Coração de Sião

Coração de Sião - Agosto de 2012

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SERÁ QUE O RECONHECEM?

       O momento atual é de tomada de posição em favor de toda a sociedade, sobretudo para àqueles que tem consciência cristã!

       Nos aproximamos das eleições municipais, precisamos decidir por àqueles que desejam lutar pela vida, pelo bem e pela justiça.

       É também tempo de Jornada Mundial da Juventude, hora de preparação, precisamos nos organizar para que em 2013, a JMJ seja um grande momento para toda a sociedade e de modo muito especial para nossa juventude.

       Nestes momentos que são importantes e decisivos para toda a sociedade, qual deve ser a sua postura, em quem colocar a nossa confiança?

Nós esperávamos que fosse Ele quem iria libertar Israel”. (cf. Lc 24, 21).

Que momento é este, quem é que os homens e mulheres de nossa sociedade consumista, interesseira, individualista... pensam que os irá libertar?

Dois dos discípulos que estiveram com Jesus antes de ser crucificado, voltavam desanimados, sem esperança, caminhavam, retornando para Emaús, murmuravam com o desejo de retomar as atitudes de antes do encontro, e Jesus colocou-se no caminho ao lado deles; não reconheceram Aquele que podia mudar suas vidas, a realidade da sociedade, O mesmo que já naquele momento havia alterado o ritmo da história. Não conseguiam conceber em sua inteligência, vazia de fé, o acontecido, pois sua esperança estava em um messias, um profeta segundo os critérios e interesses humanos, o qual iria promover a libertação política de Jerusalém.

Hoje o que está acontecendo? Em nossos dias, esperamos o que, em quem? Queremos que nossas vidas sejam transformadas segundo o nosso querer e nossos interesses. Grande problema em nossos dias é também não reconhecermos que a orientação para a libertação, para a transformação, também ocorre através da Sagrada Escritura.

Enquanto caminhavam, Jesus “foi explicando tudo que a Ele se referia em todas as Escrituras” (cf. Lc 24, 27), e O reconheceram, quando “tomou o pão, rezou a bênção, partiu-o e lhes deu”. (cf. Lc 24, 30). Os discípulos de Emaús reconheceram Jesus no partir do Pão, ou seja, na Eucaristia. Aí se abriram os olhos, sua atitude de fé foi retomada. Mas hoje, quem ouve Jesus e suas orientações? Quem O busca e encontra na Eucaristia?

Buscai o Senhor, enquanto se deixa encontrar, invocai-o, enquanto está perto!” (Is 55,6).

Encontrando-O, aproveite o momento, quando Ele próprio nos confia a decisão de sermos autores de uma transformação, testemunhas d’Ele, para que as realidades que nos envolvam, sejam modificadas através das eleições e também na Jornada Mundial da Juventude 2013 da qual já devemos estar participando na divulgação e organização em nossa diocese, paróquia, movimento e nos eventos da pré-jornada.


INTENÇÕES DO MÊS

Neste mês, temos o compromisso de rezar pelas eleições municipais e também pela Jornada Mundial da Juventude, toda a sua preparação e organização.

A Igreja, através dos Bispos das Dioceses do Estado do Rio de Janeiro, nos diz que nosso voto para escolher o prefeito e os vereadores é importante. Depende de nós para que nosso Município seja governado por pessoas que querem o bem de todos. Quem não cuida de seus negócios pessoais ou empresas, não tem condições de representar o povo na Prefeitura nem na Câmara dos Vereadores. Escolha candidatos que não trocam seu voto por tijolos, bolsas de alimentos, remédio, promessas ilusórias para melhorar seu bairro.

Peçamos que nossos candidatos respeitem e valorizem a família. Votemos em candidatos com Ficha Limpa, não queremos pessoas que pela corrupção aumentam seus bens; em quem valoriza a educação das crianças, adolescentes e jovens, o ensino religioso nas escolas, o melhor atendimento na saúde; em quem respeita a vida em todas as idades e é contra o aborto; em quem respeita o equilíbrio da natureza: florestas, rios; em quem promove o saneamento básico e construção de moradia em lugares sem risco; em quem apresenta projetos práticos por transporte digno para a população; em quem se compromete por uma organização eficaz para a segurança da sociedade.

