Coração de Sião

Coração de Sião - Novembro de 2016

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“Subir com o Cristo”

Chegamos a novembro, mês que inicia com a celebração de todos os santos e a comemoração de todos os Fiéis Defuntos.

Tratando da questão dos Fiéis Defuntos, a Igreja nos apresenta um documento sobre a questão do sepultamento de defuntos e a conservação de cinzas em caso de cremação, elaborado pela Congregação para a Doutrina da Fé, presidida pelo Cardeal Gerhard Müller.

Nas novas normas incluídas na instrução com o título “Ad resurgendum cum Christo” (Subir com o Cristo) são proibidas algumas práticas, que são amplamente difundidas na atualidade entre os católicos, como a conservação das cinzas em casa, jogar as cinzas do defunto no mar ou usá-las para fazer lembrancinhas. A Congregação para a Doutrina da Fé também assinala que está totalmente proibida “somente em casos de circunstâncias graves e excepcionais, dependendo das condições culturais de caráter local, o Ordinário, de acordo com a Conferência Episcopal ou o Sínodo dos Bispos das Igrejas Orientais, poderá autorizar a conservação das cinzas em casa”. “As cinzas, no entanto, não podem ser divididas entre os vários núcleos familiares e deve ser sempre assegurado o respeito e as adequadas condições de conservação das mesmas”.

O Papa Francisco aprovou esta instrução “para evitar qualquer tipo de equívoco panteísta, naturalista ou niilista, não seja permitida a dispersão das cinzas no ar, na terra ou na água ou, ainda, em qualquer outro lugar. Exclui-se ainda a conservação das cinzas cremadas sob a forma de recordação comemorativa em peças de joalharia ou em outros objetos, tendo presente que para tal modo de proceder não podem ser adotadas razões de ordem higiênica, social ou econômica a motivar a escolha da cremação”.

A Igreja estabelece agora que “onde por razões de tipo higiênico, econômico ou social se escolhe a cremação; escolha que não deve ser contrária à vontade clara ou razoavelmente desejada do fiel defunto, a Igreja não vê razões doutrinais para impedir tal prática; uma vez que a cremação do cadáver não toca o espírito e não impede à onipotência divina de ressuscitar o corpo.

Por isso, tal fato, não implica uma razão objetiva que negue a doutrina cristã sobre a imortalidade da alma e da ressurreição dos corpos.

Quanto as cinzas, estabelece a instrução, “devem ser conservadas, por norma, em um lugar sagrado, isto é, no cemitério ou, se for o caso, numa igreja ou em um lugar especialmente dedicado a esse fim determinado pela autoridade eclesiástica (autoridade da Igreja)”.

A instrução estabelece que “a conservação das cinzas em um lugar sagrado pode contribuir para que não se corra o risco de afastar os defuntos da oração e da recordação dos parentes e da comunidade cristã. Por outro lado, deste modo, se evita a possibilidade de esquecimento ou falta de respeito que podem acontecer, sobretudo depois de passar a primeira geração, ou então cair em práticas inconvenientes ou supersticiosas”.

É importante sabermos que essas proibições, se fazem necessárias, pois, “seguindo a antiga tradição cristã, a Igreja recomenda insistentemente que os corpos dos defuntos sejam sepultados no cemitério ou em um lugar sagrado”.

A instrução recorda que em 1963, a Santa Sé estabeleceu que “seja fielmente conservado o costume de enterrar os cadáveres dos fiéis”, mas “acrescentando, ainda, que a cremação não é ‘em si mesma contrária à religião cristã’. Mais ainda, afirmava que não devem ser negados os sacramentos e as exéquias àqueles que pediram para ser cremados, na condição de que tal escolha não seja querida ‘como a negação dos dogmas cristãos, ou num espírito sectário, ou ainda, por ódio contra a religião católica e à Igreja’”.

Entretanto, a Congregação para a Doutrina da Fé destaca que “a prática da cremação difundiu-se bastante em muitas Nações” e “difundem-se, também, novas ideias contrárias com a fé da Igreja”.

O Vaticano (Igreja Católica) também recorda que “a inumação (o sepultamento) é, antes de mais, a forma mais idônea para exprimir a fé e a esperança na ressurreição corporal”.

