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ISIS sequestra 500 crianças para utilizá-las como suicidas em ataques terroristas

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foto: Reprodução/Al Jazeera

Roma, 03 Jun. 15 / 03:46 pm (ACI).- "Cerca de 500 crianças foram sequestradas pelo Estado Islâmico (ISIS), nos territórios que controla no Iraque para usá-los como atacantes suicidas e como soldados”, denunciou o jornal britânico ‘The Independent’, citando uma agência de notícias turca.

Segundo indicou a agência, os menores foram tirados de duas províncias e seriam chamados pelos jihadistas “os cachorrinhos do Califado”.

Farhan Mohammed, membro do conselho da província de Anbar, disse: “As crianças foram raptadas dos povoados de Ar Rutba, Al-Qaim, Anah e Rawa. "Daesh (nome pelo qual o ISIS é conhecido no Oriente Médio) sequestrou aproximadamente 400 crianças na província ocidental de Anbar, levando-os às suas bases no Iraque e na Síria”, declarou Farhan à agência de notícias turca Anadolu no último sábado.

Por sua parte, o tenente general Kasim al-Saidi, chefe da polícia da província de Diyala, denunciou: “Cerca de 100 crianças foram “recrutadas” pelo ISIS para seus ataques suicidas. Estão fazendo ‘lavagem cerebral’ nas crianças para usá-las como suicidas”.

Esta não é a primeira vez que divulgam notícias relacionadas ao uso que o Estado Islâmico faz de crianças. No início deste ano divulgaram um vídeo onde 80 menores aparecem com vestimenta negra de jihadistas, treinando para a guerra.

Um relatório do Conselho de Direitos Humanos da ONU assinalou no ano passado: “O ISIS estabeleceu campos de treinamento para menores, onde também são orientados a educação religiosa deste grupo terrorista. Eles são usados para operações militares e missões suicidas”.

 

Fonte – ACI Digital - Etiquetas: ISIS, crianças, Sequestro, suicídio, Ataques Terroristas - http://www.acidigital.com/noticias/isis-sequestra-500-criancas-para-utiliza-las-como-suicidas-em-ataques-terroristas-25863/

 

 

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Papa Francisco destaca heroísmo de famílias que resistem à miséria social4

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Família de recicladores de lixo / Foto: Flickr de Sheila (DC-BY-NC-ND-2)

 

Vaticano, 03 Jun. 15 / 06:13 pm (ACI).- O Papa Francisco advertiu nesta quarta-feira que “a família está numa situação de ‘vulnerabilidade’ e por isso decidiu iniciar várias catequeses para denunciar estas dificuldades que ‘colocam à prova’ a família tal como as guerras em diversas partes do mundo assim como a pobreza e vários níveis de miséria de alguns países.

“Pensemos em tantas famílias que povoam as periferias das grandes cidades, como também as zonas rurais. Quanta miséria e quanta degradação! ”, exclamou o Pontífice da Praça de São Pedro.

Em seguida indicou: “Muitas vezes, a situação é agravada com a guerra, que sempre é algo terrível que atinge especialmente a população civil, as famílias”.

“De verdade a guerra é a 'mãe de todas as pobrezas' e empobrece a família. A guerra ‘destrói vidas, almas e afeta o mais sagrado e o mais querido que temos”.

O Papa disse que apesar desta situação “há muitas famílias pobres que sabem conduzir a vida com dignidade, frequentemente confiando na bênção de Deus, o que não deve justificar a indiferença para com o problema, mas aumentar a vergonha por existir tanta pobreza no mundo”.

“É quase um milagre que, mesmo na pobreza, a família continue a se formar e até mesmo a conservar – da maneira que pode – a especial humanidade das suas relações”, assinalou.

“O fato irrita àqueles planejadores do bem-estar que consideram os afetos, a geração, os vínculos familiares, como uma variável secundária da qualidade de vida. Não entendem nada! Ao contrário, deveríamos nos ajoelhar diante destas famílias que são uma verdadeira escola de humanidade que salva a sociedade da barbárie”, expressou o Pontífice.