Rezemos para que a JMJ 2013 no Rio de Janeiro “seja de fato uma preciosa ocasião para muitos jovens de experimentar a alegria e a beleza de pertencer à Igreja e de viver a fé” (cf. Santo Padre, o Papa Bento XVI)

Sagrado Coração de Jesus, eu espero e confio em Vós!  


REZEMOS 

Rezemos juntos por este tempo novo para o nosso Brasil através oração oficial da jornada mundial da juventude 2013

Ó Pai, enviaste o Teu Filho Eterno para salvar o mundo e escolheste homens e mulheres para que, por Ele, com Ele e nEle, proclamassem a Boa-Nova a todas as nações. Concede as graças necessárias para que brilhe no rosto de todos os jovens a alegria de serem, pela força do Espírito, os evangelizadores de que a Igreja precisa no Terceiro Milênio.

Ó Cristo, Redentor da humanidade, Tua imagem de braços abertos no alto do Corcovado acolhe todos os povos. Em Tua oferta pascal, nos conduziste pelo Espírito Santo ao encontro filial com o Pai. Os jovens, que se alimentam da Eucaristia, Te ouvem na Palavra e Te encontram no irmão, necessitam de Tua infinita misericórdia para percorrer os caminhos do mundo como discípulos-missionários da nova evangelização.

Ó Espírito Santo, Amor do Pai e do Filho, com o esplendor da Tua Verdade e com o fogo do Teu Amor, envia Tua Luz sobre todos os jovens para que, impulsionados pela Jornada Mundial da Juventude, levem aos quatro cantos do mundo a fé, a esperança e a caridade, tornando-se grandes construtores da cultura da vida e da paz e os protagonistas de um mundo novo”. Amém!

Jesus, manso e humilde de coração, fazei o nosso coração semelhante ao Vosso!

1 Pai Nosso; 1 Ave Maria; 1 Glória.

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Coração de Sião - Julho de 2012

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MEU SENHOR E MEU DEUS!

Neste mês a Igreja celebra a festa do apóstolo Tomé que ficou conhecido entre os demais pela sua incredulidade.

Tomé, chamado Dídimo, que era um dos doze, não estava com eles quando Jesus veio (Jo 20,24). Era o único discípulo que estava ausente. Ao voltar, ouviu o que acontecera, mas negou-se a acreditar. Veio de novo o Senhor, e mostrou seu lado ao discípulo incrédulo para que o pudesse apalpar; mostrou-lhe as mãos e, mostrando-lhe também a cicatriz de suas chagas, curou a chaga daquela falta de fé. Que pensais, irmãos caríssimos, de tudo isto? Pensais ter acontecido por acaso que aquele discípulo estivesse ausente naquela ocasião, que, ao voltar, ouvisse contar, que, ao ouvir, duvidasse, que, ao duvidar, apalpasse, e que, ao apalpar, acreditasse?

Nada disso aconteceu por acaso, mas por disposição da providência divina. A clemência do alto agiu de modo admirável a fim de que, ao apalpar as chagas do corpo de seu mestre, aquele discípulo que duvidara curasse as chagas da nossa falta de fé. A incredulidade de Tomé foi mais proveitosa para a nossa fé do que a fé dos discípulos que acreditaram logo. Pois, enquanto ele é reconduzido à fé porque pôde apalpar, o nosso espírito, pondo de lado toda dúvida, confirma-se na fé. Deste modo, o discípulo que duvidou e apalpou tornou-se testemunha da verdade da ressurreição.

