Coração de Sião

Coração de Sião - Junho de 2012

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SOLENIDADE DO CORPO E SANGUE DE CRISTO (CORPUS CHRISTI)

Cristo permanece conosco no sinal de sua Páscoa.

“A vida do homem é povoada de presenças: presenças visíveis e próximas como a de uma mãe que cuida de seu filho que brinca ou repousa; presenças invisíveis como a de duas pessoas que se amam, pensam uma na outra e se encontram, superando a distância e a separação do corpo; presenças que proporcionam paz, satisfação, segurança e presenças tempestuosas, perturbadoras, que são como uma ameaça...

No plano da vivência humana profunda, o homem faz a experiência singular de uma presença misteriosa mas real, que atinge o centro do seu ser; uma presença que inspira um inefável sentimento de confiança e segurança e que do seu íntimo o chama. (...) A presença de Deus no meio de nós assumiu, na história, a forma visível e tangível de Jesus, imagem visível do Deus invisível, revelador do mistério do Pai. (...) Depois da Ascensão, que o subtrai à experiência sensível dos homens, a presença de Jesus muda de sinal mas não muda a realidade. Ele continua e se dá sob o sinal do pão partido e do vinho, nos quais oferece seu Corpo como alimento e seu Sangue como bebida de salvação e de vida.

Ele permanece conosco até o fim do mundo.” (Fonte: Missal Cotidiano, Ed.Paulus, pág.494)

Jesus disse à Santa Margarida Maria Alacoque, divulgadora da devoção ao Sagrado Coração: “Tenho sede ardente de ser amado pelos homens no Santíssimo Sacramento... Minha filha, teu desejo penetrou de tal forma no meu coração, que se eu não tivesse instituído este Sacramento de amor, intituí-lo-ia agora por amor a ti, para ter o prazer de morar em tua alma e descansar amorosamente no teu coração.”

“Já se aproxima o feliz instante, ó Jesus, em que haveis de visitar a minha alma e unir-Vos ao meu coração. Parece-me que a mim também dirigis o amoroso convite com que chamáreis vossa Margarida para que se alimentasse do maná celeste! Ó Jesus, tão somente o vosso Coração, que é o Coração de Deus, tão somente o vosso Amor, que é o Amor dos amores podia falar assim às criaturas. (...) Ó Coração de meu Jesus, eu fico confundido por tanta humilhação da vossa parte, por tanto amor entranhado consagrado às almas. Como a parábola dos convidados à ceia, na qual tomaram parte os mendigos, os cegos, os coxos, os desvalidos e em suma todos, sem distinção alguma, assim também em Vós não excluís a ninguém da vossa Grande Promessa [veja quadro no verso deste folheto]. A este favor bem podereis atender, tratando-se de almas fervorosas, mas com outras almas frias e pecadoras, como é que podereis sustentar a Vossa Promessa? O Vosso Coração me responde dizendo: “Os pecadores acharão no meu Coração a fonte perene, o oceano infinito da misericórdia... Os frios se tornarão fervorosos... Os fervorosos hão de chegar a uma grande perfeição...” Ó Jesus de minha alma, quem não Vos amará depois de saber até que ponto chegou o Vosso amor pelas almas? (...)” (Fonte: A Grande Promessa, Ed. Loyola, págs.14/15)


INTENÇÕES DO MÊS

Coloquemos como intenção deste mês a vida de nossos padres. Neste mês,  teremos entre tantas festas a Solenidade de Corpus Christi, cuja instituição (da Eucaristia) aconteceu na quinta-feira Santa, em clima de penitência, já nesta Solenidade do Santíssimo Corpo e do Preciosíssimo Sangue de Nosso Senhor Jesus Cristo,  a Eucaristia é comemorada em clima festivo,  em clima de alegria.

São Tomás de Aquino focalizava o tríplice aspecto, segundo os seguintes ponto de vista: do passado,  Memorial da Paixão de Cristo verdadeiro sacrifício; do presente, Sacramento da unidade de Cristo com os homens; do futuro, sinal prefigurativo (símbolo) do “gozo da divindade”.