“Enterrando os corpos dos fiéis defuntos, a Igreja confirma a fé na ressurreição da carne, e deseja colocar em relevo a grande dignidade do corpo humano como parte integrante da pessoa da qual o corpo compartilha a história”.

A Igreja adverte, portanto, que “não pode permitir comportamentos e ritos que envolvam concepções errôneas sobre a morte: seja o aniquilamento definitivo da pessoa; seja o momento da sua fusão com a Mãe natureza ou com o universo; seja como uma etapa no processo da reencarnação; seja ainda, como a libertação definitiva da ‘prisão’ do corpo”.

Fonte - ACI Digital - http://www.acidigital.com/noticias/vaticano-dita-normas-para-sepultura-de-mortos-cremacao-e-conservacao-de-cinzas-92894/  


INTENÇÕES DO MÊS 

Pelas intenções do Santo Padre, o Papa Francisco, que neste mês pede:

Pelos Países que acolhem refugiados - Para que os países que acolhem um grande número de deslocados e refugiados sejam apoiados no seu empenho de solidariedade. E também pela Colaboração entre sacerdotes e leigos - Para que, nas paróquias, os sacerdotes e os leigos colaborem no serviço à comunidade sem ceder à tentação do desânimo.

Peçamos ainda pelos nossos parentes e amigos falecidos!

A Igreja Católica Apostólica Romana, ensina que devemos (e podemos) ajudar os mortos com a nossa oração. Consagremos, portanto, neste mês, todos os nossos parentes, amigos e conhecidos que já partiram desta vida ao Sacratíssimo Coração de nosso Deus, para que, em Sua infinita misericórdia, lhes conceda a plenitude da alegria eterna.

Sagrado Coração de Jesus, eu espero e confio em Vós!


REZEMOS

Rezemos - Deus de bondade, vivemos num mundo em guerra, feita tantas vezes em teu nome, sem que aqueles que a fazem percebam o quanto vão contra a tua lei. Milhares de pessoas são obrigadas a fugir, para defender a própria vida e a das suas famílias. Abre o coração de todos, para que acolham os refugiados e lhes deem condições para reconstruir a sua vida.

Este mês, também te peço para que haja uma maior colaboração entre sacerdotes e leigos, no serviço das comunidades cristãs.

E ainda “Deus de infinita misericórdia, confiamos à tua imensa bondade aqueles que deixaram este mundo para a eternidade, onde Tu aguardas toda a humanidade redimida pelo sangue precioso de Cristo, morto para nos libertar dos nossos pecados.

Não olhes, Senhor, para as tantas pobrezas, misérias e fraquezas humanas quando nos apresentarmos diante do Teu tribunal, para sermos julgados, para a felicidade ou a condenação. Dirige para nós o teu olhar misericordioso que nasce da ternura do teu coração, e ajuda-nos a caminhar na estrada de uma completa purificação. Que nenhum dos teus filhos se perca no fogo eterno do inferno onde já não poderá haver arrependimento. Te confiamos, Senhor, as almas dos nossos entes queridos, das pessoas que morreram sem o conforto sacramental, ou não tiveram ocasião de se arrepender nem mesmo no fim da sua vida. Que ninguém tenha receio de te encontrar depois da peregrinação terrena, na esperança de sermos recebidos nos braços da tua infinita misericórdia. Que a irmã morte corporal nos encontre vigilantes na oração e carregados de todo o bem realizado ao longo da nossa breve ou longa existência. Senhor, nada nos afaste de Ti nesta terra, mas em tudo nos dês o apoio no ardente desejo de repousar serena e eternamente em Ti. Amém.

Jesus manso e humilde de coração, fazei o meu coração semelhante ao teu!

Reze: Pai nosso, Ave Maria, Glória.

 

 

 

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Coração de Sião - Outubro de 2016

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“Maria, presença Misericordiosa!”

Chegamos ao mês de outubro, mês das missões e do Santo Rosário, neste ano da misericórdia!

