristo com os homens; do futuro, sinal prefigurativo (símbolo) do “gozo da divindade”.

Portanto, diante das constantes perseguições e calúnias dirigidas à pessoa dos padres, vemos a necessidade de orarmos por eles e por nossos bispos e diáconos, como também pela fecundidade de seu ministério e pelos frutos destes para o Reino de Deus, pois o nosso “inimigo” não satisfeito, não se cansa de gastar munições com eles.

Pela perseverança dos que são fiéis à sua santa vocação e pelo reerguimento daqueles que, num momento de fraqueza, decaíram da graça, intensifiquemos nossas súplicas e intercessão. Engajemo-nos na defesa permanente da reputação de nossos padres, pois a instituição do Sacerdócio por Cristo é uma verdade indiscutível e também uma bênção da qual não podemos prescindir: sem suas mãos sacerdotais, não haveria para nós a Sagrada Eucaristia, Corpo e Sangue de Cristo, suma riqueza e sumo bem da Igreja, e nenhum dos demais sacramentos! Acolhamos e amemos este régio presente do Senhor para nós: o sacerdote validamente ordenado.  

Sagrado Coração de Jesus, eu espero e confio em Vós!


REZEMOS 

      Eis a Grande Promessa que o próprio Jesus revelou a Santa Margarida Maria Alacoque: “No Excesso da misericórdia do meu amor onipotente concederei a todos os que comungarem em nove primeiras sextas-feiras de nove meses consecutivos a graça da penitência final, não morrendo eles no meu desagrado, tampouco sem receberem os sacramentos; e o meu Coração será para ele asilo seguro em seus transes extremos”.

Para merecer a graça da Grande Promessa é necessário: 1º receber nove vezes a Santa Comunhão; 2º na primeira sexta-feira de cada mês; 3º e isto por nove meses consecutivos; 4º aproximar-se da Sagrada Mesa, não só em estado de graça [com a confissão sacramental em dia!] e sem más intenções, mas também com a intenção de honrar de modo especial o Sagrado Coração de Jesus, que pediu estas comunhões em reparação da ingratidão e do abandono de que é vítima por parte de tantas almas; 5º renovar em cada comunhão a intenção de cumprir a devoção das nove sextas-feiras, a fim de obter o fruto da Grande Promessa, isto é, da penitência final.

Jesus, manso e humilde de coração, fazei o nosso coração semelhante ao Vosso!

 

ATENÇÃO: Esta pia devoção NÃO SUBSTITUI a participação frequente nas missas dominicais, preceito do Senhor.

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Coração de Sião - Maio de 2015

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POR MARIA, BRILHE NO TEU CORAÇÃO A LUZ DE CRISTO!

Estamos no tempo pascal, chegamos ao mês de Maria, mulher escolhida, separada e preparada para conceber Aquele que é a Luz.

Na Vigília Pascal, o Círio é aceso com o fogo novo, que na liturgia é Cristo que veio limpar o mundo do pecado, da desesperança, do ódio, pregando e instaurando o Reino de Deus (Mt 3,11; Mt 13,40; Lc 12,49; Hb 12,29). O círio, simbolizando Cristo ressuscitado, é apresentado como uma grande coluna de fogo para guiar e iluminar a humanidade (Ex 13,21).

Maria concebeu o Cristo, fogo novo, luz que ilumina a vida do cristão para que ele não caia nas trevas da desesperança, da vida sem sentido, do egoísmo e da maldade (Jo 8,12; Rm 2,19; Lc 8,16).

Vejamos que o mês de maio nos remete a Nossa Senhora, Rainha da Luz, em decorrência de muitas festas e divertimentos, de um período antigo e de heranças europeia.

No mundo pagão, por exemplo, acontecia a Florencia, uma grande festa em honra da deusa Flora Mater, como a deusa da vegetação. Em diversos países da Europa, estas festas ainda são celebradas para homenagear o reflorescimento da natureza, visto que lá, neste período é a Estação da Primavera.

No mundo cristão, como tentativa de corrigir os excessos e abusos de grandes e muitas festas, a partir do século XIII, a figura de Maria começa a ser associada ao mês de maio. O primeiro a dar este importante passo celebrativo, foi o rei Afonso X, rei de Castela e León, na Espanha. A partir de então, começam a surgir práticas devocionais no sentido de homenagear a Virgem Santíssima. Aos poucos, o mês vai tomando um aspecto mariano que se consolida no séc. XVIII, com a publicação de obras como a do padre jesuíta A. Dionisi, que pode ser considerado o iniciador do mês mariano no sentido moderno.

É importante observar que o mês de maio é dedicado a Maria apenas no Ocidente, pois para a Igreja do Oriente, o mês mariano por excelência é agosto, quando se celebra a Festa da Dormição de Nossa Senhora (Assunção de Nossa Senhora).

Somos muito pobres e miseráveis, se nos dissabores da nossa caminhada terrena não tivermos Maria, como uma Mãe sempre protetora e solícita. É só lembrar a cena evangélica das bodas em Caná da Galileia. Foi por um discretíssimo pedido de sua Mãe, que Jesus opera seu primeiro milagre, quando transformou vários barris de água em vinho da melhor qualidade.

