Coração de Sião

Coração de Sião - Setembro de 2015

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Não acrescente nada às suas palavras! 

“Toda a palavra de Deus é provada, é um escudo para quem se fia nele. Não acrescentes nada às suas palavras, para que ele não te corrija e sejas achado mentiroso”. (Pr 30, 5-6)

A Igreja Católica no Brasil escolheu o mês de setembro para colocar em destaque a Bíblia, a Sagrada Escritura.

É importante saber que: “As coisas reveladas por Deus, contidas e manifestadas na Sagrada Escritura (Bíblia), foram escritas por inspiração do Espírito Santo. Com efeito, a santa mãe Igreja (Católica Apostólica Romana), segundo a fé apostólica, considera como santos e canônicos (catalogados) os livros inteiros do Antigo e do Novo Testamento com todas as suas partes, porque, escritos por inspiração do Espírito Santo1, têm Deus por autor, e como tais foram confiados à própria Igreja. Todavia, para escrever os livros sagrados, Deus escolheu e serviu-se de homens na posse das suas faculdades e capacidades, para que, agindo Ele neles e por eles, pusessem por escrito, como verdadeiros autores, tudo aquilo e só aquilo que Ele queria.

E assim, como tudo quanto afirmam os autores inspirados ou hagiógrafos deve ser tido como afirmado pelo Espírito Santo, por isso mesmo se deve acreditar que os livros da Escritura ensinam com certeza, fielmente e sem erro, a verdade que Deus, para nossa salvação, quis que fosse consignada nas sagradas Letras. Por isso, “toda a Escritura é divinamente inspirada e útil para ensinar, para corrigir, para instruir na justiça: para que o homem de Deus seja perfeito, experimentado em todas as obras boas’” ( Tim. 3, 7-17 gr.). (Dei Verbum 11).

“Ao lermos as Escrituras, fica bem claro que a proposta do Evangelho não consiste só numa relação pessoal com Deus. E a nossa resposta de amor também não deveria ser entendida como uma mera soma de pequenos gestos pessoais a favor de alguns indivíduos necessitados, o que poderia constituir uma ‘caridade por receita’, uma série de ações destinadas apenas a tranquilizar a própria consciência. A proposta é o Reino de Deus (cf. Lc 4, 43); trata-se de amar a Deus, que reina no mundo. À medida que Ele conseguir reinar entre nós, a vida social será um espaço de fraternidade, justiça, paz e dignidade para todos. Por isso, tanto o anúncio como a experiência cristã, tendem a provocar consequências sociais. Procuremos o seu Reino: ‘Procurai primeiro o Reino de Deus e a sua justiça, e tudo o mais se vos dará por acréscimo’ (Mt 6, 33). O projeto de Jesus é instaurar o Reino de seu Pai; por isso, pede aos seus discípulos: ‘Proclamai que o Reino do Céu está perto’ (Mt 10, 7)”. (Evangelii Gaudium, 180)

 1 - cfr. Jo. 20,31; 2 Tim. 3,16; 2 Ped. 1, 19-21; 3, 15-16 


INTENÇÕES DO MÊS 

Neste mês de setembro, unidos ao Papa Francisco e a toda a Igreja, coloquemos como intenção das nossas orações:

        - Que aumentem as oportunidades de formação e de trabalho para os jovens.

        - Que a vida dos catequistas seja um testemunho coerente da fé que anunciam

E como estamos neste mês dedicado à Bíblia, peçamos ao Senhor que mais e mais a sua Palavra seja anunciada. Que envie mais operários para sua Messe e que estes preguem a sua Palavra.

Além disto, peçamos pela Assembleia Ordinária do Sínodo dos Bispos sobre a Família e também por todos os bispos que irão participar.

 Sagrado Coração de Jesus, eu espero e confio em Vós!