No contexto deste ano, nos meses maio e agora outubro "o pensamento volta-se agora para a Mãe da Misericórdia. A doçura do seu olhar nos acompanha neste Ano Santo, para podermos todos nós redescobrir a alegria da ternura de Deus. Ninguém, como Maria, conheceu a profundidade do mistério de Deus feito homem. Na sua vida, tudo foi plasmado pela presença da misericórdia feita carne. A Mãe do Crucificado Ressuscitado entrou no santuário da misericórdia divina, porque participou intimamente no mistério do seu amor". (Papa Francisco - Misericordiae Vultus)

Mas o que é misericórdia? Porque  Maria é chamada de mãe da misericórdia?

Misericórdia é sentimento de dor e solidariedade, compaixão, piedade. O ato concreto dessa manifestação, desse sentimento, é o perdão, a indulgência, a graça, a clemência, é também a exclamação de alguém que pede que o livrem do castigo, de ato de violência, ou da morte.

Maria tem inteira relação entre a misericórdia divina e a pratica da misericórdia.

“Maria é a pessoa que conhece mais a fundo o mistério da misericórdia divina”. (Dives Misericórdia n° 9 - São João Paulo II)

O Catecismo da Igreja Católica nos diz que quando rezamos a Ave Maria e dizemos: “rogai por nós pecadores”, estamos recorrendo a mãe da misericórdia.

Também rezamos: “Salve Rainha, mãe de misericórdia”, invocação que teve inicio com o bispo Ademar de Le Puy em 1098, que destacava o olhar materno de Maria "esses vossos olhos misericordiosos a nós volvei"

Esse título de Mãe da misericórdia foi dado por santo Odão em 942, quando Maria apareceu em sonho a ele e disse: "Eu sou a mãe da misericórdia".

Em Vilna, Lituânia desde 1522 é venerado um ícone da mãe da misericórdia.

A Mãe da misericórdia é a padroeira da congregação de Santa Faustina, e ela nos ensina que a centralidade da divina misericórdia para a fé e a vida da Igreja passa por Maria, mãe da misericórdia.

Maria é a mulher que experimentou de modo único a misericórdia, pois está a envolveu desde a sua Imaculada Conceição, passando pela Anunciação, como discípula de seu Filho, até sua paixão, morte, ressurreição, glorificação e ainda no Pentecostes.

Mãe da misericórdia é um dos maiores títulos de Nossa Senhora, pois a misericórdia é uma virtude da vontade, espiritualidade, prestar socorro, é a manifestação do poder e da bondade de Deus.

Os Evangelhos nos mostram os atos de misericórdia de Maria: Anunciação - ela é a mãe que gerou a misericórdia divina encarnada. No Magnificat - é a profetisa que exalta a misericórdia de Deus (Sua misericórdia de estende de geração em geração. Acolheu Israel seu servo, lembrado de sua misericórdia, conforme prometera a nossos pais, em favor de Abraão e sua posteridade para sempre). Em Caná - é a intercessora incansável do povo de Deus, ela roga pelos esposos em Caná, mas continua a rogar e a alcançar-nos os dons da salvação eterna praticando assim a misericórdia sobre os pecadores.

Ela é enfim a apostola incansável da misericórdia divina, pois visita seus filhos neste mundo, convidando-os a se aproximarem mais de Deus! (Em Lourdes, Fátima, Guadalupe, Salette...)

Fonte - Texto por Marcelle Athayde Guimarães Bacelar - Consagrada de Aliança - Comunidade Sião


INTENÇÕES DO MÊS

Neste mês das Missões e do Santo Rosário, peçamos ao Senhor que mais homens e mulheres, batizados, movidos pelo Espírito Santo possam assumir o mandato de Jesus -”Ide por todo o mundo e pregai o Evangelho a toda criatura”. (cf. Mc 16, 15)

Vamos nos unir também ao Santo Padre, em suas intenções pela evangelização, para que a Jornada Missionária Mundial renove em todas as comunidades cristãs a alegria e a responsabilidade de anunciar o Evangelho. E ainda pelos Jornalistas, para que os jornalistas, no desempenho da sua profissão, sejam sempre animados pelo respeito pela verdade e por um forte sentido ético.

Coloquemos também como intenção a conversão de todos os pecadores.

Sagrado Coração de Jesus, eu espero e confio em Vós!


REZEMOS

Rezemos - Deus nosso Pai, deste a inteligência aos teus filhos para que desenvolvessem no mundo melhores condições de vida.