Portanto, diante das constantes perseguições e calúnias dirigidas à pessoa dos padres, vemos a necessidade de orarmos por eles e por nossos bispos e diáconos, como também pela fecundidade de seu ministério e pelos frutos destes para o Reino de Deus, pois o nosso “inimigo” não satisfeito, não se cansa de gastar munições com eles.

Pela perseverança dos que são fiéis à sua santa vocação e pelo reerguimento daqueles que, num momento de fraqueza, decaíram da graça, intensifiquemos nossas súplicas e intercessão. Engajemo-nos na defesa permanente da reputação de nossos padres, pois a instituição do Sacerdócio por Cristo é uma verdade indiscutível e também uma bênção da qual não podemos prescindir: sem suas mãos sacerdotais, não haveria para nós a Sagrada Eucaristia, Corpo e Sangue de Cristo, suma riqueza e sumo bem da Igreja, e nenhum dos demais sacramentos! Acolhamos e amemos este régio presente do Senhor para nós: o sacerdote validamente ordenado.  

Sagrado Coração de Jesus, eu espero e confio em Vós!


REZEMOS       

Eis a Grande Promessa que o próprio Jesus revelou a Santa Margarida Maria Alacoque: “No Excesso da misericórdia do meu amor onipotente concederei a todos os que comungarem em nove primeiras sextas-feiras de nove meses consecutivos a graça da penitência final, não morrendo eles no meu desagrado, tampouco sem receberem os sacramentos; e o meu Coração será para ele asilo seguro em seus transes extremos”.

Para merecer a graça da Grande Promessa é necessário: 1º receber nove vezes a Santa Comunhão; 2º na primeira sexta-feira de cada mês; 3º e isto por nove meses consecutivos; 4º aproximar-se da Sagrada Mesa, não só em estado de graça [com a confissão sacramental em dia!] e sem más intenções, mas também com a intenção de honrar de modo especial o Sagrado Coração de Jesus, que pediu estas comunhões em reparação da ingratidão e do abandono de que é vítima por parte de tantas almas; 5º renovar em cada comunhão a intenção de cumprir a devoção das nove sextas-feiras, a fim de obter o fruto da Grande Promessa, isto é, da penitência final.

Jesus, manso e humilde de coração, fazei o nosso coração semelhante ao Vosso!

ATENÇÃO: Esta pia devoção NÃO SUBSTITUI a participação frequente nas missas dominicais, preceito do Senhor.

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Coração de Sião - Maio de 2012

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POR QUE ACENDEMOS VELAS? 

Muita gente faz promessa de acender velas...

Qual é o significado disto?

O fogo e a luz são símbolos da vida, significam vida.

Quando vemos a fumaça da chaminé ou a janela iluminada, já concluímos que naquela casa existe vida. Porque há fogo e luz.

Jesus disse assim: "Quando acendemos uma vela, colocamo-la, não debaixo da mesa, mas sobre o castiçal, para que ela ilumine a todos que estão em casa. Assim também deve brilhar vossa luz diante dos homens, para que eles vejam vossas boas obras e glorifiquem vosso Pai que está nos céus" (Mt 5,14).

Jesus falava exatamente da luz da fé. Comparou a fé com uma vela acesa. Aquele que vive sua fé, brilha como a luz. Aquele que evita o mal e procura praticar o bem por amor de Deus, esse ilumina os outros. Quem não se esforça por evitar o mal, vive na escuridão e espalha escuridão.

Em uma sepultura, quando acendemos uma vela sobre ela, significa que a pessoa ali sepultada tinha fé, vivia sua fé, irradiava luz com as boas obras que fazia. Significa também esperança de vida eterna. E, como a fé é vida em Deus, a vela acesa sobre o túmulo de um cristão significa também presença de Deus.

Já se vê que é um absurdo acender vela sobre o túmulo de um ateu ou de uma pessoa sem fé. Se a pessoa não tinha fé e não praticava o bem, a vela acesa sobre seu túmulo é uma mentira, porque está significando uma coisa que não existiu.