REZEMOS 

Rezemos pelas intenções do mês acima apresentadas e para que cada cristão leia, anuncie e divulgue mais a Palavra de Deus:

Senhor, nossas palavras são demasiadamente pobres para agradecer-te o maravilhoso dom de tua Palavra-escrita que, ultrapassando os limites do tempo continua a falar-nos da Fé, que dá sentido a vida, da Alegria, que abre os corações e do Amor, que nos faz irmãos. Concede-nos Senhor, grande amor pela Bíblia. Queremos aproximar-nos desse livro com fé, para que saibamos encontrar em suas páginas sagradas a resposta para os nossos problemas, o amor que une a família e a paz que o mundo precisa. Ensina-nos, Senhor, a ler a Bíblia com respeito, humildade e fé. Queremos colocá-la em nossas casas para que seja luz que ilumina, palavra que acalma, presença viva de amor! Nós te pedimos, ó Pai, que o homem de hoje, cansado e insatisfeito, tenha a coragem de aproximar-se da Bíblia para encontrar nela o Caminho, a Verdade e a Vida. Amém.

Ó Maria concebida sem pecado, rogai por nós que recorremos a vós!  

Jesus, manso e humilde de coração, fazei o meu coração semelhante ao Teu!

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Coração de Sião - Agosto de 2015

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E A SUA VOCAÇÃO...?

Chegamos ao mês de agosto que é um dos meses temáticos, sendo este caracterizado como vocacional instituído pela CNBB na Assembléia geral de 1981.

Neste mês a Igreja no Brasil enfatiza o tema vocacional, mas não somente neste devemos querer saber, procurar, discernir... a vocação pessoal.

O termo “vocação” vem da palavra latina “vocare”, que quer dizer chamar. No contexto cristão, dizemos que o vocacionado é uma pessoa que discerniu em si a vontade de Deus.

O discernimento da vocação exige o confronto pessoal e a percepção mais profunda de si. Quem se sente confuso, deve buscar ajuda em pessoas sólidas, que tenham boa formação. Isso para realizar um trabalho de organização interna, pelo qual se criam as condições de enxergar mais profundamente dentro de si. Para o cristão, o discernimento implica ainda a oração, a relação de intimidade com Deus. Cada pessoa é chamada por Deus a ter uma vida realizada e plena.

Devemos tomar consciência de que a vocação é um chamado de Deus à vida deve levar à percepção de como se vive este chamado, esta vida que lhe foi dada não só como dádiva, mas também como incumbência; não só como dom, mas como tarefa. Ou seja, como você vai desenvolver esta vocação, este chamado que recebeu na sua concepção (no ventre de sua mãe).

Vocação é algo diferente de aptidão. As aptidões definem, por exemplo, a profissão de uma pessoa. Já a vocação define um estado de vida. Isso significa que o chamado da vocação ocorre num nível mais profundo dentro de nós: o existencial. Não é só o psicológico. Ou seja, ele é mais abrangente, porque compreende um todo: a pessoa em sua realidade física, psíquica e espiritual.

Hoje as pessoas têm muita dificuldade de perceber a sua vocação fundamental, ou seja, se vão se casar ou ser consagrada. Isso porque elas têm dificuldade de se perceber na sua própria vida, na sua própria existência. Sendo assim, fica ainda mais difícil perceber como vão se desenvolver.

Por exemplo, se a pessoa quer discernir se o chamado dela é viver a vida celibatária, ela tem de conhecer a sua realidade física, enquanto necessidades, enquanto manifestações.

É preciso também ter consciência da realidade psicológica, no sentido do seu desenvolvimento, ou seja, se existe o chamado a querer viver um relacionamento específico com alguém, ou o chamado a viver a afetividade de uma forma geral, na partilha com todos (no serviço aos irmãos, na entrega total de sua vida a Deus).

O sentido espiritual é outro elemento. Lemos no Evangelho de São Mateus no capítulo 19: “aqueles que se tornaram eunucos livremente por causa do Reino”. Isso quer dizer que, por causa do Reino, no sentido mais profundo, espiritual, quer-se viver a vida exclusiva de intimidade, de amor e de serviço a Deus. Quem está nessa condição vai abraçar a vida consagrada. Já para a vida conjugal, é necessário o discernimento para ver se existe a disposição interior de dividir a sua vida com alguém, de forma exclusiva.

