Coração de Sião

Coração de Sião - Agosto de 2018

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Vocação é para nossa felicidade na salvação

Chegamos a agosto, mês que a Igreja se volta para a questão vocacional!

Lembrando, o termo vocação vem da palavra latina “Vocatio”, significa: O ato de chamar de Deus. Para o cristão é claro que quem chama é Deus, o único que pode entrar na vida do homem com voz imperiosa, para lhe revelar a primeira finalidade para a qual o criou, o colocou na terra.

Por isso, ouvimos dizer que a vocação nasce no coração de Deus como um chamado, como um bem para seu povo. Sendo assim, não podemos entender a vocação sem o pano de fundo da história da Salvação. Deus nos dá uma vocação para serviço do povo, em vista da nossa salvação e de todos. Somos os primeiros a serem salvos na medida em que vivemos o chamado na perspectiva do serviço. Eis, então, a bela relação entre vocação, salvação, missão e misericórdia.

Se a vocação é para nossa felicidade na salvação, somente se realiza como tal na medida do serviço na missão, pois não podemos falar de salvação sem missão e felicidade sem relação e serviço. A felicidade é condicionada à missão e a salvação acontece nas relações dentro da missão. Tudo isto se revela como uma obra de misericórdia de Deus, que, ao nos criar, nos deu um “lugar no mistério da vida”, para que nos realizássemos como filhos seus e cooperássemos com sua obra de salvação do gênero humano e plenificação da criação. A parábola dos operários da vinha, chamados em momentos diferentes, mas todos receberam o mesmo “salário” (cf. Mt 20, 1-15), exemplifica esta realidade. Alguns despertam cedo sua vocação, outros porque “ninguém chamou” fazem um discernimento posterior, no entanto, somos todos operários.

Na “empresa” de Deus não há lugar para desocupados ou desempregados. Na vida, todos somos chamados a cooperar com Deus por meio de uma vocação específica no serviço missionário, como instrumento da misericórdia d'Ele, em vista da salvação de todos e nisto encontrar nossa realização, felicidade.

Neste mês dedicado às vocações, precisamos repensar o “nosso lugar no mistério da vida. Já descobri minha vocação? Como estou vivendo a minha vocação? Eu a vivo com empenho, sentimento de pertença à Igreja e dedicação aos outros? Sinto que Deus usou de misericórdia no chamado que me fez e o realizo como instrumento desta mesma misericórdia? Sinto-me realizado no serviço missionário? Sinto-me verdadeiramente como discípulo e missionário na vinha do Senhor? Muitas perguntas poderíamos deixar que o Espírito Santo nos fizesse para nos ajudar neste mês a rezar por nossa vocação. Rezemos não apenas por nós, mas por todas as vocações que são como flores num jardim pedindo a Deus que mande operários para sua messe.

Fonte – cf. reflexão de Dom Mariano Manzano - Bispo Diocesano de Mossoró-RN

https://berakash.blogspot.com/2018/04/dom-mariano-manzanovocacao-e-salvacao.html


INTENÇÕES DO MÊS

Neste mês, unidos ao Papa Francisco e a toda a Igreja, coloquemos como intenção das nossas orações:

As intenções do Santo Padre que pede para rezar pelo “tesouro” da família, “para que as grandes escolhas econômicas e políticas protejam a família como um tesouro da humanidade”.

Coloquemos ainda nas nossas intenções os cristãos do mundo inteiro que estão sendo perseguidos e martirizados, de modo especial os irmãos da Nicarágua.

Coloquemos também em nossas intenções todas as leis que preveem regular e interromper a gravidez, em qualquer fase da gestação. De modo especial a ADPF 442 que trata da liceidade do aborto. Que os legisladores possam se deixar orientar pelo Espírito Santo e não aprovem tais leis.

Que os cristãos se voltem para o Senhor e o testemunhem, reconhecendo-se filhos de Nossa Senhora e obedientes a ela, busquem a unidade e a paz.

Sagrado Coração de Jesus, nós esperamos e confiamos em Vós!


REZEMOS 

Rezemos nas intenções apresentadas e também neste mês de agosto, de modo especial por todas as vocações.