 “Uma nova ética civil somente acontecerá quando os responsáveis pela vida pública regulamentem as relações sociais a partir do combate à espiral perversa entre família e pobreza que nos leva ao abismo”, afirmou.

O Papa também denunciou a contradição entre a economia atual, especializada frequentemente no bem-estar individual mas que permite a exploração das relações familiares.

“O trabalho da família é imenso e não é contabilizado nos balanços... nem reconhecido” disse o Pontífice, completando que “a formação interior das pessoas e a circulação social dos afetos têm justamente ali seu alicerce. Se ele for derrubado, tudo cai”, advertiu.

Mas “não é só questão de pão! Falamos de trabalho, de instrução, de saúde. Quando vemos imagens de crianças desnutridas e doentes em tantos lugares do mundo nós nos comovemos muito. E o mesmo acontece ao vermos o olhar de crianças carentes de tudo, quando mostram com orgulho seu lápis e caderno, admirando com amor seu professor ou professora! .... As crianças sabem que o homem não vive só de pão; as crianças querem amor! ”, expressou na audiência geral de hoje.

Por isso, o Papa Francisco lembrou o papel dos cristãos diante desse cenário: estar próximo das famílias que são colocadas à prova. Pois, “todos vocês conhecem algum destes: pai sem trabalho, mãe sem trabalho... e a família sofre, os laços se debilitam”.

“A miséria social atinge a família e, às vezes, a destrói. São dificuldades vindas da falta de trabalho ou da sua precariedade, atingem fortemente a vida familiar, colocando relacionamentos à duras provas”, insistiu o Pontífice.

Terminando a catequese, o Santo Padre convidou a Igreja, que é mãe, a não se esquecer do drama de seus filhos. “Ela também deve ser pobre para ser fecunda e responder a tanta miséria. Uma Igreja pobre é uma Igreja que pratica a simplicidade voluntária em sua vida – em suas instituições e no estilo de vida de seus membros – para abater todos os muros de separação, principalmente dos pobres”.

Antes de finalizar a Audiência geral, o Pontífice pediu: “Rezemos intensamente para ajudarmos nossas famílias cristãs a serem protagonistas desta revolução tão necessária! E não nos esqueçamos que o juízo dos carentes, dos pequeninos e dos pobres antecipa o juízo de Deus”.

“Façamos tudo o que possamos para ajudar as famílias e continuar na prova da pobreza e da miséria que afetam as relações familiares”.

Finalmente, o Papa convidou todos a meditar o texto da Bíblia, do Eclesiástico 4, 1-5a, no qual Deus recorda que devemos ajudar aos necessitados e estar junto a eles no momento da provação da miséria.

 

Fonte – ACI Digital - Etiquetas: Papa Francisco, miséria social, Família, Audiência geral - http://www.acidigital.com/noticias/papa-francisco-destaca-heroismo-de-familias-que-resistem-a-miseria-social-78082/

 

 

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Presidente da Câmara italiana: política saiba ler mensagem do Papa

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Roma (RV) – A Presidente da Câmara dos Deputados da Itália, Laura Boldrini, inicia na próxima quinta-feira uma viagem à Argentina, ao Chile e ao Brasil no âmbito do Ano da Itália na América Latina.

Rafael Belincanta conversou com a presidente. Ela adiantou que, em Buenos Aires o foco será no direito das mulheres, no Chile, a educação e no Brasil, as conquistas sociais e o marco civil da Internet – que Boldrini considera pioneiro e poderia inspirar uma lei italiana similar.

“Temos o objetivo de ter essa ‘Constituição para a Internet': os princípios e direitos de quem está na Internet. Porque não é verdade que tudo seja livre e gratuito. Quem está na Internet às vezes não sabe que os próprios dados são usados em benefício de quem, depois, fatura sobre eles. Assim como é inaceitável que a violência seja tão difundida em detrimento das pessoas mais vulneráveis”.

