Últimas Notícias

Dom Walmor: Brasil passa por crise antropológica e precisa de uma revolução cultural

Imprimir PDF

BELO HORIZONTE, 08 Jan. 16 / 03:44 pm (ACI).- O Brasil vive uma crise de caráter antropológico, é o que constata o Arcebispo de Belo Horizonte, Dom Walmor Oliveira de Azevedo, ao fazer uma análise da atual situação do país. Segundo ele, para superar tal contexto, é necessária uma revolução cultural na sociedade que leve às mudanças que o Brasil realmente precisa.

“Bem no início desta contagem do ano novo de 2016, em meio ao tratamento dos problemas que continuam gerando suas consequências e preços a pagar, é urgente considerar que a crise das crises - a crise motora de todas essas outras em curso - é a de caráter antropológico”, escreve o Prelado em recente artigo, intitulado “Falências e reações”.

“É hora de efetivar mudanças”, afirma o Arcebispo, ao observar o “legado desolador deixado pelo ano que passou”, no qual “os horizontes da democracia e dos admiráveis avanços científicos e tecnológicos contracenam com os rios de lama da corrupção, dos desvarios no mundo da política, da submissão de poderes a interesses partidários e cartoriais, dos abomináveis desastres ambientais e humanitários”.

Entretanto, analisa que uma mudança de hábitos não é o suficiente, nem “resolver o caos perpetuado na sede dos poderes” – embora neste último estejam “urgências que precisam de novas e velozes reconfigurações”.

Para Dom Walmor, tal crise antropológica, sendo “algo mais sério e profundo”, implica na necessidade de “novos entendimentos e grande investimento na configuração mais consistente do tecido cultural”.

Por isso, diz ser preciso uma “revolução cultural na sociedade brasileira”, a qual não se corresponde apenas a um “movimento político partidário e nem se reduz a formas e dinâmicas de governo”.

“Trata-se de investir e conquistar entendimentos novos sobre a própria realidade histórico-cultural, promovendo clarividências. Todos precisam compreender melhor a sua missão e vocação para efetivar, a partir de riquezas próprias, por vezes desprezadas, desconhecidas e maltratadas, novo conjunto de hábitos”. 

Neste sentido, o prelado aponta um caminho: “O processo de enfrentamento da grande crise antropológica – afirma – parece não poder ser tratado senão a partir de ações nos muitos contextos regionais do Brasil”, um “país com dimensões continentais”.

“No conjunto da crise antropológico-cultural estão os rasgões na diversidade que configura a unidade do povo”, avalia o Arcebispo, ao indicar a necessidade de “resgates pontuais e incidentes” nos substratos da “gigante realidade cultural brasileira”.

Na avaliação de Dom Walmor, “os líderes governamentais, educacionais, políticos, culturais e religiosos são desafiados a olhar o conjunto de sua realidade sociocultural e definir, com sabedoria, os investimentos prioritários, parcerias que façam aumentar os tradicionais patrimônios – culturais, religiosos e educacionais – que têm força para contribuir com as transformações capazes de dar ao país novo rumo”.

Segundo o Prelado, “as reformulações mais profundas não virão simplesmente das intenções de planos governamentais”, sendo preciso abordar de maneira técnica, científica e educativa “os substratos que alavancam ou esvaziam a cultura de cada região”.

Entre os elementos que devem ser elencados, o Bispo indica a consciência de “pertença” ao povo. Nesse caso, cita a importância da “superação de um tipo de deboche – superficial e ridículo – que parece colocar de fora das próprias fronteiras o que é a riqueza do seu território”.

O Arcebispo sublinha que, quando se predomina uma “visão distorcida, que considera importante e interessante apenas o que está e o que se edifica fora do próprio território”, isso contribuiu para que a população não trate “adequadamente seu patrimônio” e não invista “em empreendimentos com força para fazer avançar a sua história”.

Por fim, após indicar a responsabilidade de diferentes líderes (governantes, políticos, educadores, produtores culturais, religiosos e a população em geral) neste processo de revolução cultural, Dom Walmor indica que agora cabe “compreender a crise antropológica e reagir com ardor para aperfeiçoar recursos, dar velocidade a projetos, priorizar as necessidades dos pobres”.