Na Igreja, as confidências, que a mente e o coração de um sacerdote guardam, relatam as graças abundantes do céu vindas pela intercessão de Maria Santíssima, em favor das mães que imploram por seus filhos. Esta solicitude da Mãe de Jesus por nós cristãos, é descrita de uma maneira muito colorida pelos poetas, que têm o carisma de dizer as coisas com graça e beleza, que só Deus lhes pode conceder.

Fonte - http://www.acidigital.com/fiestas/pascoa/cirio.htm - - http://formacao.cancaonova.com/diversos/simbolos-da-pascoa/


INTENÇÕES DO MÊS

Neste mês em que contemplamos a presença feminina de Maria, como modelo de mulher, esposa e mãe, observando as palavras do Santo Padre o Papa Francisco na catequese de quarta-feira dia 22 de abril: “No livro do Gênesis, lemos que inicialmente Adão, o primeiro homem, sentia-se sozinho, mesmo vivendo cercado de tantos animais. Querendo pôr remédio à sua solidão, Deus lhe apresenta a mulher, que o homem acolhe exultante, como um ser igual. Com a imagem bíblica da costela de Adão, da qual Eva é plasmada por Deus, não se quer afirmar uma inferioridade da mulher ― ela não é uma réplica do homem ―, mas expressa uma reciprocidade entre eles: possuem a mesma natureza e são complementares. Contudo, por sugestão do maligno, os dois são tentados pelo delírio da onipotência e desobedecem a Deus. Este pecado rompe a harmonia que existia entre eles, gerando desconfiança, divisão, prepotência. Machismo, instrumentalização do corpo feminino e recusa a viver uma aliança, na diferença e complementaridade, entre o homem e a mulher são consequências dessa desarmonia. Porém, Deus não abandona o homem e a mulher após o pecado: a exemplo de Deus, também os cristãos devem buscar curar as feridas nas relações e recuperar o valor do matrimônio e da família”.

Então peçamos a interseção de Nossa Senhora pela valorização de todas as mulheres e famílias.

Que a Graça de Deus e Sua Alegria possam ser plenas em cada ser humano!

Sagrado Coração de Jesus, eu espero e confio em Vós!


REZEMOS

 Rezemos com Nossa Senhora: “A minha alma glorifica ao Senhor, meu espírito exulta de alegria em Deus, meu Salvador, porque olhou para a humildade de sua pobre serva. Por isso, desde agora me proclamarão bem-aventurada todas as gerações, porque realizou em mim maravilhas, Aquele que é poderoso e cujo nome é Santo. Sua misericórdia se estende, de geração em geração, sobre os que o temem. Manifestou o poder do seu braço: desconcertou os corações dos soberbos. Derrubou do trono os poderosos exaltou os humildes. Saciou de bens os indigentes e despediu de mãos vazias os ricos. Acolheu a Israel, seu servo, lembrado da sua misericórdia, conforme prometera a nossos pais, em favor de Abraão e sua posteridade, para sempre” (Lc 1, 46 - 56). 

Ó Maria concebida sem pecado, rogai por nós que recorremos a vós!  

Jesus, manso e humilde de coração, fazei o meu coração semelhante ao Teu!

1 Pai Nosso; 1 Ave Maria; 1 Glória.

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Coração de Sião - Abril de 2015

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CRISTO, SOFREU POR TODOS NÓS! 

Nas primeiras sextas-feiras de cada mês Igreja faz memória ao Sagrado Coração de Jesus, neste mês de abril de 2015, celebramos a Paixão de Nosso Senhor revivendo o dia em que seu Sagrado Coração parou de pulsar, e os que estavam aos pés da Cruz “viram que Jesus estava morto, não lhe quebraram as pernas, mas um dos soldados traspassou-lhe o lado com uma lança, e logo saiu sangue e água”. (cf. Jo 19, 33-34).

Ao nos deparamos com o sofrimento de Jesus, o sofrer humano passa a ter sentido: padecer dores físicas ou morais; o que devemos suportar com paciência, transcendendo diante do sofrimento, pois foi através do sofrimento que nos foi conquistada a nossa Salvação.

São João Paulo II escreveu: “O sofrimento de Deus crucificado não é apenas uma forma de sofrimento ao lado das outras... Cristo, sofrendo por todos nós, conferiu um novo sentido ao sofrimento, introduziu-o numa nova dimensão, numa nova ordem: a do amor... A paixão de Cristo na Cruz deu um sentido radicalmente novo ao sofrimento, transformou-o a partir de dentro... É o sofrimento que arde e consome o mal com a chama do amor... Todo o sofrimento humano, toda a dor, toda a enfermidade encerra uma promessa de salvação... O mal... existe no mundo também para despertar em nós o amor, que é dom de si... a quem é visitado pelo sofrimento... Cristo é o Redentor do mundo: 'Fomos curados pelas suas chagas' (Is 53, 5)”.