Oremos - "Senhor, vós quisestes salvar os homens e as mulheres, e fundastes a Igreja como comunhão de irmãos reunidos no vosso amor. Continuai a passar no meio de nós e a chamar aqueles que escolhestes para ser a voz do vosso Espírito Santo, fermento de uma sociedade mais justa e fraterna. Concedei-nos do Pai celeste orientadores espirituais de que as nossas comunidades precisam: verdadeiros sacerdotes do Deus vivo que, iluminados pela vossa Palavra, saibam falar de vós e ensinar a falar convosco. Fazei crescer a vossa Igreja mediante um florescimento de consagrados que vos entreguem tudo, para que vós possais salvar a todos. Que nossas comunidades celebrem no canto e no louvor a Eucaristia, como ação de graças à vossa glória e à vossa bondade, e saibam ir pelos caminhos do mundo para comunicar a alegria e a paz, dons preciosos da vossa salvação. Senhor, dirigi o vosso olhar para toda a humanidade e manifestai a vossa misericórdia aos homens e às mulheres que na oração e na retidão de vida vos procuram sem vos terem ainda encontrado!

Pai-Nosso, Ave-Maria e Glória.

Jesus, manso e humilde de coração, fazei o nosso coração semelhante ao Vosso!

Fonte – cf. Oração da Jornada Mundial pelas Vocações – João Paulo II

 

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Coração de Sião - Julho de 2018

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O meu socorro virá do Senhor”

Com o mês de julho entramos no segundo semestre de 2018, e logo em seu início, somos questionados em relação à nossa fé, pois já no dia três celebramos a festa de São Tomé!

Falarmos da vida dos santos é lembrarmos homens e mulheres que seguiram com sua vida, com seu testemunho a Jesus Cristo, cristãos que acreditaram “que o nosso socorro vem do Senhor” (cf. Sl 120, 2).

São Tomé ao apalpar o lado aberto de Jesus, exclama: “meu Senhor e meu Deus!” (Jo 20, 28). Jesus lhe questiona: “Acreditastes porque me vistes?” (Jo 20, 29).

Podemos em princípio pensar que o que aconteceu com São Tomé foi por acaso, porém, é importante sabermos que nada disso aconteceu por acaso, mas por disposição da providência divina. A clemência do alto agiu de modo admirável a fim de que, ao apalpar as chagas do corpo de seu mestre, aquele discípulo que duvidara, curasse as chagas da nossa falta de fé. A incredulidade de Tomé foi mais proveitosa para a nossa fé, do que a fé dos discípulos que acreditaram logo. Pois, enquanto ele é reconduzido à fé porque pôde apalpar, o nosso espírito, pondo de lado toda dúvida, confirma-se na fé. Deste modo, o discípulo que duvidou e apalpou, tornou-se testemunha da verdade da ressurreição.

Tomé apalpou e exclamou: Meu Senhor e meu Deus! Jesus lhe disse: “Acreditaste,porque me viste?” (Jo 20,28-29). São Paulo nos diz que “a fé é um modo de já possuir o que ainda se espera, a convicção acerca das realidades que não se veem” (Hb 11, 1), logo, está claro que a fé é a prova daquelas realidades que não podem ser vistas. De fato, as coisas que podemos ver, não são objeto de fé, e sim de conhecimento direto. Então, se Tomé viu e apalpou, por qual razão o Senhor lhe disse: Acreditaste, porque me viste? É que ele viu uma coisa e acreditou noutra. A divindade não podia ser vista por um mortal. Ele viu a humanidade de Jesus e proclamou a fé na sua divindade, exclamando: Meu Senhor e meu Deus! Por conseguinte, tendo visto, acreditou. Vendo um verdadeiro homem, proclamou que ele era Deus, a quem não podia ver.

Alegra-nos imensamente o que vem a seguir: “Bem-aventurados os que creram sem ter visto” (Jo 20,29). Não resta dúvida de que esta frase se refere especialmente a nós. Pois não vimos o Senhor em sua humanidade, mas o possuímos em nosso espírito. É a nós que ela se refere, desde que as obras acompanhem nossa fé. Com efeito, quem crê verdadeiramente, realiza por suas ações a fé que professa. Mas, pelo contrário, a respeito daqueles que têm fé apenas de boca, eis o que diz São Paulo: “Fazem profissão de conhecer a Deus, mas negam-no com a sua prática” (Tt 1,16). É o que leva também São Tiago a afirmar: “A fé, sem obras, é morta” (Tg 2,26).

