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Cristãos impedem que o Governo chinês retire uma cruz de uma igreja

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O site ACI/EWTN Noticias informou nesta terça-feira (22/7/14) que um grupo de cristãos chineses impediu nesta segunda-feira que a polícia retire a cruz de uma igreja no condado de Pingyang, na província de Zhejiang (China), entretanto, durante os fatos vários fiéis ficaram feridos.

Segundo as testemunhas, as brigas começaram às duas da manhã e duraram duas horas. Os fiéis rodearam o templo para evitar que a cruz fosse retirada, embora as autoridades chinesas tenham conseguido fechar a igreja depois de agredir os cristãos.

Esta atitude, que foi qualificada como “inaceitável” pelas testemunhas, deixou várias pessoas feridas, por isso algumas tiveram que ser levadas para o hospital.

Os manifestantes conseguiram subir as fotos à rede Weibo e enviá-las pelo WeChat, mostrando os resultados da intervenção governamental.

Por sua parte, o grupo cristão ChinaAid recordou que nas últimas semanas as Igrejas nesta província receberam a ordem do Governo comunista de demolir os templos ou retirar as cruzes, com o argumento de que se trata de uma campanha para combater as construções ilegais.

As organizações de direitos humanos denunciaram que nos últimos anos aumentou a perseguição religiosa no país, onde habitam 65 milhões de cristãos, entre os que assistem às Igrejas controladas pelo Governo e os que praticam a sua fé de forma clandestina.

Fonte:http://www.acidigital.com/noticias/cristaos-impedem-que-o-governo-chines-retire-uma-cruz-de-uma-igreja-14401/

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Estudo: Metade dos adolescentes da Grã-Bretanha terão famílias monoparentais até 2020.

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Um novo relatório prevê que, em 2020, metade dos jovens de 16 anos da Grã-Bretanha terão famílias monoparentais. 

O estudo “Breakthrough Britain 2015″, descobriu que, mesmo hoje, apenas 57 por cento dos adolescentes vivem com o pai.

O relatório acrescenta ainda, conforme a suposição comum, que as crianças cujos pais são separados têm significativamente mais probabilidade de falhar na escola, têm baixa auto-estima, dificuldades nos relacionamentos, dificuldades de comportamento e ansiedade ou depressão. A notícia foi publicada esta semana no Daily Telegraph.

“Por muito tempo neste país a desagregação da família tem sido incontestada – apesar do impacto devastador sobre a adultos, crianças e comunidades”, disse Christian Guy, diretor do Centro para a Justiça Social, que realizou o estudo.

A Dra. Samantha Callan, uma das co-autoras do relatório, disse que a “norma social” de ter filhos fora do casamento precisa mudar a fim de reverter o número crescente de famílias sem pais. “Existe uma visão predominante na sociedade que, quando as coisas não vão bem em um relacionamento, isso significa que o fim está próximo”, disse ela. “Mas todos os relacionamentos estão sob pressão; você precisa ter um compromisso como o casamento para que você saiba que não vai fugir”.

A Igreja tem muitos recursos para os casais que atravessam dificuldades. A USCCB tem um site dedicado ao casamento aqui: http://www.foryourmarriage.org/

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”Paguem ou morram.” Os cristãos de Mosul que fogem do califa.

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Pagar, converter-se ou morrer. O ultimato do califa Abu Bakr Al Baghdadi deixa três possibilidades aos poucos cristãos que ainda permanecem em Mosul. Uma pequena página para explicar que, com base nas leis corânicas, eles podem viver no ressuscitado Califado apenas sob a condição de pagar a jizya, o pesado imposto que pesa sobre os infiéis.

O comunicado, divulgado na quinta-feira, dirige-se a “todos os cristãos” e lhes dava até o meio-dia do dia 18 passado para a escolha entre as opções, resumidas brutalmente como: um, o Islã; dois, jizya; três, espada.

Todos aqueles que não escolhessem nenhuma dessas três tinham tempo “até o meio-dia de sábado para ir embora”.