Fonte – ACI Digital - Etiquetas: Dom Walmor de OliveiraBelo Horizonterevolução cultural,BrasilPolíticacrise - http://www.acidigital.com/noticias/dom-walmor-brasil-passa-por-crise-antropologica-e-precisa-de-uma-revolucao-cultural-42663/

 

 

Compartilhar

Diocese chega a conclusão sobre caso de “hóstia que sangra” nos Estados Unidos

Imprimir PDF

Suposta "hóstia que sangra". Foto: Captura de vídeo.

SALT LAKE CITY, 18 Dez. 15 / 07:30 am (ACI).- A Diocese do Salt Lake City (Estados Unidos) publicou recentemente o resultado de sua investigação no caso de um suposto milagre eucarístico com uma “hóstia que sangra” em uma igreja local.

Segundo o relatório, a cor vermelha foi devido ao mofo de pão e não a um milagre.

A Diocese norte-americana mencionou o caráter milagroso de cada Missa e sublinhou a necessidade de que os católicos evitem especulações sobre supostos milagres.

Em um comunicado publicado pela Diocese no dia 16 de dezembro, Dom Francis Mannion – sacerdote encarregado do comitê ad hoc para a investigação do suposto milagre – explicou que “na história da Igreja, pela Divina Providência, aconteceram milagres. O único propósito de um milagre é obter um bem”.

Entretanto, assinalou que “falsas alegações de milagres, por outro lado, causam danos aos fiéis e danificam a credibilidade da Igreja”, e pediu aos leigos e sacerdotes “agirem com grande prudência” e evitar “tirar conclusões imediatas”.

“Os católicos devem usar este tempo para renovar sua fé e devoção no grande milagre da Real Presença que se dá em cada Eucaristia”, disse.

O incidente envolvendo uma hóstia consagrada ocorreu na igreja de São Francisco Xavier, em Kearns, um subúrbio do Salt Lake City, em 8 de novembro.

Nessa ocasião, durante a Santa Comunhão, um membro da paróquia devolveu ao celebrante uma hóstia consagrada que não tinha sido consumida porque a criança que a recebeu ainda não tinha feito sua primeira comunhão. A hóstia logo foi colocada pelo sacerdote em um recipiente com água para que se dissolvesse.

Depois de vários dias, a hóstia apresentou manchas vermelhas. Alguns paroquianos disseram que a hóstia parecia estar sangrando.

O administrador diocesano, Mons. Colin F. Bircumshaw, designou uma comissão ad hoc de “indivíduos de distintos campos para investigar o tema”.  O grupo inclui peritos em teologia católica, direito canônico, biologia molecular e sacerdotes.

Um cientista realizou cuidadosas provas na hóstia, feito de forma reverente, e concluiu que a mudança poderia ser explicada suficientemente por causas naturais, tais como o crescimento do mofo vermelho de pão. O comitê concluiu exatamente o mesmo de maneira unânime.

Dom Mannion disse que a comissão para investigar o caso foi renomeada, devido à “agitação causada pela antecipada e imprudente exposição e veneração da hóstia”.

A cobertura midiática que surgiu após esta exposição, indicou o sacerdote, produziu especulação “sobre o que causou a mudança na cor da hóstia”.

O presbítero explicou ainda que a Igreja “presume que a maioria das situações que parecem ser fenômenos extraordinários são, na verdade, o resultado de causas naturais”.

O comitê mencionou também a necessidade de que determinem protocolos adequados para os sacerdotes das dioceses nas quais aconteçam situações semelhantes a estas no futuro.

Etiquetas: Estados Unidos, Milagre, Eucaristia, Milagre Eucarístico, comunhão

 

 Fonte - ACI Digital - http://www.acidigital.com/noticias/diocese-chega-a-conclusao-sobre-caso-de-hostia-que-sangra-nos-estados-unidos-93587/

Compartilhar

VÍDEO: Ex-muçulmanos conversos ao protestantismo irrompem e profanam Missas no EUA

Imprimir PDF
http://www.youtube.com/watch/5QvBriRSess

 

LAS VEGAS, 11 Dez. 15 / 04:49pm (ACI).- Os católicos de Las Vegas (Estados Unidos) vivem dias difíceis logo que vários homens que se apresentaram como ex-muçulmanos conversos ao protestantismo irrompessem e profanassem diversas Missas nas últimas semanas.

Em ao menos três incidentes, o grupo “Koosha Las Vegas” ingressou nas igrejas no meio da celebração da Eucaristia gritando aos católicos como se vê no vídeo.