Fonte - Liturgia das horas  2ª leitura  - Festa de São Tomé Apostolo - Homilia de São Gregório Magno   


INTENÇÕES DO MÊS

Neste mês, unidos ao Papa Francisco e a toda a Igreja, coloquemos como intenção das nossas orações:

As intenções do Santo Padre que pede para rezar pelos sacerdotes em sua missão pastoral, para que aqueles “que vivem com dificuldade e na solidão o seu trabalho pastoral se sintam ajudados e confortados pela amizade com o Senhor e com os irmãos”.

Continuemos pedindo pelas intenções da CF 2018 e por todas as situações de violência, falta de paz, pobreza e fome no mundo. De modo muito especial, peçamos pelas crianças e idosos.

Coloquemos também em nossas intenções todas as leis que preveem regular e interromper a gravidez, em qualquer fase da gestação. Que os legisladores possam se deixar orientar pelo Espírito Santo e não aprovem tais leis.

Que os cristãos se voltem para o Senhor e o testemunhem, reconhecendo-se filhos de Nossa Senhora e obedientes a ela, busquem a unidade e a paz.   

Sagrado Coração de Jesus, nós esperamos e confiamos em Vós!


REZEMOS 

 

Rezemos com o Salmo 120, pelas intenções apresentadas e também para que cresçamos na fé, neste mês de julho, pedindo a intercessão de São Tomé, Nossa Senhora do Carmo, São Bento e São Camilo de Lélis, que entre outros santos celebramos neste mês!

Oremos - "Para os montes levanto os olhos: de onde me virá socorro? O meu socorro virá do Senhor, criador do céu e da terra. Ele não permitirá que teus pés resvalem; não dormirá aquele que te guarda. Não, não há de dormir, nem adormecer o guarda de Israel. O Senhor é teu guarda, o Senhor é teu abrigo, sempre ao teu lado. De dia, o sol não te fará mal; nem a lua durante a noite. O Senhor te resguardará de todo o mal; ele velará sobre tua alma. O Senhor guardará os teus passos, agora e para todo o sempre."  Amém!

Pai-Nosso, Ave-Maria e Glória.

Jesus, manso e humilde de coração, fazei o nosso coração semelhante ao Vosso!

 

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Coração de Sião - Junho de 2018

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 “Vinho novo em odres novos

Chegamos à metade do ano. Após cinco meses intensos, muita festa litúrgica, período que concluímos com a Solenidade de Corpus Christi no último dia trinta e um de maio.

Agora, durante o tempo comum que irá perdurar até 25 de novembro quando celebraremos a Festa de Cristo Rei, permaneçamos no sopro do Pentecostes, não percamos de vista tudo o que vivemos nesses primeiros meses de 2018. Durante os próximos meses vivamos sob a moção do Espírito Santo, vivamos como os apóstolos, pois no dia de Pentecostes, eles “começaram a falar em todas as línguas. Aprouve a Deus, naquele momento, significar a presença do Espírito Santo, fazendo com que todo aquele que O tivesse recebido, falasse em todas as línguas. Devemos compreender que se trata do mesmo Espírito, pelo qual o amor de Deus foi derramado em nossos corações.

O amor haveria de reunir na Igreja de Deus todos os povos da terra. Como naquela ocasião um só homem, recebendo o Espírito Santo, podia falar em todas as línguas, agora, uma só Igreja, reunida pelo Espírito Santo, se exprime em todas as línguas. Se por acaso alguém nos disser: 'Recebeste o Espírito Santo; por que não falas em todas as línguas?'  responderemos: 'Eu falo em todas as línguas. Porque sou membro do Corpo de Cristo, isto é, da sua Igreja, que se exprime em todas as línguas. Que outra coisa quis Deus significar pela presença do Espírito Santo, a não ser que sua Igreja falaria em todas as línguas?’

Deste modo, cumpriu-se o que o Senhor tinha prometido: ‘Ninguém coloca vinho novo em odres velhos. Vinho novo deve ser colocado em odres novos. E assim ambos são preservados’ (cf. Lc 5,37-38).