Política social

Em Brasília, a presidente manterá um encontro com a ministra do desenvolvimento social no contexto da saída do Brasil do mapa da fome das Nações Unidas. Boldrini quer aprofundar o conhecimento dos programas sociais que permitiram a saída de milhões de brasileiros da miséria como, por exemplo, o bolsa família:

“Acredito que seja um dos programas que tenha tido êxito extraordinário. Milhões de pessoas superaram a fome e a pobreza e este é um tema crucial. Penso que temos muito o que aprender com o bolsa família. O encontro com a ministra que ajudou a desenvolver este projeto vai nos ajudar a entender como ele pode ser adaptado para outras realidades”.

Safari na favela

Ao tomar conhecimento dos novos “Safaris” nas favelas do Rio de Janeiro, nos quais turistas sobem os morros em jeeps para fotografar e invadir a privacidade dos moradores, Boldrini disse que – com o histórico de trabalho pelos direitos humanos – “sabe que esse comportamento é contra-produtivo e prejudicial”.

“Nós vamos visitar projetos nas favelas. Falaremos com quem trabalha, com quem conduz estas atividades, os beneficiários destes projetos para saber dos resultados que alcançaram”, explicou.

Papa Francisco

Na Argentina, Boldrini deverá participar de uma missa de ação de graças pela beatificação de Dom Oscar Romero, no sábado, na basílica que deu ao mundo o Papa Francisco. Ela fala porque o magistério do Papa deve ser aplicado na política.

“Papa Bergoglio está recolocando no centro das atenções de todos os potentes da Terra exigências de justiça social. Ele leva adiante uma batalha contra a corrupção, volta à atenção para a solidariedade e luta contra a ‘globalização da indiferença’. Acredito que, por todos estes motivos, a ação do Papa Francisco seja importante. Espero que a política saiba ler a mensagem que existe nesta sua obra porque estes temas são políticos. É importante que a política saiba redimir-se sobre estes temas e seja capaz de dar mais respostas às necessidades das pessoas”.

Fonte - (RB) – Rádio Vaticano - http://br.radiovaticana.va/news/2015/05/19/presidente_da_c%C3%A2mara_italiana_pol%C3%ADticos_saibam_ler_mensagem/1145161

 

 

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Projeto levará grandes nomes da música à basílicas da Europa

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Sagrada Família de Barcelona será o palco da primeira apresentação – AP - 16/05/2015

Cidade do Vaticano (RV) – Foi apresentado, na manhã deste sábado (16/5), na Sala de Imprensa da Santa Sé, o projeto intitulado “O grande mistério: o Evangelho da Família, escola de humanidade para os nossos tempos”. Grandes nomes da música italiana e mundial se apresentarão nas maiores basílicas da Europa no contexto da evangelização das famílias.

A coletiva foi presidida pelo Presidente do Pontifício Conselho para a Família, Dom Vincenzo Paglia, pelo famoso maestro e cantor lírico italiano, Andrea Bocelli, e pelo Cardeal Lluís Martínez Sistach, arcebispo de Barcelona, primeira cidade que hospedará o evento na Basílica da Sagrada Família.

A Sagrada Família

Esta Basílica, destacou o Arcebispo Vincenzo Paglia, tem uma dimensão universal. Ela é visitada por mais de 3 milhões de peregrinos, provenientes dos cinco Continentes. Além da sua beleza singular, a Basílica de Barcelona, dedicada à Família, é rica de simbologia bíblica, teológica e litúrgica.

Neste ano, dedicado à reflexão sobre a família, – em vista do Dia Mundial da Família, em Filadélfia (EUA), de 22 a 25 de setembro próximo e do próximo Sínodo sobre a Família, – a iniciativa do Pontifício Conselho para a Família consiste principalmente em apresentar o “Evangelho da Família”.

Abrangência

Mediante a beleza, a música e o pensamento, disse Dom Vincenzo Paglia, queremos aprofundar a transcendência do mistério da família cristã, que consiste em uma íntima comunidade de vida e de amor entre os cônjuges, os pais e os filhos e dos irmãos entre si, no seio de uma família mais abrangente, no âmbito da sociedade e da Igreja.

