Lectio Divina - Ano A - 2016/2017

26° Domingo do Tempo Comum - Ano A - 01 de Outubro de 2017

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TEXTO BÍBLICO: Evangelho de São Mateus 21, 28-32 

A parábola dos dois filhos. Jesus contou-lhes esta parábola. Que lhes parece? Um senhor tinha dois filhos. Foi até o mais velho e disse: Filho, vai hoje trabalhar em minha vinha. Ele respondeu: Não quero ir. Mas depois se arrependeu e foi. O pai chegou ao outro filho e lhe pediu a mesma coisa. Ele respondeu: vou sim, senhor. Mas não foi. Qual dos dois fez a vontade do pai? O primeiro, responderam as pessoas. Jesus lhes disse: Eu garanto a vocês que os cobradores de impostos e as prostitutas entram antes no reino de Deus do que vocês. Porque João veio a vocês no caminho da justiça e vocês não acreditaram nele. Ao passo que os cobradores de impostos e as prostitutas acreditaram. E vocês vendo isso, nem assim acreditaram nele. 

1 - L E I T U R A: O que diz o texto? Indicações para a leitura.

 Nos capítulos anteriores de Mateus, Cristo fala muitas vezes com parábolas sobre este tema de conversão e convertidos. Ninguém é privilegiado. Qualquer um que erre e se arrependa merece o perdão de Deus. O que aconteceu antes fica apagado pela misericórdia de Deus.

Aqui Cristo coloca duas classes sociais de pessoas rejeitadas pela sociedade de então: os cobradores de impostos e as prostitutas. Os cobradores de impostos eram judeus que recolhiam os impostos dos judeus para entregar às autoridades romanas. Os romanos eram considerados invasores da terra sagrada dos judeus. Assim os cobradores de impostos que eram chamados de publicanos eram detestados pelos judeus e considerados como pecadores. As prostitutas já por sua condição de pecado público também eram desprezadas pelos judeus. Jesus, pois, não é que apóie estas, mas se se arrependerem de suas vidas podem ser acolhidas. 

Perguntas para a leitura:

• Por que Jesus apresentou esta parábola dos dois filhos?

• O que vale nossa resposta sim e depois não? Até onde que valem?

• Por que Jesus usou as duas classes sociais como exemplo de perdão?

• Que é que Cristo quis dizer com o exemplo de João Batista?

• O que Jesus quis dizer falando de irmão mais velho e irmão mais moço?

2 - M E D I T A Ç Ã O: O que me diz o texto? O que nos diz o texto?

Perguntas para a meditação:

• Como é meu pensar sobre as pessoas: eu vivo julgando a todos?

• Discrimino as pessoas que não seguem as leis de Cristo?

• Aceito a missão de ir ao encontro de quem está longe de Deus?

• Jesus provocou os judeus com esta parábola. E eu, que tenho a dizer?

• Que faço quando recebo um não em meu trabalho junto às pessoas?

• Acho que é possível quem vive uma vida fácil ouvir Deus? Como?       

3 – O R A Ç Ã O: O que digo a Deus? O que dizemos a Deus?

A proposta de oração pode ser a maneira de ser da vida e do ministério de Jesus:

• Eu vim para que todos tenham ..........................................................................................                              

• Eu vim para cumprir a vontade ............... Quero conhecer e seguir a ........................

• Eu vim para anunciar a salvação a ....... Quero preocupar-me com a salvação dos outros.

• Eu vim para dar a vida e o perdão a ....... Senhor, toca nossos corações para que nos arrependamos de nossos pecados. 

4 - C O N T E M P L A Ç Ã O: Como interiorizo a mensagem?Como interiorizamos a mensagem?

Rezar o texto da oração da Liturgia da Igreja: Deus de ternura e bondade, nunca vos cansais de perdoar. Oferecei vosso perdão a todos, convidando os pecadores a entregar-se confiante à vossa misericórdia.

Imaginemos o que Cristo pensava e queria quando imaginou esta parábola dos dois filhos. Que este texto, avive a misericórdia de Cristo em meu coração para que saiba acolher todo aquele que precise do perdão de Deus. 

5 - A Ç Ã O: Com o que me comprometo? Com o que nos comprometemos?

Proposta pessoal: Rezar uma oração pessoal ao Espírito Santo pedindo compreensão e paciência para com os indecisos e sensibilidade cristã e misericórdia para os que vivem em pecado e estão afastados da Igreja. 

Propostas comunitárias:

• Dialogar com a sua comunidade comentando e refletindo sobre os cristãos que freqüentam as missas e nem se confessam nem comungam. Saber por que e procurar ajudá-los.

• E aos afastados programar mutirão de visitas para conversar sobre a participação nos sacramentos de nossa Igreja.

  


Fonte: Diocese de Petrópolis

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