Pelos jornalistas - “A técnica favorece hoje melhores meios de comunicação, a difusão das notícias e de experiências de vida. Toca o coração dos jornalistas, para que transmitam a verdade sem interferências dos interesses mesquinhos de maus políticos e de uma economia sem ética”.

Pelos missionários e por todas as iniciativas missionárias e pastorais - “Espírito de Deus dispõe os nossos corações e nossa mente para abraçarmos com alegria e ardor apostólico o Plano Pastoral de nossa Diocese,em união com toda a Igreja Católica do Brasil.

Queremos ver Jesus, Caminho, Verdade e Vida, o Filho de Deus que se fez homem para nossa salvação.

Queremos acolher e comunicar a presença de Cristo que transforma a nossa vida, que nos toca por meio da comunhão fraterna, e nos envia em missão ao encontro de todos, anunciando a Sua Presença, fonte de justiça,de solidariedade e de paz.

Assim avançaremos para as águas mais profundas da santidade, da comunhão e da missão, sustentados pela força do Espírito e pela presença do Senhor na Eucaristia.

Que Maria Santíssima, Estrela da Evangelização, nos ajude e acompanhe em todos os momentos desta caminhada apostólica”.

Jesus manso e humilde de coração, fazei o meu coração semelhante ao teu!

Reze: Pai nosso, Ave Maria, Glória.


Fonte - Oração Plano Pastoral - Diocese de Petrópolis

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Coração de Sião - Agosto de 2016

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MISERICORDIOSOS COMO O PAI 

Chegamos ao mês de agosto, dedicado as vocações, neste Ano Jubilar Extraordinário da Misericór­dia, que teve inicio com a Solenida­de da Imaculada Conceição. Como tratar a questão vocacional, em um clima de misericórdia?

Sobre a temática deste ano, o bispo auxiliar da arquidiocese de São Paulo (SP) e referencial da Pastoral Vocacional, dom José Roberto Fortes Palau, explica que toda vocação à vida consagrada é fruto da misericórdia divina.

A Bula Misericor­diae Vultus na qual o Papa Francisco proclamou o Ano Jubilar é um documento, muito rico e profundo, pois apresenta em grandes linhas a dou­trina bíblica e teológica sobre a mi­sericórdia de Deus e convida a Igreja a celebrar o Ano Jubilar em toda a sua abundância de graças, por meio de diversas ações concretas.

No aspecto humano da misericórdia, o documento propõe, abordar a misericórdia enquan­to um projeto de vida que precisa ser acolhido concretamente no dia a dia. A misericórdia é muito mais do que uma "ideia", "espiritualidade" ou "devoção": é a concreta manifes­tação de uma "atitude" diante da vida, diante do outro, diante daquele que necessita ajuda. Um "estilo de vida" possível porque Deus é quem primeiro usou de misericórdia para conosco (Jo 4,10 – Respondeu-lhe Jesus: Se conhecesses o dom de Deus, e quem é que te diz: Dá-me de beber, certamente lhe pedirias tu mesma e ele te daria uma água viva”).

Observando que a etimologia do termo misericórdia resulta das palavras latinas “miseris cor edare”, que, juntas, significam “dar o coração àqueles que são vítimas da miséria”.

Ao falar da misericórdia para com o outro em necessidade o Santo Padre apresenta a frase proferida por Jesus no sermão das montanhas (Lc 6,36 – “Sede misericordiosos, como também vosso Pai é misericordioso”.) Ser "Misericordiosos como o Pai" é um "programa de vida tão empenha­tivo quanto rico de alegria e paz" (MV 13), no qual somos convidados a "abrir o coração àqueles que vivem nas mais variadas periferias existen­ciais, que muitas vezes o mundo contemporâneo cria de forma dra­mática" (MV 15) e a "abrir os nossos olhos para ver as misérias do mundo, as feridas de tantos irmãos e irmãs privados da própria dignidade" sentindo-nos desafiados a "escutar o seu grito de ajuda", e "estender-lhes as mãos", permitindo-os sentir o calor da nossa presença, amizade e fraterni­dade (MV 15).