No Santuário universal da Basílica da Sagrada Família, em Barcelona, concluiu o arcebispo, daremos início a esta iniciativa, com a especial participação do conhecido tenor, Andrea Bocelli, e com a proclamação do Evangelho da Família, pelo bem das pessoas, das famílias, da sociedade e toda a Igreja. (MT)

 

Fonte – Rádio Vaticano - http://br.radiovaticana.va/news/2015/05/16/apresenta%C3%A7%C3%A3o_do_projeto_o_grande_mist%C3%A9rio_a_fam%C3%ADlia/1144568

 



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O testemunho de um ex-maçom

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O site ACIDigital publicou recentemente uma entrevista com Serge Abad-Gallardo, que foi membro da maçonaria durante mais de 25 anos e se converteu. Inclusive, Serge escreveu um livro intitulado: “Por que deixei de ser maçom”, relatando como se deu este seu processo de conversão.

Confira a matéria na íntegra:

Um ex-maçom explica detalhadamente a relação entre o demônio e a maçonaria

MADRI, 04 Mai. 15 / 07:14 pm (ACI).- Serge Abad-Gallardo foi membro da maçonaria durante mais de 25 anos, chegou a ser mestre de 14º grau. Depois de uma peregrinação ao Santuário de Lourdes tudo mudou e começou seu caminho de conversão, que logo o levou a escrever um livro. Na entrevista ao grupo ACI ele explica também a relação que existe entre o demônio e a organização.

“Fiz parte da maçonaria e pensei que tinha que escrevê-lo primeiro para me entender mais e depois para contar às pessoas. Cada pessoa tem a liberdade para fazer o que ela quiser, mas na maçonaria não se fala francamente”, relata o autor do livro “Por que deixei de ser maçom”, editado apenas em espanhol.

“Através do meu livro quero demonstrar que o catolicismo e a maçonaria não podem ser praticados juntos”, explica o ex-maçom.

Serge é arquiteto e entrou na loja maçônica através um amigo, tentando encontrar nela as respostas às perguntas mais profundas do homem.

“Eu não pensava deixar a maçonaria. Tive alguns problemas sérios na minha vida e me perguntava qual a resposta que a maçonaria poderia me dar a esses problemas, porém não encontrei nenhuma resposta. Entretanto no caminho com Cristo sim as encontrei”, afirmou.

Abad-Gallardo contou que o caminho para deixar a Maçonaria foi difícil: “durante um ano ou ano e meio estava convencido que tinha encontrado a fé e não sabia se deveria permanecer na maçonaria, esse podia ser um lugar onde falaria aos maçons do Evangelho. Mas conversando com um sacerdote, ele me explicou que não adianta tentar falar-lhes da Palavra de Deus, porque eles não estavam dispostos a escutar”.

Após os repetidos comentários anticlericais de vários altos graus da Maçonaria, Serge não podia ficar calado e defendia a Igreja. Além das críticas à Igreja e ao Papa descobriu que no ritual do início do ano maçônico “se dava glória a Lúcifer”. “Eles não dizem que se trata do diabo, mas usam a etimologia da palavra e dizem que é ‘o portador de luz’”, explica o espanhol ao grupo ACI.

Algo parecido também ocorreu quando viu que entre os altos graus da maçonaria elogiam a serpente do livro do Gênesis, a mesma que tentou a Adão e Eva cometerem o pecado original. “Dizem que a serpente trouxe a luz e o conhecimento que Deus não queria conceder ao homem. Isto é uma perversão muito grave”, declara.

Conforme afirma Serge: “entre a maçonaria e o demônio há uma relação, mas não é tão direta. A maioria dos maçons não percebem a influência do demônio nos rituais maçônicos. Eles pensam, com a melhor das intenções, que estão trabalhando pela ‘Felicidade da Humanidade’ ou pelo ‘Progresso da Humanidade’, isto é, “não existe um culto abertamente ao diabo, mas elogiam com palavras e devemos perceber, o quanto é perigoso para um católico estar dentro de uma sociedade assim”.

O ex-maçom relata: “embora poucos mações saibam claramente da relação que a maçonaria tem com o demônio, cumprem estes ritos sabendo perfeitamente o que estão fazendo. Mas, segundo minha experiência, a maioria deles não percebem”, “não devemos esquecer que o demônio é o ‘pai da mentira'”.