Tomé apalpou e exclamou: Meu Senhor e meu Deus! Jesus lhe disse: Acreditaste,porque me viste? (Jo 20,28-29). Ora, como diz o apóstolo Paulo: A fé é um modo de já possuir o que ainda se espera, a convicção acerca de realidades que não se vêem (Hb 11,1). Logo, está claro que a fé é a prova daquelas realidades que não podem ser vistas. De fato, as coisas que podemos ver não são objeto de fé, e sim de conhecimento direto. Então, se Tomé viu e apalpou, por qual razão o Senhor lhe disse: Acreditaste, porque me viste? É que ele viu uma coisa e acreditou noutra. A divindade não podia ser vista por um mortal. Ele viu a humanidade de Jesus e proclamou a fé na sua divindade, exclamando: Meu Senhor e meu Deus! Por conseguinte, tendo visto, acreditou. Vendo um verdadeiro homem, proclamou que ele era Deus, a quem não podia ver.

Alegra-nos imensamente o que vem a seguir: Bem-aventurados os que creram sem ter visto (Jo 20,29). Não resta dúvida de que esta frase se refere especialmente a nós. Pois não vimos o Senhor em sua humanidade, mas o possuímos em nosso espírito. É a nós que ela se refere, desde que as obras acompanhem nossa fé. Com efeito, quem crê verdadeiramente, realiza por suas ações a fé que professa. Mas, pelo contrário, a respeito daqueles que têm fé apenas de boca, eis o que diz São Paulo: Fazem profissão de conhecer a Deus, mas negam-no com a sua prática (Tt 1,16). É o que leva também São Tiago a afirmar:A fé, sem obras, é morta (Tg 2,26).

 


INTENÇÕES DO MÊS

Vivemos tempos de decisão!

Segundo o nosso Papa os dias atuais, mais do que no passado, a fé vê-se sujeita a uma série de interrogativos, que provêm de uma mentalidade que  reduz o âmbito das certezas racionais ao das conquistas científicas e tecnológicas. "Mas a Igreja nunca teve medo de mostrar que não é possível haver qualquer conflito entre fé e ciência autêntica, porque ambas tendem, embora por caminhos diferentes, para a verdade", ensina.

Da mesma forma, o professar com a boca indica que a fé implica um testemunho e um compromisso públicos. "O cristão não pode jamais pensar que o crer seja um fato privado. A fé é decidir estar com o Senhor, para viver com Ele. E este 'estar com Ele' introduz na compreensão das razões pelas quais se acredita. A fé, precisamente porque é um ato da liberdade, exige também assumir a responsabilidade social daquilo que se acredita".

A renovação da Igreja realiza-se também através do testemunho prestado pela vida dos crentes: "de fato, os cristãos são chamados a fazer brilhar, com a sua própria vida no mundo, a Palavra de verdade que o Senhor Jesus nos deixou", adverte.

Por fim, Bento XVI lembra que Jesus Cristo, em todo o tempo, convoca a Igreja, confiando-lhe o anúncio do Evangelho, com um mandato que é sempre novo.

Então, coloquemos como intenção para este mês, rezarmos para que os cristãos, assumam a responsabilidade social e assim, se façam testemunhas daquilo que acreditam.

Sagrado Coração de Jesus, eu espero e confio em Vós!


REZEMOS 

 Rezemos pedindo que sejamos sempre sustentados em nossa fé e que a exemplo de São Tomé possamos viver crendo no Cristo, o qual ele reconheceu como Senhor.