Jesus disse: "Onde houver dois ou mais rezando em meu nome, no meio deles estarei eu" (Mt 18,20).

Por isso, toda vez que nos reunimos na igreja, na capela ou em casa para rezar, começamos por acender as velas, para significar a fé daqueles que rezam, para significar a presença de Deus em nossa vida e, sobretudo a presença de Deus naquela oração.

Por isso é que na noite do sábado santo o celebrante acende o círio pascal (aquela vela grande), significa a ressurreição de Jesus, isto é, a nova vida de Cristo e sua presença entre nós.

Quando se batiza uma criança, para significar que o Batismo comunica a vida da fé e para significar também a presença de Deus na alma da criança, acende-se uma vela. Essa vela do Batismo é acesa no círio pascal, mostrando que a vida de fé da criança é a mesma nova vida de Cristo em sua ressurreição.

Enfim, nas celebrações religiosas (seja a Santa Missa, os Sacramentos ou qualquer ato de culto), as velas acesas significam a expressão da vida de fé daqueles que rezam e a presença de Deus entre nós.

Promessa é penitência. Se você faz uma penitência e acende velas como testemunho de sua fé, você está certo. Ao contrário, se uma pessoa não tem religião, não vive sua fé, não dá atenção para as coisas de Deus, mas faz promessa de acender velas, esta pessoa está fazendo algo inútil, pois neste caso, o ato de acender velas, nada exprime.

Concluímos que a vela que se acende por motivo religioso só tem valor se a pessoa que acende tem fé, faz algum esforço para viver sua religião, faz penitência, procura a amizade com o próximo e com Deus.

Há certas pessoas que não vivem sua religião, não vivem sua fé e só se lembram de Deus quando estão em dificuldade. Essas pessoas também fazem promessas de acender velas. Neste caso, quem faz a "penitência" é a vela que está se queimando. Tais pessoas não fazem nada mais do que riscar um fósforo, o que não é lá grande trabalho.

A vela acesa é símbolo de nossa fé, de nossa vida em Deus e da presença de Deus em nós. .

Fonte - Pe. Ximenes Coutinho - Paróquia do Senhor dos Passos e  acidigital.com

 


INTENÇÕES DO MÊS

Vivemos tempos difíceis!

Para os verdadeiros cristãos, é tempo de tirarmos nossas lâmpadas de debaixo da mesa, de sairmos dos nossos esconderijos, do nosso comodismo; tenhamos coragem de lutar, nadar contra a correnteza do indiferentismo, do relativismo e de tantos outros “ismos” que nos são oferecidos por aqueles que detêm o poder e o tomam em suas mãos segundo seus próprios interesses, desprezando assim o interesse e o direito dos excluídos e indefesos. Assistimos a poucos dias um exemplo disto, o poder da justiça dos homens decidindo contra a vida dos fetos anencéfalos.  

Jesus nos diz: “Vós sois a luz do mundo. Não é possível esconder uma cidade situada sobre um monte, nem se acende uma lâmpada para se pôr debaixo da mesa, mas num candelabro, para que ilumine todos os da casa. É assim que deve brilhar vossa luz diante das pessoas, para que vejam vossas boas obras e glorifiquem vosso Pai que está nos céus”. (cf. Mt 5, 14-16) 

Como intenção para este mês, rezemos por todos, mas de modo muito especial pelos cristãos, para que assumam a postura de batizados e assim, se posicionem contra todas as situações que vão contra a vida, a moral e todo o desrespeito a pessoa humana.          

Que a Graça de Deus e Sua Alegria possam ser plenas em cada ser humano!

Sagrado Coração de Jesus, eu espero e confio em Vós!