Conforme explica, esta relação indireta com o demônio se manifesta de muitas maneiras, mas todas confluem em afastar as pessoas que entram na maçonaria da fé e especialmente da Igreja Católica. “A maçonaria tenta convencer que a fé e a Igreja são superstições e obscurantismo”, recordou Serge.

Nesse sentido Serge Abad-Gallardo também explica: “o ritual maçônico influi na mente, no subconsciente e na alma das pessoas. O maçom olha para os símbolos e os rituais maçônicos como fossem verdades profundas e esotéricas”.

Apesar de que “na maçonaria não existam ritos diretamente satânicos, estas cerimônias constituem uma porta de entrada para o demônio”.

Uma das palavras secretas e sagradas dos mestres maçons, conforme explica Serge, é “Tubalcaïn”, traduzida como “descendente direto de Caim”. “Já sabemos o que ele, Caim, fez. Ele foi inspirado pelo demônio a matar o seu irmão por ciúmes e ele é o modelo para os mestres maçons”, afirma Serge.

“Os rituais não mudaram, somente tiveram pequenas mudanças. De fato, nos Altos Graus, é onde se encontra as referências mais esotéricas e ocultas, por volta do ano 1800, 70 anos depois que nasceu a Maçonaria em 1717”.

Nessa relação entre a maçonaria e o satanismo, Serge indica ao grupo ACI: “a maioria dos maçons estão iludidos por palavras altruístas e mentirosas e por isso não percebem a relação entre ambos”.

De fato, explica que numa das tábuas maçônicas, isto é, um trabalho escrito e apresentado por um maçom, é explicado que “quem fundou o satanismo moderno foi o americano Anton Szantor Lavey, um irmão (maçom) que fundou em 1966 a Igreja de Satanás que atualmente é a principal organização satânica e de modelo para as demais”.

“A maçonaria afasta de Cristo. Porque embora fale-se sobre Jesus Cristo no 18º grau dos Altos Graus maçônicos, não há nada a ver com o Jesus Cristo da Igreja Católica, pois o mencionam como um sábio ou filósofo qualquer”, insiste.

“Existem maçons que vão ainda mais longe nesta blasfêmia, pois excluem a divindade a Cristo e dizem que ele foi o primeiro maçom, um homem iniciado. Explicam que José e Jesus foram carpinteiros. E que a palavra ‘carpinteiro’ é a etimologia da palavra ‘arquiteto’ e todos os maçons, especialmente nos Altos Graus são Grandes Arquitetos”, afirmou Serge.

Fazendo menção ao tema: “na maçonaria acreditam no ‘Grande arquiteto do Universo’, querem que acreditemos que este é o mesmo Deus do catolicismo, mas não é verdade. Às vezes conseguem enganar os católicos dizendo que ser maçom e ser católico é compatível por esta referência a Cristo”.

Há dois anos Serge largou totalmente a maçonaria, mas afirma que o controle que esta organização tem sobre a sociedade francesa é crescente. “No meu primeiro trabalho o prefeito era maçom, mas ninguém sabia, o diretor do seu gabinete, o encarregado de urbanismo e eu também éramos maçons, e outros dois arquitetos da prefeitura onde trabalhava”, recorda.

“Quando tentaram aprovar a última lei sobre a eutanásia, há um parágrafo que faz menção à ‘sedação profunda’ que é a mesma expressão que aparece numa tábua maçônica de 2004, onde mencionam este tema. Quer dizer, que as leis atuais na França estão sendo feitas nas lojas maçônicas, dez ou quinze anos antes de serem votadas”, conta ao grupo ACI.

Nesse sentido afirma que “na maçonaria não existe fraternidade, nem amizade, porque tudo são redes. Todos ambicionam o poder político, social e econômico”.

Por Blanca Ruiz

Fonte:http://www.acidigital.com/noticias/um-ex-macom-explica-detalhadamente-a-relacao-entre-o-demonio-e-a-maconaria-72504/

 

 

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Hillary Clinton declara abertamente uma guerra contra a religião

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A democrata afirma que o governo deve usar “recursos coercitivos para redefinir os dogmas”

 
 
 
 
 

“Os códigos culturais profundamente enraizados, as crenças religiosas e as fobias estruturais precisam mudar. Os governos devem empregar seus recursos coercitivos para redefinir os dogmas religiosos tradicionais”.