Na Quaresma nos são propostos pela Igreja exercícios de piedade, um deles é a Via Sacra, que nos leva a contemplar e meditar a Paixão de Cristo, o caminho de dor, mas também rota de esperança e de vitória certa.

Apesar de ser esta proposta de dor, passando pelo sofrer de Cristo, “Deus nos quer contentes, para isto é preciso que façamos a nossa parte, aquilo que nos é possível e então seremos felizes, felicíssimos, ainda que em momento nenhum nos falte a Cruz.

A cruz não é um patíbulo, e sim o trono onde reina Cristo e ao seu lado Maria, sua Mãe e nossa também.

Precisamos ter a certeza que a Virgem Santa nos alcançará a fortaleza de que necessitamos para caminharmos com decisão, seguindo seu Filho.” (cf. Amigos de Deus, 141)

A Quaresma é um período, no Ano Litúrgico, forte de revisão de vida, de conversão em preparação para a Páscoa. Pois é “no mistério pascal, que Cristo deu início à união com o homem na comunidade da Igreja. O mistério da Igreja exprime-se nisto: a partir do ato em que alguém recebe o Batismo, que configura a Cristo, e depois mediante o seu Sacrifício - sacramentalmente mediante a Eucaristia - a Igreja edifica-se espiritualmente, sem cessar, como Corpo de Cristo. Neste Corpo, Cristo quer estar unido a todos os homens, e está unido de modo especial àqueles que sofrem. De fato, aquele que sofre em união com Cristo - assim como o Apóstolo Paulo suportava as suas 'tribulações' em união a Cristo - não só recebe de Cristo a força de que necessita, mas 'completa' também com o seu sofrimento 'aquilo que falta aos sofrimentos de Cristo'” (cf. Carta Apostólica - Salvifici Doloris nº 24).


INTENÇÕES DO MÊS

Neste ano para a Quaresma, os bispos do Brasil, através da CNBB nos propôs como tema para a Campanha da Fraternidade: “Fraternidade: Igreja e Sociedade”, e o lema “Eu vim para servir” (cf. Mc 10,45). A conversão, a mudança de vida que a Quaresma possibilita, é um itinerário de libertação pessoal, comunitário e social. A Campanha vai ajudar-nos a “aprofundar, à luz do Evangelho, o diálogo e a colaboração entre a Igreja e a sociedade, propostos pelo Concílio Ecumênico Vaticano II, como serviço ao povo brasileiro, para a edificação do Reino de Deus”.

O Coração de Sião deste mês nos apresenta como tema: “Cristo, sofreu por todos nós!”. O texto nos apresenta um pouco sobre o valor do sofrimento, porém, para que possamos suportar e até mesmo superar os sofrimentos, independente das causas, é preciso que estejamos ligados Àquele que sofreu tudo por nós, até a última gota de seu preciosíssimo Sangue.

Que neste mês, em nossas intenções estejam todos os que estão sofrendo, mas rezemos, sobretudo por aqueles que sofrem por ainda não conhecerem a Jesus ou ainda, por não o aceitarem como Senhor de suas vidas, pois Ele é quem pode aliviar as dores mais profundas, as da alma.

Que a Graça de Deus e Sua Alegria possam ser plenas em cada ser humano!

Sagrado Coração de Jesus, eu espero e confio em Vós! 


REZEMOS 

A Semana Santa e de modo mais intenso o Tríduo Pascal nos levam a revivermos a Paixão, Morte e Ressurreição de Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo, que tem o seu ápice na Sua Vitória sobre o pecado e a morte e também sobre toda a forma de sofrimento.

Nosso Senhor, Jesus Cristo, em sua Cruz assumiu todo o mal para nossa libertação.

Rezemos também a Ele suplicando por nossa conversão e pela conversão de todos aqueles que sofrem, seja qual for o motivo. Que Ele nos ensine a oferecer toda a nossa dor pela conversão da humanidade.

Através do Salmo 21, apresentemos ao Senhor o nosso sofrimento e o daqueles por quem estivermos rezando: “Riem de mim todos aqueles que me veem, torcem os lábios e sacodem a cabeça; 'Ao Senhor se confiou, ele o liberte e agora o salve, se é verdade que ele o ama!' Cães numerosos me rodeiam furiosos, e por um bando de malvados fui cercado. Transpassaram minhas mãos e os meus pés e eu posso contar todos os meus ossos. Eles repartem entre si as minhas vestes e sorteiam entre si a minha túnica. Vós, porem, ó meu Senhor, não fiqueis longe, ó minha força, vinde logo em meu socorro! Anunciarei o vosso nome a meus irmãos e no meio da assembléia hei de louvar-vos! Vós que temeis ao Senhor Deus, dá-lhe louvores, glorificai-o, descendentes de Jacó, e respeitai-o, toda raça de Israel!”

Jesus, manso e humilde de coração, fazei o meu coração semelhante ao Teu!

1 Pai Nosso; 1 Ave Maria; 1 Glória.

 

 

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