Por isso, quando ouviram os apóstolos falar em todas as línguas, diziam, com certa razão: ‘Estão cheios de vinho’ (At 2,13). Na verdade, já transformados em odres novos, renovados pela graça da santidade, a fim de que, repletos do vinho novo, isto é, do Espírito Santo, parecessem ferver ao falar em todas as línguas. Com este milagre tão evidente prefiguravam a universalidade da futura Igreja, que haveria de abranger as línguas de todos os povos.

Celebremos sempre, nesta lembrança, este dia como membros do único Corpo de Cristo.  Não celebraremos em vão, se realmente somos aquilo que celebramos, isto é, se estamos perfeitamente incorporados naquela Igreja que o Senhor enche do Espírito Santo e faz crescer progressivamente através do mundo inteiro. Esta Igreja ele reconhece como sua e é por ela reconhecido como seu Senhor. O esposo não abandonou sua esposa; por isso ninguém pode substituí-la por outra.

É a vós, homens de todas as nações, que sois a Igreja de Cristo, membros de Cristo,  corpo de Cristo, esposa de Cristo, é a vós que o Apóstolo dirige as palavras: 'suportai-vos uns aos outros com paciência, no amor. Aplicai-vos em guardar a unidade do espírito pelo vínculo da paz' (Ef 4,2-3). Então, ao lembrar o preceito de nos suportarmos uns aos outros, falou-nos do amor, e se referindo à esperança da unidade, evidenciou o vínculo da paz.

A Igreja, casa de Deus, edificada com pedras vivas. Nela o Eterno Pai gosta de morar; nela seus olhos jamais devem ser ofendidos pelo triste cena da divisão entre seus filhos”.   

Fonte – liturgia das horas – 2ª leitura  - sábado – 7ª semana – tempo pascal  - Dos Sermões de um Autor africano anônimo, do século VI


INTENÇÕES DO MÊS

Neste mês, unidos ao Papa Francisco e a toda a Igreja, coloquemos como intenção das nossas orações:

 Em junho, a intenção do Santo Padre é dedicada às redes sociais, para que estas “favoreçam a solidariedade e o respeito pelo outro na sua diferença”.

Continuemos ainda neste mês a pedirmos pelas intenções da CF 2018 e por todas as situações de violência, falta de paz, pobreza e fome no mundo. De modo muito especial peçamos pelas crianças e idosos.

Neste mês dedicado ao Sagrado Coração de Jesus e Imaculado Coração de Maria, devoções populares e, sem dúvida, é uma das piedades mais difundidas e mais amadas pelos fiéis. Peçamos para que os cristãos se voltem para o Senhor e o testemunhem, reconhecendo-se filhos de Nossa Senhora e obedientes a ela, busquem a unidade e a paz.   

Imaculado coração de Maria, sede a nossa salvação.

Sagrado Coração de Jesus, nós esperamos e confiamos em Vós!


 

 

REZEMOS

 

Rezemos neste mês dedicado ao Sagrado Coração de Jesus e ao Imaculado Coração, pedindo sua intercessão!

“Santíssimos Corações de Jesus e Maria, unidos no amor perfeito, como nos olhais com carinho e misericórdia, consagramos nossos corações, nossas vidas, nossas famílias e assim também todos os cristãos a Vós. Conhecemos que o belo exemplo de vosso lar em Nazaré, foi um modelo para cada uma de nossas famílias. Esperamos obter, com Vossa ajuda, a união e o amor forte e perdurável que vos destes. Que todos os lares sejam cheios de alegria. Que o afeto sincero, a paciência, a tolerância, e o respeito mútuo sejam dados livremente a todos. Que nossas orações incluam as necessidades dos outros, não somente as nossas. E que sempre estejamos próximos dos sacramentos. Abençoai a todos os presentes e também os ausentes, tantos os vivos como os defuntos; que a paz esteja conosco, e quando formos provados, concedei a resignação cristã à vontade de Deus. Mantende nossas famílias perto de Vossos Corações; que Vossa proteção especial esteja sempre conosco”. Amém!

Sagrados Corações de Jesus e Maria, escutai nossa oração.

Pai-Nosso, Ave-Maria e Glória.

Jesus, manso e humilde de coração, fazei o nosso coração semelhante ao Vosso!

 

FONTE – http://www.comunidadesiao.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=5003:oracao-de-consagracao-aos-sagrados-coracoes-de-jesus-e-imaculado-coracao-de-maria&catid=7:espiritualidade&Itemid=83

 

 

 

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