Esta declaração ditatorial foi feita pela candidata democrata à presidência dos Estados Unidos,  Hillary Clinton, durante uma conferência sobre feminismo no Lincoln Center de Manhattan, conforme publicado pelo jornal espanhol La Gaceta.

A candidata, que defende o reconhecimento do aborto como “um direito da mulher”, afirmou que as objeções de consciência fundamentadas em crenças religiosas estão por trás da discriminação de mulheres e homossexuais e, portanto, devem ser eliminadas. “Os direitos devem existir na prática, não só no papel. As leis têm de ser sustentadas com recursos reais”, disse Hillary.

Depois de defender a “saúde sexual e reprodutiva” (eufemismo para aborto) e o financiamento governamental de associações como a Planned Parenthood (a maior rede de clínicas abortistasdos Estados Unidos), Hillary Clinton criticou aqueles que “se erigem como líderes e preferem deixar a Planned Parenthood sem fundos”. Esta não é a primeira vez que a candidata democrata deixa clara a sua guerra particular contra a religião. Em 2011, durante uma conferência em Gênova, a então secretaria de Estado norte-americana declarou que um dos principais problemas sociais é oapelo a convicções religiosas para “limitar os direitos humanos do coletivo LGBT”.

Bill Donohue, representante da Liga Católica dos Estados Unidos, disse que nunca antes um candidato à presidência do país tinha declarado de forma pública e notória uma guerra contra a religião. “Candidatar-se à presidência dos Estados Unidos prometendo usar recursos públicos para acabar com as crenças religiosas é, provavelmente, o slogan progressista mais sincero da história”, ironizou Ed Morrissey no site HotAir.com. “Insinuar que uma nação construída sobre o pilar da liberdade religiosa vai empregar a força do Estado para mudar as práticas religiosas é uma declaração sem precedentes”, resumem os analistas.

 

Fonte  - http://www.aleteia.org/pt/politica/artigo/hillary-clinton-declara-abertamente-uma-guerra-contra-a-religiao-5825057083359232 = sources: ALETEIA

 

 

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Papa participa de inauguração da nova bandeira da Guarda Suíça

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Cidade do Vaticano (RV) - Realizou-se na tarde desta sexta-feira, no Vaticano – após a nomeação em 7 de fevereiro passado, do novo Comandante da Guarda Suíça, Cel. Christoph Graf –, a cerimônia de inauguração e bênção da nova Bandeira do Corpo.

Segundo informa o diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé, Pe. Federico Lombardi, às 17h locais o Cardeal Secretário de Estado, Pietro Parolin, celebrou a missa  na Igreja do Campo-santo Teutônico, com a bênção da Bandeira.

Em seguida, no Quartel da Guarda, realizou-se o “Ato militar”, do qual – inesperadamente para a maior parte dos presentes – participou também o Papa Francisco.

Após ter ouvido o discurso do novo Comandante e retomando alguns pontos do mesmo, o Pontífice dirigiu algumas palavras aos presentes, expressando, com muita cordialidade, seus votos pelo serviço do novo Comandante, e com algumas palavras inspiradoras caracterizou o espírito desse serviço: o Comandante deve ser homem de unidade, homem de caridade, de amor e homem de humildade.

Fez votos de que o mesmo exercite o dom da paternidade para com seus guardas e que peça com a oração que o Espírito Santo semeie e faça crescer o amor e a união entre todos os membros da Corpo da Guarda Suíça.

O Papa Francisco concluiu recordando o lema do Corpo: “Mut und Demut”, “Coragem e Humildade”. Comandar evangelicamente significa servir. Ao término do breve discurso, o Santo Padre concedeu a sua bênção ao Comandante, ao Corpo da Guarda Suíça, aos familiares e aos convidados. Ouça clicando acima. (RL)


Fonte  – Rádio Vaticano - http://br.radiovaticana.va/news/2015/05/02/papa_participa_de_inaugura%C3%A7%C3%A3o_nova_bandeira_da_guarda_su%C3%AD%C3%A7a/1141348

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