“A ti, Senhor , elevo minha alma. Em ti, meu Deus, confio: que eu não fique decepcionado, nem triunfem sobre mim os inimigos! Na verdade, não ficam decepcionados os que em ti esperam, decepcionados ficarão os que traírem a fé por uma futilidade. Indica-me, Senhor , teus caminhos, revela-me tuas sendas! Dirige-me no caminho da verdade e me ensina, porque tu és o Deus, meu salvador, e em ti espero, todos os dias. Lembra-te, Senhor, que tua ternura e teus favores são eternos! Não recordes os pecados de minha juventude nem minhas faltas! Lembra-te de mim segundo tua misericórdia, por causa de tua bondade, Senhor! O Senhor é bom e justo; por isso mostra o caminho aos pecadores, encaminha os humildes segundo a justiça, ensina aos humildes o caminho. Todas as sendas do Senhor são amor e fidelidade para os que guardam sua aliança e suas leis. Por causa de teu nome, Senhor, perdoa minha culpa, que é grave! Há alguém que tema o Senhor? Ele lhe mostrará o caminho a escolher. Sua alma descansará na prosperidade, e sua descendência possuirá a terra. O Senhor se faz íntimo dos que o temem e lhes dá a conhecer sua aliança. Meus olhos estão sempre fixos no Senhor, pois ele livra da rede os meus pés. Volta-te para mim e tem piedade, pois estou só e oprimido. Os infortúnios tomaram conta de meu coração: tira-me das angústias! Vê minha miséria e tribulação e perdoa-me todos os pecados! Vê quantos são meus inimigos e como me odeiam com ódio violento! Guarda minha alma e salva-me! Que eu não fique decepcionado por ter-me refugiado em ti! A honradez e a retidão me sejam de valia, pois em ti ponho minha esperança”. (cf. Sl 25, 1-21)

Jesus, manso e humilde de coração, fazei o nosso coração semelhante ao Vosso!

1 Pai Nosso; 1 Ave Maria; 1 Glória.

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Coração de Sião - Junho de 2012

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SOLENIDADE DO CORPO E SANGUE DE CRISTO (CORPUS CHRISTI)

Cristo permanece conosco no sinal de sua Páscoa.

“A vida do homem é povoada de presenças: presenças visíveis e próximas como a de uma mãe que cuida de seu filho que brinca ou repousa; presenças invisíveis como a de duas pessoas que se amam, pensam uma na outra e se encontram, superando a distância e a separação do corpo; presenças que proporcionam paz, satisfação, segurança e presenças tempestuosas, perturbadoras, que são como uma ameaça...

No plano da vivência humana profunda, o homem faz a experiência singular de uma presença misteriosa mas real, que atinge o centro do seu ser; uma presença que inspira um inefável sentimento de confiança e segurança e que do seu íntimo o chama. (...) A presença de Deus no meio de nós assumiu, na história, a forma visível e tangível de Jesus, imagem visível do Deus invisível, revelador do mistério do Pai. (...) Depois da Ascensão, que o subtrai à experiência sensível dos homens, a presença de Jesus muda de sinal mas não muda a realidade. Ele continua e se dá sob o sinal do pão partido e do vinho, nos quais oferece seu Corpo como alimento e seu Sangue como bebida de salvação e de vida.

Ele permanece conosco até o fim do mundo.” (Fonte: Missal Cotidiano, Ed.Paulus, pág.494)

Jesus disse à Santa Margarida Maria Alacoque, divulgadora da devoção ao Sagrado Coração: “Tenho sede ardente de ser amado pelos homens no Santíssimo Sacramento... Minha filha, teu desejo penetrou de tal forma no meu coração, que se eu não tivesse instituído este Sacramento de amor, intituí-lo-ia agora por amor a ti, para ter o prazer de morar em tua alma e descansar amorosamente no teu coração.”