A imposição da jizya havia sido anunciada logo depois da queda de Mosul, no dia 5 de junho, e reforça a política de Al Baghdadi em todas as cidades que acabaram sob o domínio do Estado Islâmico (Is, ex-Isis), a formação extremista sunita nascida como um ramo da Al-Qaeda, que conseguiu fundar o primeiro Estado Islamista fora da lei da história.

Depois de um mês, o autoproclamado califa deu o ultimato, mas o prazo havia sido preparado detalhadamente. As casas ainda habitadas por cristãos foram marcadas com um “N” vermelho (de “nazaraniy”, cristão). As abandonadas, em geral requisitadas pelas novas autoridades, com um “N” preto.

Os milicianos agora batem de porta em porta. Quem resiste corre o risco da execução imediata e de ter a sua casa queimada, enquanto o arcebispado, com os seus preciosos manuscritos, já acabou em cinzas nos últimos dias.

Os cristãos em Mosul ainda eram mais de 50 mil, de uma população de 1,8 milhão, antes da queda da cidade. Reduzidos já a um terço daqueles que viviam lá nos tempos de Saddam Hussein, ditador que tinha um olho voltado para a minoria fiel à cruz.

Cerca de 90% fugiram nos primeiros dias de junho. Grande parte dos outros irão seguir o mesmo caminho. A jizyapedida, segundo alguns cristãos que permaneceram na cidade e contatados por telefone, começa em 250 dólares anuais per capita, mas pode chegar facilmente a 1.000, se o chefe de família é um médico ou um engenheiro.

Cifras muito pesadas em uma cidade devastada pela guerra e empobrecida. Só poucos poderão pagá-la. E é previsível que a “limpeza étnica” vai continuar. Uma tragédia que o Papa Francisco também acompanha “com preocupação”.

A dureza da lei medieval também revela um duplo aspecto do Califado que está surgindo na metade da Síria e na metade do Iraque, uma área com 15 milhões de habitantes, em grande parte desértica, mas atravessada por dois rios importantes, o Tigre e o Eufrates.

A aplicação literal dos preceitos corânicos foi acompanhada por uma incessante propaganda nas mídias sociais, também em urdu e em inglês, para se dirigir a muçulmanos que não falam árabe.

A conta do Islamic State Media, que tem muitos seguidores, por exemplo, enfatiza que, em troca da jizya, o califa oferece “proteção” aos cristãos que permanecem ou que os muçulmanos devem pagar o seu imposto, zakat, a esmola obrigatória em favor dos mais pobres: “Se um muçulmano se recusa a pagar a zakat, ele só tem a opção de morrer, enquanto se um kaffir, infiel, não paga a jizya, sempre pode optar por ir embora”.

E tuítes acompanhados por fotos mostram dinheiro e farinha distribuídos aos pobres com base na zakat. Mão de ferro, execuções sumárias, limpeza étnica, mas também medidas populistas (o preço da gasolina foi cortado em 70%) também servem para vencer a batalha ideológica de Al Baghdadi, que deve se fazer aceitar e expandir o califado.

As suas colunas motorizadas estão na ofensiva na Síria, onde conquistaram os campos ao redor de Aleppo e a jazida de gás de Al Shaer, a leste de Palmira. Ao menos 270 soldados e técnicos, de acordo com o Observatório Sírio dos Direitos Humanos, foram mortos.

No Iraque, o Estado Islâmico rejeitou a ofensiva do governo em Tikrit, gerida de modo tão miserável pelo governo deNouri al-Maliki. Milhares de voluntários xiitas inexperientes foram enviados para o massacre. Bagdá permanece sempre na mira.

Giordano Stabile, La Stampa

”Entram nas casas e levam tudo. É um genocídio”, denuncia arcebispo

“Este é um novo genocídio. A nossa denúncia deve ser forte.” O dramático apelo é de Dom Amel Nona, arcebispo deMosul, a cidade do Iraque donde milhares de cristãos estão fugindo depois da nova perseguição por parte dos jihadistas do Estado Islâmico.