"Abrir os corações", "abrir os olhos", "escutar", "apertar as mãos" expressões que poderiam manifes­tar um idealismo sem concretude. Contudo, o Santo Padre apresen­ta-nos os meios pelos quais a mise­ricórdia torna-se concreta: as obras de misericórdia corporais e espirituais. Diante delas a nossa consciência "muitas vezes adormecida perante o sofrimento dos irmãos mais neces­sitados" é despertada (cf. MV 15) e sua prática torna-se caminho pelo qual adentramos cada vez mais no coração do Evangelho. Na prática das obras de misericórdia está o ter­mômetro da autenticidade da nossa fé. A esse respeito o Papa escreve que Jesus, em Sua pregação, "nos apresenta obras de misericór­dia para podermos perceber se vive­mos ou não como seus discípulos".

As obras de misericórdia corporal: Dar de comer aos famintos, dar de beber aos sedentos, vestir os nus, acolher os peregrinos, dar assistência aos enfermos, visitar os presos, enterrar os mortos; As obras de misericórdia espiritual: aconselhar os indecisos, ensinar os ignorantes, admoestar os pecadores, consolar os aflitos, per­doar as ofensas, sofrer com paciên­cia as fraquezas do nosso próximo, rogar a Deus pelos vivos e defun­tos" (MV 15).

Segundo as palavras de Nosso Senhor - adverte, por fim, o Santo Padre - no entardecer da nossa vida será pela "concretude" de nossa misericórdia para com Ele (Cristo) no outro que seremos jul­gados (MV 15). 

Fonte - revista Apostolado da Divina Misericórdia - site CNBB


INTENÇÕES

Continuemos unidos ao Santo Padre, o Papa Francisco, e as suas intenções. Neste mês pela fraternidade no desporto. Para que o desporto seja uma oportunidade de encontro fraterno entre os povos e contribua para a causa da paz no mundo.

O Santo Padre com olhar voltado para a evangelização para que os cristãos vivam o seguimento do Evangelho dando testemunho de fé, de honestidade e de amor pelo próximo.

Sagrado Coração de Jesus, eu espero e confio em Vós!  


REZEMOS

Oremos: Deus Pai, todos os teus filhos são chamados, na sua diversidade, a colaborar na construção de um mundo melhor. Não apenas através dos assuntos políticos e econômicos, mas também nos momentos de encontro e lazer. Nos grandes eventos desportivos, cria-se um exemplo de comunhão e partilha, um sinal de que é possível construir a paz. Também peço para que a minha vida seja um testemunho coerente da minha fé, em atitudes de honestidade e amor para com o meu próximo.

Jesus manso e humilde de coração, fazei o meu coração semelhante ao teu!

Reze: Pai nosso, Ave Maria, Glória

 

Fonte - site Apostolado da Oração

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Coração de Sião - Setembro de 2016

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A PALAVRA QUE TEM FORÇA!

A Igreja Católica Apostólica Romana dedica de modo especial o mês de setembro a Bíblia, Palavra de Deus.

O termo “palavra”, quando usado com o sentido de afirmação, de compromisso, no âmbito humano, está um tanto quanto desgastado, porém, nesta meditação nos referimos a uma Palavra que tem força e por isso é credível.

Mas a vossa palavra seja sim, se for sim; não, se for não. Tudo o que passar disso vem do mal” (Mt 5,37)

A mentira não é privilégio de nenhuma classe social. Estamos até acostumados a conviver com ela na vida social, na família, na vida pública, nos meios de comunicação, em toda parte. É como se uma camada de névoa permanente envolvesse o mundo, confundindo o que está à meia distância, impedindo a visão geral. Acostumados a não ter certeza, concordamos que desconfiar é a melhor maneira de não se deixar enganar.

Mesmo na relação pessoal não somos mais capazes de confiar. Para empregar uma pessoa, queremos referências; para celebrar um contrato, firma reconhecida; para emprestar, avalistas; para acreditar, provas.

E como o amor verdadeiro não oferece garantias, perdemos a oportunidade de amar. O amor supõe a confiança de que um sim dito hoje, seja um sim para sempre. É dessa forma que Deus nos ama: Ao dizer sim, nos deu a vida. Não para tirá-la depois, mas para fazê-la eterna. Quando dizemos sim para valer, repetimos o modo de Deus amar. Somos sinais de Deus.

