Lectio Divina - Ano C - 2018/2019

2° Domingo do Advento - 09 de Dezembro de 2018

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Texto Bíblico: Evangelho de São Lucas 3, 1- 6

 No ano décimo quinto do império de Tibério César, quando Pôncio Pilatos era governador da Judeia, Herodes tetrarca da Galileia, seu irmão Filipe tetrarca da Itureia e da Traconítide, Lisânias tetrarca de Abiline, sendo sumos sacerdotes Anás e Caifás, a palavra de Deus foi dirigida a João, filho de Zacarias, no deserto. Ele percorreu toda a região do rio Jordão, proclamando um batismo de conversão para o perdão dos pecados, conforme está escrito no livro das palavras do profeta Isaías: Voz do que clama no deserto: Preparem o caminho do Senhor. Aplainem os seus caminhos. Todo o vale será aterrado, toda a montanha ou colina será abaixada; os caminhos sinuosos se transformarão em retas e os caminhos acidentados serão nivelados. E toda a pessoa verá a salvação de Deus.

 1 – L E I T U R A: O que diz o texto?    

Toda a citação das autoridades da época nos garantem que o fato aqui apresentado é verdadeiro, é histórico, não é imaginação ou invenção. A figura de João Batista é bem identificada. O local é à margem do Rio Jordão. João prepara e anuncia a vinda do Messias, o Salvador esperado, por meio de um batismo, gesto sincero de conversão e mudança de vida. E o resultado deste trabalho é mostrado pela predição do profeta Isaías, usando imagens sugestões de vida espiritual melhor: tornar as estradas de nossa vida mais retas, nivelando os vales e colinas e as estradas acidentadas. E a promessa de salvação, a felicidade que Deus há de dar.

Outros textos a conferir: Mt 3, 1-6. 6.11-12; Jo 1.19-28 

Perguntas para a leitura:

a. Como começa o trecho? Em que época aconteceu este fato?

b. O que fala o profeta Isaías e de quem fala?

c. De que modo João Batista ensinava a preparar o caminho para o Senhor?

d. Que finalidade tem o batismo de João?

e. Que imagens o profeta e João empregam de conversão?

f. O que se prometia a quem se convertesse?

2 – M E D I T A Ç Ã O: O que me diz o texto? O que nos diz o texto?

a. Qual o significado, hoje na minha vida, desta pregação de João Batista?

b. Animo-me a anunciar a Palavra de Deus como João Batista?

c. Escuto a Palavra de Deus que me chega por outras pessoas que me convidam à conversão e a mudança de vida?

d. Estou realmente disposto a converter-me de coração?

e. Como mensageiro da Palavra tenho a humildade de João para reconhecer que sou um simples instrumento de Deus?

3 - O R A Ç Ã O: O que digo a Deus? O que dizemos a Deus?

O deserto onde João Batista se preparou para sua missão, me sugere, neste tempo buscar momentos de mais silêncio, oração e disposição para me converter. Para a oração propomos a 2ª e 3ª estrofe do Prefácio do Advento II, que se reza na missa ao começo da liturgia eucarística:

Porque ele é o Salvador que em tua misericórdia e fidelidade havias prometido ao homem extraviado, para que sua verdade instruísse aos ignorantes, sua santidade justificasse aos pecadores.

Pedir ao Senhor a humildade do Batista e me colocar a seu serviço.  

4 - C O N T E M P L A Ç Ã O: Como interiorizo a mensagem? Como interiorizamos a mensagem?

Para aprofundar a mensagem podemos repetir a frase: quero preparar teus caminhos Senhor, pensando em situações de minha vida.

a. Por que muitos não te conhecem... Quero preparar teus caminhos Senhor;

b. Por que muitos não te amam... Quero preparar teus caminhos Senhor;

c. ........ Quero preparar teus caminhos Senhor.

d. ........ Quero preparar teus caminhos Senhor.

5 – AÇÃO: Com o que me comprometo? Com o que nos comprometemos?

Propostas pessoais:

a. Escolher alguém para anunciar-lhe a Palavra neste tempo de advento;

b. Buscar alguma atitude sincera para crescer na humildade.

Propostas comunitárias:

a. Dialogar com meu grupo pensando nas realidades de seus ambientes pastorais, recreativos, esportivos, sociais etc.:

   * Quem seriam hoje para nós os João Batista?