A poucas horas do início da nova onda repressiva, Nona se encontrou em Ankawa, algumas dezenas de quilômetros além da fronteira do Curdistão iraquiano, com os outros líderes religiosos cristãos do centro e do norte do Iraque,Bashar Matiwardah, arcebispo de Erbil, e Nichodemus Daoud Matti Sharaf, da Igreja Ortodoxa Siríaca de Mosul,Kirkuk Curdistão.

O objetivo é unir as forças para mostrar ao mundo inteiro o que está acontecendo nessas regiões, “mais um episódio daquela perseguição aos cristãos que continua desde 1913″.

“As coisas – explica – se precipitaram na sexta-feira. Começamos a receber uma enorme quantidade de telefonemas de Mosul e arredores de pessoas que pediam ajuda e conselhos. A polícia islâmica e o Isis tinham desencadeado uma caça aos cristãos. Uma vez interceptados, concediam-lhes duas opções: fugir ou morrer.”

O prelado conta também que os jihadistas invadiram as casas, levando tudo, passaportes, documentos, dinheiro, joias e celulares. “Centenas de famílias foram despojadas de todos os seus bens antes de serem expulsas da cidade. Outros foram espancados nos postos de controle dos islamitas enquanto fugiam.”

E depois aquela palavra escrita nas portas das casas dos cristãos: “Nazraniy”, um modo para identificá-los de forma pejorativa: “É por isso que se trata de um novo genocídio.” O primeiro passo é denunciar ao mundo o que está acontecendo e, depois, proceder de imediato à ajuda dos deslocados, a primeira onda das quais deve ser de 2.500 pessoas.

“Nós já acolhemos cerca de 50 famílias em uma das nossas igrejas de Al-Qosh”, pouco acima de Tall Kayf, a chamada terra de fronteira, a da linha de fogo onde a distância entre o último ponto de verificação peshmerga e o primeiro do Estado Islâmico é de apenas um quilômetro. É daí que fogem os cristãos, graças aos corredores de segurança criados pelos “Guerreiros que enfrentam a morte” e pela Unicef.

E é justamente o responsável da Unicef no Iraque, Marzio Babille, que logo quis se encontrar com Nona ”para coordenar as operações de primeiro socorro e proteger os perseguidos”. Babille explica que, até agora, 900 deslocados já poderiam chegar em Ankawa, enclave cristão no norte de Erbil.

“Tragédia na tragédia”, continua o arcebispo de Mosul. “No dia 4 de junho, eu fui celebrar missa em uma paróquia fora de Mosul. No dia seguinte, tentei entrar novamente na cidade, mas ocorreu o que vimos.” E que ainda não acabou.

Desde então, Nona não voltou mais para Mosul e ajuda os seus concidadãos de fora, acolhendo-os na fuga: “Então, eu disse que o pior ainda estava por vir, e assim foi”.

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Congresso internacional católico nos Estados Unidos abordará ‘acompanhamento pastoral’ a pessoas de inclinação homossexual.

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De 17 a 20 de julho acontece o Congresso Internacional das organizações Courage e EnCourage 2014, na Villanova University, na Filadélfia. O encontro é promovido pela Courage, cuja missão consiste em oferecer assistência pastoral aos parentes, cônjuges e pessoas que percebem atração pelo mesmo sexo (AMS).

A temática proposta para reflexão no Congresso é retirada do Instrumentum Laboris (Instrumento de Trabalho) preparado para o Sínodo dos Bispos sobre a Família, no parágrafo 118: “O grande desafio será o desenvolvimento de uma pastoral que consiga manter o equilíbrio certo entre a acolhida misericordiosa das pessoas e o acompanhamento gradual em direção a uma verdadeira maturidade humana e cristã”.

O arcebispo da Filadélfia, dom Charles J. Chaput celebrará missa de abertura do evento, com participação de delegados da Courage de diversas partes do mundo.