“Já se aproxima o feliz instante, ó Jesus, em que haveis de visitar a minha alma e unir-Vos ao meu coração. Parece-me que a mim também dirigis o amoroso convite com que chamáreis vossa Margarida para que se alimentasse do maná celeste! Ó Jesus, tão somente o vosso Coração, que é o Coração de Deus, tão somente o vosso Amor, que é o Amor dos amores podia falar assim às criaturas. (...) Ó Coração de meu Jesus, eu fico confundido por tanta humilhação da vossa parte, por tanto amor entranhado consagrado às almas. Como a parábola dos convidados à ceia, na qual tomaram parte os mendigos, os cegos, os coxos, os desvalidos e em suma todos, sem distinção alguma, assim também em Vós não excluís a ninguém da vossa Grande Promessa [veja quadro no verso deste folheto]. A este favor bem podereis atender, tratando-se de almas fervorosas, mas com outras almas frias e pecadoras, como é que podereis sustentar a Vossa Promessa? O Vosso Coração me responde dizendo: “Os pecadores acharão no meu Coração a fonte perene, o oceano infinito da misericórdia... Os frios se tornarão fervorosos... Os fervorosos hão de chegar a uma grande perfeição...” Ó Jesus de minha alma, quem não Vos amará depois de saber até que ponto chegou o Vosso amor pelas almas? (...)” (Fonte: A Grande Promessa, Ed. Loyola, págs.14/15)


INTENÇÕES DO MÊS

Coloquemos como intenção deste mês a vida de nossos padres. Neste mês,  teremos entre tantas festas a Solenidade de Corpus Christi, cuja instituição (da Eucaristia) aconteceu na quinta-feira Santa, em clima de penitência, já nesta Solenidade do Santíssimo Corpo e do Preciosíssimo Sangue de Nosso Senhor Jesus Cristo,  a Eucaristia é comemorada em clima festivo,  em clima de alegria.

São Tomás de Aquino focalizava o tríplice aspecto, segundo os seguintes ponto de vista: do passado,  Memorial da Paixão de Cristo verdadeiro sacrifício; do presente, Sacramento da unidade de Cristo com os homens; do futuro, sinal prefigurativo (símbolo) do “gozo da divindade”.

Portanto, diante das constantes perseguições e calúnias dirigidas à pessoa dos padres, vemos a necessidade de orarmos por eles e por nossos bispos e diáconos, como também pela fecundidade de seu ministério e pelos frutos destes para o Reino de Deus, pois o nosso “inimigo” não satisfeito, não se cansa de gastar munições com eles.

Pela perseverança dos que são fiéis à sua santa vocação e pelo reerguimento daqueles que, num momento de fraqueza, decaíram da graça, intensifiquemos nossas súplicas e intercessão. Engajemo-nos na defesa permanente da reputação de nossos padres, pois a instituição do Sacerdócio por Cristo é uma verdade indiscutível e também uma bênção da qual não podemos prescindir: sem suas mãos sacerdotais, não haveria para nós a Sagrada Eucaristia, Corpo e Sangue de Cristo, suma riqueza e sumo bem da Igreja, e nenhum dos demais sacramentos! Acolhamos e amemos este régio presente do Senhor para nós: o sacerdote validamente ordenado.  

Sagrado Coração de Jesus, eu espero e confio em Vós!


REZEMOS       

Eis a Grande Promessa que o próprio Jesus revelou a Santa Margarida Maria Alacoque: “No Excesso da misericórdia do meu amor onipotente concederei a todos os que comungarem em nove primeiras sextas-feiras de nove meses consecutivos a graça da penitência final, não morrendo eles no meu desagrado, tampouco sem receberem os sacramentos; e o meu Coração será para ele asilo seguro em seus transes extremos”.

Para merecer a graça da Grande Promessa é necessário: 1º receber nove vezes a Santa Comunhão; 2º na primeira sexta-feira de cada mês; 3º e isto por nove meses consecutivos; 4º aproximar-se da Sagrada Mesa, não só em estado de graça [com a confissão sacramental em dia!] e sem más intenções, mas também com a intenção de honrar de modo especial o Sagrado Coração de Jesus, que pediu estas comunhões em reparação da ingratidão e do abandono de que é vítima por parte de tantas almas; 5º renovar em cada comunhão a intenção de cumprir a devoção das nove sextas-feiras, a fim de obter o fruto da Grande Promessa, isto é, da penitência final.

Jesus, manso e humilde de coração, fazei o nosso coração semelhante ao Vosso!

ATENÇÃO: Esta pia devoção NÃO SUBSTITUI a participação frequente nas missas dominicais, preceito do Senhor.

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