   * Como deveriam ser nossas atitudes para sermos "João Batista"?

 

 

Fonte – Diocese de Petrópolis

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1° Domingo do Advento - 02 de dezembro de 2018

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TEXTO BÍBLICO - Evangelho de São Lucas 21, 25-28. 34-36 

Naquele tempo, disse Jesus a seus discípulos: Haverá sinais no sol, na lua e nas estrelas. Na terra, as nações ficarão angustiadas, apavoradas com o bramido do mar e das ondas. As pessoas vão desmaiar de medo, só em pensar no que vai acontecer ao mundo, porque as potências celestes serão abaladas. Então verão o Filho do Homem, vindo numa nuvem, com grande poder e glória. Quando estas coisas começarem a acontecer, levantem-se e ergam a cabeça, porque a libertação de vocês está próxima... Tomem cuidado para que seus corações não fiquem pesados por causa dos excessos, da embriaguez e das preocupações da vida, e esse dia não venha de repente sobre vocês, pois cairá como uma armadilha sobre os habitantes de toda a terra. Portanto fiquem atentos e orem a todo o momento a fim de conseguirem escapar de tudo o que deve acontecer e para ficarem de pé diante do Filho do Homem.

 Texto a comparar:  Mt 24, 25-31 e Mc 13, 24-27

1 – LEITURA: O que diz o texto?

O Advento é tempo de penitência. Nas primeiras semanas do Advento se destaca o aspecto escatológico: preparar o coração para a vinda de Jesus no final dos tempos. Na segunda etapa, a partir do dia 16 de dezembro, se coloca o acento na primeira vinda do Salvador: preparar o coração para receber o Senhor no Mistério do Natal que novamente acontece em nossa história.

Neste domingo começamos um novo tempo litúrgico. Passamos do ano B, no qual tivemos o evangelho de Marcos, ao ano C, no qual nos centramos no evangelho de Lucas. Os ensinamentos de Jesus são em relação ao final dos tempos, quando o Reino de Deus se realizará totalmente. As imagens convidam a uma atitude de responsabilidade com as decisões da própria vida. Com relação ao Dia e a Hora deste acontecimento, é tempo propício para vigiar e refletir no "como" me preparo para o encontro com o Senhor.

* Sobre o que Jesus nos chama à atenção neste trecho?

* Que sentido tem todo o abalo das forças da natureza?

* Que então Deus dá a cada pessoa para viver bem sua vida?

* Por que e para que esta vigilância de que Cristo fala?

* Se acreditamos e confiamos em Deus, temos ainda de nos preocupar? 

* Que força tem em nós os prazeres da vida?

2 - M E D I T A Ç Ã O: O que me diz o texto? O que nos diz o texto?

* Sobre que o advento para mim me pede vigiar?

* Que responsabilidades me pede a vida cristã?

* Neste tempo o que preciso fazer para mostrar que estou vigilante?

* Quando é que parece que o Senhor saiu, está distante de minha vida?

* Quais são os efeitos de me deixar levar pelos prazeres da vida?

* Sou responsável com o tempo que Deus me dá para crescer como discípulo e missionário

* Como fazer de meu tempo uma preparação para minha salvação?

* Estou realmente atento e preparado?

3 - O R A Ç Ã O:

Aproveitemos para orar com toda a Igreja no ofício divino:

Invoquemos a Cristo gozo e alegria de todos os que estão à sua espera:

Vem, Senhor Jesus e não demores!

Esperado das nações, cheios de alegria aguardamos tua vinda:

Vem, Senhor Jesus e não demores!

Tu que criastes o mundo e todos os que nele habitam, vem renovar a obra de tuas mãos: Vem...

Tu que vieste para dar-nos vida melhor, vem e dá-nos tua vida eterna: Vem...

4 - C O N T E M P L A Ç Ã O:

Para a contemplação imaginemos Cristo se afastando de nós para estar com o Pai em oração... Estamos sozinhos com nossos pensamentos, sentimentos, tendo diante dos olhos nossa vida do dia a dia... Ocupamo-nos com tantas coisas... Nem nos lembramos que o Senhor está bem perto de nós, vê o que fazemos... Convidemos Jesus a nos acompanhar de perto dando sentido a tudo o que sentimos, falamos, fazemos...