Para concluirmos, o Espírito Santo nos tempos atuais tem suscitado no coração de muitas pessoas que querem assumir ou já assumiram a vida matrimonial, sua vocação fundamental, o desejo de uma consagração especial, nas novas comunidades. (veja o nº 62 - Exortação Apostólica Pós-Sinodal Vita Consecrata do São João Paulo II)

 Fonte – Dom Orani - http://arqrio.org/formacao/detalhes/508/agosto-vocacional 

Aleteia - http://www.aleteia.org/pt/educacao/artigo/como-discernir-a-minha-vocacao-135001

 


INTENÇÕES DO MÊS

Neste mês de agosto, unidos ao Papa Francisco e a toda a Igreja, coloquemos como intenção das nossas orações:

“Aqueles que colaboram no campo do voluntariado se entreguem com generosidade ao serviço dos mais necessitados.”

E também, “para que, saindo de nós mesmos, saibamos fazer-nos próximos daqueles que se encontram nas periferias das relações humanas e sociais”. 

E como estamos neste mês dedicado às vocações, peçamos que o Senhor que envie operários para sua Messe. Que Ele suscite vocações sacerdotais, religiosas e leigas consagradas.

E ainda em nossas orações, peçamos pela Assembléia Ordinária do Sínodo dos Bispos sobre a Família e também por todos os bispos que irão participar.

 Sagrado Coração de Jesus, eu espero e confio em Vós!


REZEMOS 

Rezemos pelas vocações e por todos o vocacionados e também pelas demais intenções acima apresentadas:

Senhor, no vosso infinito amor, quereis que o PLANO DIVINO DE SALVAÇÃO atinja sempre mais a todos os homens.

Fazei que nossas famílias cristãs se tornem pequenas igrejas onde todos os pais sejam para os filhos, pela palavra e pelo exemplo, os primeiros educadores da fé, e que os filhos à luz do Espírito Santo sejam disponíveis e generosos em seguir o vosso chamado.

Pela intercessão de Maria, Mãe do povo de Deus, vos pedimos mais operários para a vinha.

Confirmai todos os sacerdotes, religiosos e apóstolos leigos em sua nobre vocação. Nesta intenção vos oferecemos nossas preces e ações”.

Por isso, Senhor, rezamos unidos: Pai Nosso; Ave Maria; Glória.

Ó Maria concebida sem pecado, rogai por nós que recorremos a vós!  

 

Jesus, manso e humilde de coração, fazei o meu coração semelhante ao Teu!

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Coração de Sião - Julho de 2015

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NOS CONVERTAMOS... NOS DEIXEMOS MOLDAR!

Neste mês começamos nossa reflexão com a mensagem de Nossa Senhora, do final do mês de junho, quando completou 34 anos de suas aparições em Medjugorje.

Nossa Senhora assumiu com muita responsabilidade a nossa maternidade, conforme o mandato de Jesus do alto da cruz: “Quando Jesus viu sua mãe e perto dela o discípulo que amava, disse à sua mãe: Mulher, eis aí teu filho. Depois disse ao discípulo: Eis aí tua mãe. E dessa hora em diante o discípulo a levou para a sua casa” (Jo 19, 26 - 27).

Como mãe, inicia suas mensagens em Medjugorje, nos dizendo: "Queridos filhos!

Ela continua: “Também hoje o Todo-poderoso concede-me a graça de poder amá-los e de chamá-los à conversão. Que possa Deus ser o seu amanhã, e não a guerra e a instabilidade e não a tristeza, mas a alegria e a paz devem começar a reinar no coração de cada pessoa. Mas, sem Deus, vocês nunca encontrarão a paz. Portanto filhinhos, voltem para Deus e para a oração de tal forma que o seu coração possa cantar de alegria. Eu estou com vocês e os amo com incomensurável amor. Obrigada por terem respondido ao meu chamado." (mensagem de Nossa Senhora em 25 de junho de 2015).