REZEMOS  

Neste mês em que toda a Igreja volta seu olhar para a Mãe Daquele que é a nossa Luz, peçamos a intercessão de Nossa Senhora da Luz, pelas intenções apresentadas e aquelas que trazemos em nossos corações, rezando: Ó Senhora da Luz, dona de todos as graças, cobre-nos com o teu manto resplandecente, pois vós sois a luz que nos guia pelas trevas e pela vossa imensa misericórdia nos dais força e alento para seguir o nosso rumo, que nos leva até vós, ó Cheia de Graça. Nossa Senhora, pelo Espírito Santo iluminada, Mãe de Nosso Senhor, nossa fonte de Luz, vois sois nossa força e o nosso caminho, e nos protegeis por entre montanhas e vales, pelos desertos e ilhas, no sofrimento e tortura, nas perseguições que sofremos. Ó Nossa Senhora da Luz, Nossa Mãe, cobre-nos com a tua interminável Glória, e continua a iluminar o nosso caminho, com a vossa interminável e Divina Luz, que outra coisa não queremos ver, senão as maravilhas da vossa presença. Ó Nossa Senhora da Luz, Mãe de Deus, ajuda-nos com a tua bondade infinita a enfrentar todos os perigos e tentações, para que com a vossa preciosa ajuda, sigamos nosso caminho com a vossa Luz, e longe da escuridão das trevas. Amém!

                Jesus, manso e humilde de coração, fazei o nosso coração semelhante ao Vosso!

1 Pai Nosso; 1 Ave Maria; 1 Glória.

     Nossa Senhora da Luz... Rogai por nós!

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Coração de Sião - Abril de 2012

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Queridos Amigos, Associados e Benfeitores de Sião,

PARA QUE SOFRER? 

Na primeira sexta-feira do mês de abril de 2012, dia em que normalmente a Igreja faz memória ao Sagrado Coração de Jesus, celebramos a Paixão de Nosso Senhor revivendo o dia em que seu Sagrado Coração parou de pulsar, diante disto, os que estavam aos pés da Cruz “viram que Jesus estava morto, não lhe quebraram as pernas, mas um dos soldados traspassou-lhe o lado com uma lança, e logo saiu sangue e água”. (cf. Jo 19, 33-34)

Quando vemos o sofrimento de Jesus nos deparamos com o sentido humano do sofrer: padecer dores físicas ou morais; o que devemos suportar com paciência, transcendendo diante do sofrimento, pois foi através do sofrimento que nos foi conquistada a nossa Salvação.

Olhando o sofrimento de Jesus vemos que "não é simplesmente uma possibilidade qualquer, mas a possibilidade de realizar o valor supremo, a oportunidade de dar plenitude ao significado mais profundo da vida" (Frankl, 2001, pág. 190).

O Beato João Paulo II escreveu “O sofrimento de Deus crucificado não é apenas uma forma de sofrimento ao lado das outras... Cristo, sofrendo por todos nós, conferiu um novo sentido ao sofrimento, introduziu-o numa nova dimensão, numa nova ordem: a do amor... A paixão de Cristo na Cruz deu um sentido radicalmente novo ao sofrimento, transformou-o a partir de dentro... É o sofrimento que arde e consome o mal com a chama do amor... Todo o sofrimento humano, toda a dor, toda a enfermidade encerra uma promessa de salvação... O mal... existe no mundo também para despertar em nós o amor, que é dom de si... a quem é visitado pelo sofrimento... Cristo é o Redentor do mundo: 'Fomos curados pelas suas chagas' (Is 53, 5)”.

Um dos exercícios de piedade propostos para a Quaresma pela Igreja, é a Via Sacra. Esta nos leva a meditar a Paixão de Cristo, o caminho de dor, mas também rota de esperança e de vitória certa.

Apesar da proposta ser de dor, através do sofrer de Cristo, “Deus nos quer contentes, para isto é preciso que façamos a nossa parte, aquilo que nos é possível e então seremos felizes, felicíssimos, ainda que em momento nenhum nos falte a Cruz.

A cruz não é um patíbulo, e sim o trono onde reina Cristo e ao seu lado Maria, sua Mãe e nossa também.