Na programação do Congresso estão previstas conferências com presença do diretor internacional do Apostolado Courage, padre Paul Check, entre outros convidados. Os temas das palestras serão:

“De um grau de glória ao outro: castidade como beleza espiritual”;

“Significado cristão da sexualidade humana”;

“Descer da montanha”, além de testemunhos e partilhas de pessoas homossexuais que integram o Apostolado Courage.

Sobre a Courage

Courage é um serviço promovido pelo episcopado da Igreja Católica para toda a comunidade eclesial, que tem o objetivo de dar apoio moral e espiritual a todas aquelas pessoas que sentem atração por pessoas do mesmo sexo (AMS) e ao mesmo tempo desejam viver de acordo com os ensinamentos da Igreja. A organização oferece, ainda, assistência aos parentes, cônjuges e amigos de pessoas com atração pelo mesmo sexo. A Courage não se trata de um programa de reorientação sexual, mas de acompanhamento espiritual, cristão e pastoral.

Os apostolados Courage estão presentes em mais da metade das dioceses dos Estados Unidos e em quatorze países dos cinco continentes, incluindo o Brasil. Saiba mais: www.couragebrasil.com

5 metas do Apostolado

1. Viver uma vida casta de acordo com o ensinamento da Igreja Católica Apostólica Romana acerca da homossexualidade (CASTIDADE);

2. Dedicar a própria vida à Cristo por meio do serviço ao próximo, da leitura espiritual, da oração, da meditação, da direção espiritual particular, da participação frequente da Missa e do recebimento constante dos sacramentos da Reconciliação e da Santa Eucaristia (ORAÇÃO E DEDICAÇÃO);

3. Cultivar um espírito de fraternidade no qual todos podem partilhar seus pensamentos e experiências e, assim, assegurar que ninguém venha a enfrentar sozinho os problemas da homossexualidade (FRATERNIDADE);

4.Ter em mente as seguintes verdades: que as castas amizades não são apenas possíveis como também necessárias na vivência da castidade cristã e que, no seu cultivo, elas oferecem um mútuo encorajamento (CASTAS AMIZADES);

5. Viver a própria vida de tal modo que sirva de bom exemplo para os outros (VIDA EXEMPLAR).

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Papa convida ex-escravas sexuais sul-coreanas para uma missa em Seul.

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Um grupo de mulheres sul-coreanas, que foram submetidas à escravidão sexual pelo Exército japonês durante a II Guerra Mundial, foi convidado para participar de uma missa que o Papa Francisco presidirá em Seul em meados de agosto.

Segundo indicou à Efe uma das suas porta-vozes, a máxima autoridade da Igreja católica na Coreia do Sul convidou, para participar do serviço religioso, estas sobreviventes de um cruel episódio, que continua provocando fortes tensões diplomáticas entre Seul e Tóquio.

Prevê-se que o Papa Francisco dedique uma mensagem àquelas que são conhecidas como “mulheres de conforto” durante a missa que presidirá na Catedral de Myeongdong, da capital sul-coreana, no dia 18 de agosto, último dia da visita do Pontífice à Coreia do Sul, confirmaram autoridades locais da Igreja católica.

No entanto, não se sabe se o Papa terá tempo para reunir-se pessoalmente com as escravas sexuais sobreviventes, muitas das quais são católicas.

Francisco visitará a Coreia do Sul entre os dias 14 e 18 de agosto para participar da VI Jornada da Juventude Asiática, em uma visita histórica por ser a terceira de um pontífice ao país asiático e a primeira em 25 anos desde a de João Paulo II, em 1989.

As 54 “mulheres de conforto” que ainda vivem na Coreia do Sul, todas elas de mais de 80 anos, fazem parte das 200.000 crianças, adolescentes e jovens recrutadas de forma forçada durante a II Guerra Mundial (1939-1945) pelo Exército Imperial japonês para proporcionar ‘serviços sexuais aos seus soldados’.

Embora o Japão já tivesse pedido perdão formalmente mediante uma declaração, em 1993, a Coreia do Sul continua reclamando desculpas mais sinceras e indenizações, razão pela qual o assunto continua provocando fortes tensões entre ambos os países.

Agência Efe.

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