5 - A Ç Ã O:

Propostas pessoais:

* Intensificar meu tempo habitual de oração;

* Propor-me momentos para silenciar tudo, para sozinho voltar a pensar no convite de Jesus: Vigiem... Orem...

Propostas comunitárias:

* Dialogar com meu grupo, tentando avaliar nossa vigilância sobre a presença de Cristo por meio da atenção e oração;

* Organizar uma celebração comunitária de oração para preparar-nos como grupo para celebrar o mistério do Natal. (A Novena nos ajudará!)

Fonte – Diocese de Petrópolis

 

 

 

 

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Domingo Festa da Sagrada Família – 30 de dezembro de 2018

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TEXTO BÍBLICO: Evangelho de São  Lucas 2, 41-52

Os pais de Jesus iam a Jerusalém todos os anos para a festa da Páscoa. Quando o menino completou doze anos, segundo o costume, subiram para a festa da Páscoa. Depois que a festa acabou, eles começaram a retornar para a casa. Mas Jesus tinha ficado em Jerusalém, e seus pais não o perceberam. Pensavam que estivesse com as pessoas que voltavam com eles. Depois de um dia foram procurá-lo entre os parentes e conhecidos. Não o encontrando, voltaram a Jerusalém à sua procura. Tres dias depois, eles o encontraram no Templo, sentado em meio aos mestres da Lei, ouvindo-os e fazendo perguntas. Todos que o ouviam estavam admirados com a sua inteligência e com as respostas que dava. Quando os pais viram o menino também ficaram admirados. Sua mãe lhe disse: Meu filho, porque você fez isso conosco? Seu pai e eu, estávamos aflitos, procurando você. Ele respondeu: Por que vocês estavam me procurando? Não sabiam que eu devo estar na casa de meu Pai? Eles não compreenderam o que Jesus dizia. Desceu então com eles para Nazaré e era-lhes submisso. Sua mãe, conservava a lembrança de todos esses fatos em seu coração. Jesus crescia em sabedoria, e tanto Deus como as pessoas gostavam cada vez mais dele.

 1 – LEITURA

São Lucas pesquisara a vida de Jesus, e certamente conversara com Maria e nos conta este fato que começa já a revelar quem era Jesus.  Diz que a Sagrada Família costumava ir todos os anos à Festa da Páscoa em Jerusalém, onde havia o único templo dos judeus. De Nazaré a Jerusalém caminhavam quatro a cinco dias a pé. Iam com outros vizinhos. A idade de doze anos era a idade em que o jovem em cerimônia especial se tornava adulto na fé. Cumpriram seu dever de pessoas religiosas. Maria e José já tinham em sua casa o Filho de Deus. Não precisariam ir ao templo para adorar a Deus. Mas davam exemplo de vida religiosa para os vizinhos. Como Maria e José, nós não entendemos porque Jesus quis ficar em Jerusalém sem nem dar notícia a seus pais. Jesus quis mostrar sua inteligência humana iluminada por sua divindade neste momento. Maria e José ficaram espantados com o que Jesus fez com eles, não entenderam e reclamaram com ele. Jesus dá uma resposta que também que não é fácil entender, pois até esse momento ele seguia a vida normal de uma criança. O final do trecho mostra o que iria acontecer durante este tempo de vida de Cristo em Nazaré até sua saída para a missão que seu Pai lhe confiou.

 Perguntas para a leitura:

* Que evangelista conta o fato do evangelho de hoje e o que desejava transmitir?

* O que Jesus, Maria e José como pessoas religiosas faziam todos os anos e quando?

* Em que cidade acontecia isso de modo especial ? E por quê?

* Que fez Jesus depois da festa? E seus pais, que fizeram depois da festa?

* Que fizeram Maria e José quando não encontraram Jesus? Que disseram a Jesus?

* O que Jesus respondeu a seus pais?

* Como termina o trecho deste evangelho de hoje e o que significa?

 2 – MEDITAÇÃO: O que me diz o texto?

* Como a Sagrada Família, procuro seguir o que nossa religião pede de nós?

* Como a Sagrada Família, participo com fé e alegria das celebrações religiosas?