Sua Palavra nos ensina a amar não somente a Deus, mas também aos irmãos, quando nos diz: “Amemos a Deus, porque Deus nos amou primeiro. Se alguém disser: ‘Amo a Deus’ mas odiar o irmão, é mentiroso. Pois quem não ama o irmão, a quem vê, não pode amar a Deus, a quem não vê. Temos de Deus este preceito: quem ama a Deus, ame também o irmão”. (1 Jo 4, 19-21)

Então precisamos: dizer “sim quando é sim e não quando é não”, é recriar um mundo ensolarado contra a névoa fria da mentira, recobrar a confiança na vida, apostar no amor, acolher a fé. Desmontar as defesas que separam um ser humano do outro ser humano. Estalar as estruturas deste velho mundo que institucionalizou a mentira, o medo, a divisão.

Precisamos a partir disto que nos é apresentado, tomar uma decisão de mudança de atitude, ou melhor, por que não dizemos conversão.

Precisamos sim, mas como?

A partir da Palavra de Deus que nos orienta e sempre deveria orientar as atitudes e os posicionamentos humanos.

Por isso, é que neste mês de forma especialíssima somos convocados a uma meditação mais intensa e profunda da Sagrada Escritura, da Bíblia, Palavra de Deus.

Se nos habituarmos a ler, meditar e, sobretudo aplicarmos a Palavra de Deus à nossa vida, com certeza a nossa palavra, passará a ter força também! Aí o nosso “sim” será “sim” e o nosso “não” será “não”.   

 

Fonte – cf. Comentários - Graças a Deus 17 de junho de 1995 – Ed. Vozes


INTENÇÕES DO MÊS

Vamos pedir ao Senhor neste mês dedicado a Bíblia, que mais homens, mulheres, jovens e também as crianças passem a ler, meditar a Palavra de Deus, aplicando a suas vidas.

Também neste mês vamos nos unir ao Santo Padre, em suas intenções pela humanização da sociedade e para que cada um contribua para o bem comum e para a edificação de uma sociedade que ponha no seu centro a pessoa humana.

Também pede o Santo Padre pela Missão evangelizadora dos cristãos: para que os cristãos, participando nos Sacramentos e meditando a Sagrada Escritura, se tornem cada vez mais conscientes da sua missão evangelizadora.

Coloquemos também como intenção a conversão de todos os pecadores.

Sagrado Coração de Jesus, eu espero e confio em Vós!


REZEMOS

Rezemos pedindo ao Senhor que nos ajude a ler e compreender a sua Palavra.

“Meu Senhor e meu Pai! Envia o teu Santo Espírito para que eu compreenda e acolha tua Santa Palavra!

Que eu te conheça e te faça conhecer, te ame e te faça amar, te sirva e te faça servir, te louve e te faça louvar por todas as criaturas.

Fazes, ó Pai, que pela leitura da Palavra os pecadores se convertam, os justos perseverem na graça e todos consigamos chegar a vida eterna”.

Jesus Mestre, que dissestes: "Onde dois ou mais estiverem reunidos em meu nome, eu aí estarei no meio deles", ficai conosco, aqui reunidos para melhor meditar e comungar com a vossa Palavra.

Sois o Mestre e a Verdade: iluminai-nos, para que melhor compreendamos as Sagradas Escrituras.

Sois o Guia e o Caminho: fazei-nos dóceis ao vosso seguimento.

Sois a vida: transformai nosso coração em terra boa, onde a Palavra de Deus produza frutos abundantes de santidade e de vida.  Amém”

Jesus manso e humilde de coração, fazei o meu coração semelhante ao teu!

Reze: Pai nosso, Ave Maria, Glória.

Fonte - Bíblia Ave Maria e Paulinas blog vocacional

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Coração de Sião - Julho de 2016

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É PRECISO ANUNCIAR CRISTO ATÉ OS CONFINS DA TERRA 

O Santo Padre, o Papa Francisco, pede neste mês que o Evangelho seja anunciado com renovado vigor e entusiasmo.