Precisamos ter a certeza que a Virgem Santa nos alcançará a fortaleza de que necessitamos para caminharmos com decisão, seguindo seu Filho.” (cf. Amigos de Deus, 141) 

O tempo da Quaresma é um período forte de revisão de vida, de conversão em preparação para a Páscoa. Pois é “no mistério pascal, que Cristo deu início à união com o homem na comunidade da Igreja. O mistério da Igreja exprime-se nisto: a partir do ato em que alguém recebe o Batismo, que configura a Cristo, e depois mediante o seu Sacrifício - sacramentalmente mediante a Eucaristia - a Igreja edifica-se espiritualmente, sem cessar, como Corpo de Cristo. Neste Corpo, Cristo quer estar unido a todos os homens, e está unido de modo especial àqueles que sofrem. De fato, aquele que sofre em união com Cristo - assim como o Apóstolo Paulo suportava as suas 'tribulações' em união a Cristo - não só recebe de Cristo a força de que necessita, mas 'completa' também com o seu sofrimento 'aquilo que falta aos sofrimentos de Cristo'” (cf. Carta Apostólica - Salvifici Doloris nº 24).


INTENÇÕES DO MÊS 

Neste ano para o tempo da Quaresma a CNBB propôs como tema da Campanha da Fraternidade: “Fraternidade e Saúde Pública”, com o lema: “Que a Saúde se difunda sobre a Terra” (cf. Eclo 38,8). Sabemos que a falta de saúde é uma das causas dos sofrimentos!

O nosso Coração de Sião deste mês nos apresenta como tema: “Para que sofrer?”. Sabemos que existem hoje na sociedade de nosso país, assim como no mundo, muitas situações de sofrimento geradas por inúmeras situações. O texto nos apresenta um pouco sobre o valor do sofrimento, porém, para que possamos suportar e até mesmo superar os sofrimentos, independente das causas, é preciso que estejamos ligados Àquele que sofreu tudo por nós, até a última gota de seu preciosíssimo Sangue.

Então coloquemos como intenção de nossas orações deste mês, todos aqueles que estão sofrendo seja pelos problemas de saúde, por falta de atendimento adequado, mas sobretudo rezemos por aqueles que sofrem por ainda não conhecerem a Jesus ou ainda não o aceitarem como Senhor de suas vidas, Àquele que pode aliviar as suas dores.  

Que a Graça de Deus e Sua Alegria possam ser plenas em cada ser humano!

Sagrado Coração de Jesus, eu espero e confio em Vós!


REZEMOS 

É tempo da Paixão, Morte e Ressurreição de Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo, mas sobretudo tempo de Vitória sobre o pecado e a morte e também sobre toda a forma de sofrimento.

Jesus em sua Cruz assumiu todo o mal para nossa libertação.

Rezemos ao Senhor que ajude a humanidade a tomar consciência de quem é o Senhor de nossas vidas.

Rezemos também a Ele por nossa conversão e também pela conversão de todos aqueles que sofrem, seja qual for o motivo. Que Ele nos ensine a oferecer toda a nossa dor pela conversão da humanidade.

Com o salmo 21, apresentemos ao Senhor o nosso sofrimento e também o daqueles por quem estivermos rezando:

Riem de mim todos aqueles que me vêem, torcem os lábios e sacodem a cabeça; ‘Ao Senhor se confiou, ele o liberte e agora o salve, se é verdade que ele o ama!’ Cães numerosos me rodeiam furiosos, e por um bando de malvados fui cercado. Transpassaram minhas mãos e os meus pés e eu posso contar todos os meus ossos. Eles repartem entre si as minhas vestes e sorteiam entre si a minha túnica. Vós, porem, ó meu Senhor, não fiqueis longe, ó minha força, vinde logo em meu socorro! Anunciarei o vosso nome a meus irmãos e no meio da assembléia hei de louvar-vos! Vós que temeis ao Senhor Deus, dá-lhe louvores, glorificai-o, descendentes de Jacó, e respeitai-o, toda raça de Israel!”

Jesus, manso e humilde de coração, fazei o meu coração semelhante ao Teu!

1 Pai Nosso; 1 Ave Maria; 1 Glória.

 

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