* Canso-me com facilidade quando me é pedido mais esforço?

* Em que pontos de minha fé vivida eu preciso trabalhar para melhorar?      

* Aceito que a mensagem de Cristo vivida e anunciada aqui venha causar em minha família e em meu ambiente de trabalho alguma mudança para melhor?

* Contento-me com o que sei e não procuro crescer no conhecimento e na prática da vida religiosa?

 3 – ORAÇÃO: O que digo a Deus? O que dizemos a Deus?

A proposta para a oração que aqui apresentamos seria: Senhor, às vezes eu me contento em seguir o que me propõem como vivência da fé. Faço o que me pedem e só! Preciso descobrir a vossa vontade, Senhor, nos acontecimentos de cada dia. Percebo no que faço, com as pessoas que encontro, que eu não tento descobrir o que me pedes para o bem dos outros...

Hoje, na vida que tenho, com as pessoas com quem convivo que devo fazer por meu bem e pelo bem dos outros? Qual tua vontade, Senhor? Quero segui-la.

 4 – CONTEMPLAÇÃO: Como interiorizo a mensagem? 

Pode ser útil para este momento fazer uma oração espontânea de confiança maior em Deus: Deus, nosso Pai, que por meio do teu Filho comunicas confiança maior em Ti aos que creem em ti, a exemplo da Virgem Maria e de São José, santifica nossos propósitos, e concede-nos que, graças a eles, sejamos inflamados em desejos espirituais, que possamos manifestar em todos os momentos um coração mais confiante à Tua presença e Providência. Amém.

 Que minha meditação avive a presença de Cristo em meu coração para que "arda" em frutos concretos de compromisso e anúncio da Boa Nova.

 5 – AÇÃO: Com o que me comprometo? Com o que nos comprometemos?

Propostas pessoais:

* Rezar uma oração pessoal ao Espírito Santo, pedindo para descobrir qual é a vontade de Deus sobre minha vida.

* Pensar nas vezes em que não levei a sério Cristo e seu Evangelho. Pensar nas vezes que as "preocupações" humanas têm sido mais fortes em minha vida que a busca de Deus na manifestação religiosa pessoal e comunitária da minha fé.

Proposta comunitária: Dialogar com a sua comunidade comentando e refletindo sobre a necessidade de conhecer a vontade de Deus sobre minha vida e o que fazer para aceitá-la.


Fonte – Diocese de Petrópolis 

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4º Domingo do Advento - 23 de dezembro de 2018

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  TEXTO BÍBLICO - Evangelho de São Lucas 1, 39-45

 

Naqueles dias, Maria pôs-se a caminho para a região montanhosa, dirigindo-se apressadamente a uma cidade de Judéia. Entrou na casa de Zacarias e saudou Isabel. Quando Isabel ouviu a saudação de Maria, a criança estremeceu em seu ventre, e Isabel ficou cheia do Espírito Santo. Isabel falou bem alto: Você é a mais abençoada entre as mulheres e a criança que você vai ter é abençoado também. Quem sou eu para que a mãe do meu Senhor venha me visitar? Quando você me cumprimentou, a criança ficou alegre e se mexeu dentro de minha barriga. Você é abençoada pois acredita, que vai acontecer o que o Senhor lhe disse. Maria então disse: A minha alma engrandece o Senhor, e o meu espírito se alegra em Deus meu Salvador, porque Ele se lembrou de mim, sua humilde serva.

      

1 – LEITURA: Que diz o texto?

O anjo Gabriel ouviu a aceitação de Maria para ser a Mãe de Jesus, o Filho de Deus, e se retirou. Maria, tendo ouvido do anjo que sua prima Isabel estava no sexto mês de gravidez, saiu de Nazaré na Galileia e foi logo na direção da cidade de Ain Karin na Judéia, perto de Jerusalém, onde morava Isabel. Seriam quatro a cinco dias de viagem a pé. Lá chegando como boa oriental cumprimentou sua prima. Ao ouvir esta saudação, Isabel sentiu que a criança, (João Batista), que estava em seu ventre, pulou de alegria. E São Lucas nos diz que o Espírito Santo se manifestou presente em Isabel. Inspirada elogiou Maria, falando em voz alta, comovida, iluminada pelo Espírito Santo já sabendo que Maria estava grávida de Jesus, o Filho de Deus, que Maria era abençoada e abençoado o Filho que ela estava gerando. E ainda se manifestava espantada por estar sabendo disso. (Foi a primeira pessoa que soube deste fato!) E Maria então inspirada começa a louvar a Deus relembrando toda a história de seu povo e se colocando como a humilde serva tão amada por Deus.    