São Paulo nos dá o exemplo, quando nos diz: “Anunciar o Evangelho não é glória para mim; é uma obrigação que se me impõe. Ai de mim, se eu não anunciar o Evangelho!” (1 Cor 9,16)

Nos fala o Beato Papa Paulo VI: “’Ai de mim se não evangelizar!’ Por ele, pelo próprio Cristo, para tanto fui enviado. Eu sou apóstolo e também testemunha. Quanto mais distante o país, quanto mais difícil a missão, com tanto mais veemência a caridade me aguilhoa. É meu dever pregar seu nome: Jesus é Cristo, o Filho do Deus vivo. É aquele que nos revelou o Deus invisível, ele, o primogênito de toda criatura, ele, em quem tudo existe. É o mestre redentor dos homens: por nós nasceu, morreu e ressuscitou.

É ele o centro da história e do universo. Ele nos conhece e ama, o companheiro e o amigo em nossa vida, o homem das dores e da esperança. Ele é quem de novo virá, para ser o nosso juiz, mas também – como confiamos – a eterna plenitude da vida e nossa felicidade.

Jamais cessarei de falar sobre ele. Ele é a luz, é a verdade, mais ainda, é o caminho, a verdade e a vida. É o pão e a fonte de água viva, saciando a nossa fome e a sede. É o pastor, o guia, o modelo, a nossa força, o nosso irmão. Assim como nós, mais até do que nós, ele foi pequenino, pobre, humilhado, trabalhador, oprimido, sofredor. Em nosso favor falou, fez milagres, fundou novo reino onde os pobres são felizes, onde a paz é a origem da vida em comum, onde são exaltados e consolados os de coração puro e os que choram, onde são saciados os que têm fome de justiça, onde podem os pecadores encontrar perdão e onde todos se reconhecem irmãos.

Vede, este é o Cristo Jesus, de quem já ouvistes falar, em quem muitíssimos de vós já confiam, pois sois cristãos. A vós, portanto, ó cristãos, repito seu nome, a todos o anuncio: ‘Cristo Jesus é o princípio e o fim, o alfa e o ômega’ (cf. Ap 22,13), o rei do mundo novo, a misteriosa e suprema razão da história humana e de nosso destino. É ele o mediador e como que a ponte entre a terra e o céu. É ele, o Filho do homem, maior e mais perfeito do que todos por ser o eterno, o infinito, Filho de Deus e Filho de Maria, bendita entre as mulheres, sua mãe segundo a carne, nossa mãe pela comunhão com o Espírito do Corpo místico.

Jesus Cristo, não vos esqueçais, é a nossa inalterável pregação. Queremos ouvir seu nome até os confins da terra e por todos os séculos dos séculos!”

 

Fonte – Liturgia das Horas - Das Homilias de Paulo VI, papa (Hom. em Manila, pronunciada a 29 de novembro de 1970 - Séc. XX)


INTENÇÕES

Continuemos unidos ao Santo Padre, o Papa Francisco, e as suas intenções. Neste mês ele pede respeito pelos povos indígenas. Para que os povos indígenas, ameaçados na sua identidade e existência, sejam respeitados.

O Santo Padre com olhar voltado para a evangelização, pede pela Missão na América Latina e Caraíbas. Para que a Igreja na América Latina e Caraíbas, através da sua missão continental, anuncie o Evangelho com renovado vigor e entusiasmo.

E continuemos a rezar pelo nosso Brasil, por nossas famílias, nossos jovens, nossas crianças e também pelos idosos para que diante das situações que tem sido apresentadas, o Senhor tenha misericórdia!

Sagrado Coração de Jesus, eu espero e confio em Vós!


REZEMOS

Rezemos a oração da missão continental: Senhor, Deus da vida e do amor, enviastes o vosso Filho para nos libertar das forças da morte e conduzir-nos no caminho da esperança. Movei-nos pelo dom do vosso Espírito! Fazei-nos discípulos, comprometidos com o anúncio do Evangelho em nosso Pátria, em comunhão com a Missão Continental.

Fazei-nos missionários, caminhando ao encontro de nossos irmãos e irmãs, acolhendo a todos, sobretudo os jovens, os afastados, os pobres, os excluídos. Virgem Mãe Aparecida, intercedei junto ao vosso Filho, para que sejamos fiéis ao nosso compromisso de discípulos missionários. Amém!

Jesus manso e humilde de coração, fazei o meu coração semelhante ao teu!

Reze: Pai nosso, Ave Maria, Glória.

 

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