Nossa Senhora, nossa mãe, preocupa-se com o futuro de seus filhos, observando a humanidade tão confusa, desorientada, atentando contra à célula principal da humanidade (da sociedade) que é a família. Nesta mensagem, nos orienta a voltarmos para Deus, para a oração, pois o próprio Deus concedeu a ela a graça de nos chamar à conversão, para que assim, tenhamos paz e vivamos felizes.

Torna-se importante lembrar que “No mistério da sua morte e ressurreição, Deus revelou plenamente o Amor que salva e chama os homens à conversão de vida por meio da remissão dos pecados (cf. At 5, 31). Para o apóstolo Paulo, este amor introduz o homem numa vida nova: ‘Pelo Batismo fomos sepultados com Ele na morte, para que, tal como Cristo foi ressuscitado de entre os mortos pela glória do Pai, também nós caminhemos numa vida nova’ (Rm 6, 4). Em virtude da fé, esta vida nova modela toda a existência humana segundo a novidade radical da ressurreição. Na medida da sua livre disponibilidade, os pensamentos e os afetos, a mentalidade e o comportamento do homem vão sendo pouco a pouco purificados e transformados, ao longo de um itinerário jamais completamente terminado nesta vida. A ‘fé, que atua pelo amor’ (Gl 5, 6), torna-se um novo critério de entendimento e de ação, que muda toda a vida do homem (cf. Rm 12, 2; Cl 3, 9-10; Ef 4, 20-29; 2 Cor 5, 17)”. (Carta Apostólica - Porta Fidei)

 


INTENÇÕES DO MÊS

Neste mês de julho, unidos ao Papa Francisco e a toda a Igreja, coloquemos como intenção das nossas orações:

Política e caridade - Para que a responsabilidade política seja vivida a todos os níveis como uma forma elevada de caridade.

Os pobres na América Latina - Para que, diante das desigualdades sociais, os cristãos da América Latina deem testemunho do amor pelos pobres e contribuam para uma sociedade mais fraterna.

E ainda em nossas orações, peçamos pela Assembléia Ordinária do Sínodo dos Bispos sobre a Família e também por todos os bispos que irão participar.

Que a Graça de Deus e Sua Alegria possam ser plenas em cada ser humano!

Sagrado Coração de Jesus, eu espero e confio em Vós!


REZEMOS

 Rezemos à Sagrada Família pela terceira assembleia extraordinária do sínodo dos bispos.

Jesus, Maria e José, em vós contemplamos o esplendor do verdadeiro amor e, com confiança, nos voltamos para vós. Sagrada Família de Nazaré, fazei com que nossas famílias sejam lugares de comunhão e cenáculos de oração, autênticas escolas do evangelho e pequenas igrejas domésticas. Sagrada Família de Nazaré, que nas famílias nunca haja violência, fechamento ou divisão, que os que foram feridos ou escandalizados sejam consolados e curados. Sagrada Família de Nazaré, nós vos suplicamos que, por ocasião do próximo sínodo dos bispos, se reacenda em todos a consciência do caráter sagrado e inviolável da família, e da sua beleza no projeto de Deus. Jesus, Maria e José, ouvi e atendei a nossa súplica.

Rezemos ainda pela conversão dos pecadores - Deus, refúgio e nossa fortaleza, atendei propício aos clamores do vosso povo, e pela intercessão da gloriosa e Imaculada virgem Maria, mãe do vosso filho, do bem aventurado são José, casto esposo de Maria, dos vossos bem aventurados apóstolos Pedro e Paulo e de todos os santos, ouvi benigno e misericordioso as súplicas que do fundo da alma vos dirigimos pela conversão dos pecadores, pela liberdade e exaltação da santa madre Igreja, pelo mesmo Cristo nosso Senhor. Amém.

Ó Maria concebida sem pecado, rogai por nós que recorremos a vós!  

Jesus, manso e humilde de coração, fazei o meu coração semelhante ao Teu!

1 Pai Nosso; 1 Ave Maria; 1 Glória.

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