 

Só o evangelista Lucas é que fala sobre este fato. Pesquisou para fazer o seu evangelho. Quem sabe, teria ouvido de Maria, a Mãe de Jesus, este fato...

 

 

Perguntas sobre a leitura:

* Como começa o texto? Que decidiu Maria fazer e por que o fez?

* Onde morava Maria e para onde se dirigiu?

* Quem era mesmo Isabel, casada com quem? 

* Que sentiu Isabel quando Maria a cumprimentou?

* Que elogios fez de Maria? Quem e o que revelou a Isabel que Maria esperava o Salvador?  

* Qual foi a resposta de Maria? Como se considerava diante de tanto amor do Senhor por ela?

2 – MEDITAÇÃO: Que me diz o texto? Que nos diz o texto?

Maria mostra-se disposta e preparada ao que Deus espera dela. Quem ama de verdade, sente logo a necessidade do outro. Avaliemos: Maria dirigiu-se apressadamente... Não pensa duas vezes. Como os apóstolos ao chamado de Cristo: deixam tudo e seguem o Mestre.

* Como tem sido minha disposição aos chamados e inspirações de Deus?  

* Quando sinto que Deus me pede algo, penso primeiro em mim ? (Será que posso?) Ou penso no que os outros precisam?

* Como são meus encontros com as pessoas? Levo-lhes como Maria a presença de Cristo?

* Sou grato e louvo a Deus por tudo o que Ele tem feito por mim? Sou grato também, como Isabel, a quem me faz o bem ?

* Minha alegria por fazer algum bem é pela alegria que causo aos outros e por Deus que se sente feliz por fazer o bem aos outros ?  

 

3 – ORAÇÃO: Que devo dizer ao Senhor? Que devemos dizer ao Senhor?

* Maria, ensina-nos a ter pressa em fazer o bem às pessoas que esperam de nós uma palavra amiga ...

* Espírito de Deus, ilumina-me para me decidir procurar quem precisa conhecer Jesus e seguir seus ensinamentos...

* Quero Senhor, como santa Isabel, me alegrar vendo o Senhor fazendo coisas maravilhosas na vida das pessoas...

* Quero hoje louvar e agradecer ao lembrar-me das vezes em que em minha vida e em minha família, Deus esteve presente e me causou grande alegria.

 

4 – Contemplação: Como interiorizar a mensagem? 

Para contemplar, usemos estas preces e outras para pedir a Deus por meio de Maria o que estamos precisando neste momento:

 

Quero sempre cantar o que Deus faz por mim (Sl 88/89). Grande é o Senhor e digno de todo o louvor (Sl 47/48). Aclamemos o Senhor com brados de alegria (Sl 46/47). Senhor, eu Te louvarei de todo o coração e contarei todas as coisas maravilhosas que tens feito. (Sl 9)

    

5 – AÇÃO: Em que me comprometo? Em que nos prometemos?

Propostas pessoais:

* Buscar estar sempre atento para louvar a Deus em minha vida.

* Pedir sempre a intercessão de Maria para ver as maravilhas que Deus faz.

 

Propostas comunitárias:

* Refletir em nossos grupos como imitar a presteza de Maria em atender as pessoas que precisam de nossa ajuda.

* Em celebração comunitária como Maria louvemos o Senhor pelo bem que faz.

 

Fonte – Diocese de Petrópolis

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3º Domingo do Advento - 16 de Dezembro de 2018

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TEXTO BÍBLICO - Evangelho de São Lucas 3, 10-18

As multidões interrogavam João, dizendo: Que devemos fazer? João respondeu: Quem tiver duas túnicas, reparta-as com quem não tem. Quem tiver o que comer, faça o mesmo. Alguns publicanos vieram para ser batizados e disseram-lhe: Mestre, que devemos fazer? Ele disse: Vocês não cobrem mais do que manda a lei.  Alguns soldados perguntavam: E nós, o que devemos fazer? João respondeu: Não tomem dinheiro de ninguém, nem por força nem por meio de acusações falsas. Contentem-se com o salário que recebem. As esperanças do povo começaram a aumentar. Pensavam que talvez João fosse o Messias. João afirmou: Eu batizo vocês com água, mas está chegando alguém que é mais importante do que eu. Eu nem mereço desamarrar as correias das sandálias dele.  Ele vai batizar vocês com o Espírito Santo e com o fogo. Com a pá que tem na mão, ele vai separar o trigo da palha. Guardará o trigo no celeiro, mas guardará a palha para o fogo que nunca se apaga. João anunciava de muitas maneiras diferentes a boa notícia ao povo e insistia que mudassem de vida.

 

1 – LEITURA: O que diz o texto?     

Indicações para a leitura:

Neste terceiro domingo do advento encontramos novamente a figura de João Batista. Como era um batismo de penitência, e as palavras de João chamavam a atenção sobre reconhecer os próprios erros para mudar de vida, as pessoas de todas as classes sociais perguntavam como melhorar o trabalho que faziam. As perguntas parecem sinceras e as respostas eram claras sobre como corrigir as falhas. A firmeza de João Batista chamou à atenção das pessoas, por isso pensavam quem sabe se não seria ele o Messias prometido. João revela na humildade quem se julgava ser e já apresenta o que fará o verdadeiro Messias. A parte final é uma maneira de entender como o Messias faria com os erros e com os que aceitassem corrigir-se. 

Perguntas para a leitura:

* Quem aparece, onde e o que pretende com sua palavra?

* O que já propõe de modo geral como gesto de conversão?

* Que perguntam as pessoas que o ouvem? O que querem?

* Que fala João de si mesmo? O que fala de Jesus?

* Que fará o Messias? Qual seria o sentido da palha, do trigo, do fogo?

 

2 – MEDITAÇÃO: O que me diz o texto? O que nos diz o texto?

Perguntas para a meditação:

* Quem hoje faz o papel de João Batista na minha vida e na Igreja?

* Sou capaz de perguntar para buscar a verdade, o bem e todos os valores do evangelho?

* O que hoje, em nossa vida a presença de Jesus Messias está salvando e libertando seu povo?

* Onde o percebo com mais clareza?

* Estou disposto a seguir e não abandonar o Messias por mais exigente que seja o caminho?

* Como vivo a Palavra de Deus e os valores do evangelho? De maneira firme e decidida ou sem vontade como um caniço sacudido pelo vento?

* Descubro minha vocação como profeta de Deus? O que devo melhorar para ser este profeta ?

* Busco ser mensageiro de Deus e preparar os caminhos para que outros se encontrem com Ele?

 

3 – ORAÇÃO: O que digo a Deus? O que dizemos a Deus?

A oração pode estar marcada pelo compromisso de preparar os caminhos do Senhor que cada um deve assumir como João Batista. A tal respeito seria bom recordar o que nos diz o Documento Conclusivo de Aparecida em seu número 480: A fé cristã nos mostra a Jesus Cristo como a verdade última do ser humano, o modelo no qual o homem se desenvolve em todo o esplendor de sua  existência. Anunciá-lo em nossos dias exige coragem e zelo pelo Reino de Deus.

 

4 – Contemplação: Como interiorizo a mensagem? Como interiorizamos a mensagem?

Para a contemplação, podemos usar a palavra profética no diálogo de oração com o Senhor:

* Diante da cultura de morte quero ser profeta da vida;

* Diante da cultura de morte quero ser profeta da verdade;

* Diante ... quero ser profeta;

* Diante ... quero ser profeta.

 

5 – AÇÃO: Com o que me comprometo? Como o que nos comprometemos?

Propostas pessoais:

* Aprender a olhar os sinais messiânicos da presença de Jesus hoje na história de nossa vida;

* Pedir a Deus a fortaleza para ser um profeta firme que não se balança diante das dificuldades.

 

Propostas comunitárias:

* Escolher em seu grupo três profetas de "nosso tempo";

* Pensar em grupo, quais devem ser as dez características mais visíveis dos profetas cristãos do século XXI. 

Fonte – Diocese de Petrópolis

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