Pode-se ver, por exemplo, um dos homens usando uma camiseta com a inscrição “Trust Jesus” (Confie em Jesus) caminhando pela nave do templo e entregando panfletos enquanto diz aos paroquianos que por serem católicos “pecaram contra (Deus) e violaram suas leis”.

O homem com a câmara grita logo: “Arrependam-se e voltem para Jesus Cristo! O Papa é Satanás! A imagem de Maria é Satanás!”

“Deixem de adorar ídolos! Os ídolos não os salvarão! Vocês precisam de Jesus Cristo! Vocês precisam do Pai, do Filho e do Espírito Santo”, grita um dos homens.

O grupo também fez algo similar nos subúrbios de uma escola católica na semana passada gritando aos alunos que passavam: “Se virem o Catecismoda Igreja Católica e as Escrituras, entenderão por que Deus odeia este sistema religioso”.

Os ataques e a irrupções preocupam os católicos à luz do recente massacre em São Bernardino no estado de Califórnia no qual um casal de muçulmanos assassinou 14 pessoas e deixou feridas mais de 20.

A polícia local indicou ao canal KNTV que os incidentes não parecem estar conectados a uma ameaça terrorista e que não prendeu ninguém porque, tecnicamente, estes sujeitos não teriam cometido um crime.

Entretanto, Randy Sutton, um perito de segurança desse canal afiliado à rede ABC, disse que os homens poderiam ter violado uma lei estatal que classifica estas irrupções em eventos religiosos como uma agressão.

“Definitivamente esta conduta é incomum. Não é algo que aconteça todos os dias. Assim que o fato de que tenha ocorrido já é motivo suficiente para alarmar-se”, disse Sutton.A diocese de Las Vegas está trabalhando em conjunto com a polícia para informar o clero local sobre estes incidentes e tomar precauções. 

Etiquetas: protestantismomuçulmanosProfanaçãomissasEstados UnidosLas Vegas

Fonte – ACI Digital - http://www.comunidadesiao.com.br/administrator/index.php?option=com_content

Compartilhar

Nota de CBJP sobre impeachment não é pronunciamento oficial da CNBB

Imprimir PDF

 

BRASILIA, 04 Dez. 15 / 05:00 pm (ACI).- A Comissão Brasileira Justiça e Paz (CBJP), organismo subsidiário da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), emitiu uma nota na qual manifesta sua “imensa apreensão ante a atitude do Presidente da Câmara dos Deputados”, pela autorização de abertura do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT). A posição expressa pelo órgão, ao contrário do que foi divulgado pela mídia, não representa um posicionamento da Conferência Episcopal do país.

“Não há previsão de que a CNBB vá se pronunciar” sobre o processo de impeachment da presidente, conforme explicou a assessoria de imprensa da entidade.

A CBJP, mesmo sendo um organismo vinculado à CNBB, possui sua autonomia de decisão e funcionamento e é composta, em sua maioria por leigos. Ela se difere da Comissão Episcopal Pastoral para o Serviço da Caridade, da Justiça e da Paz, a qual é uma comissão da Conferência Episcopal, presidida e formada por Bispos.

Na nota divulgada na quinta-feira, 3, a CBJP é assinada pelo secretário executivo da entidade, Carlos Alves Moura. O texto afirma que a abertura do processo de impeachment é uma ação que “carece de subsídios que regulem a matéria, conduzindo a sociedade ao entendimento de que há no contexto motivação de ordem estritamente embasada no exercício da política voltada para interesses contrários ao bem comum”.

A nota ressalta que na atual situação vivida pelo país, com dificuldades econômicas, políticas e éticas, cada poder da República deve cumprir “preceitos republicanos”.

Segundo esta comissão “a ordem constitucional democrática brasileira construiu solidez suficiente para não se deixar abalar por aventuras políticas que dividem ainda mais o País”.

Para a CBPJ, a decisão do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ) indica que ele se apropriou “da prerrogativa legal de modo inadequado”.

“Indaga-se: que autoridade moral fundamenta uma decisão capaz de agravar a situação nacional com consequências imprevisíveis para a vida do povo? Além do mais, o impedimento de um Presidente da República ameaça ditames democráticos, conquistados a duras penas”, afirma o comunicado.

A nota é concluída expressando o desejo de que o futuro do país não seja prejudicado e diz que “é preciso caminhar no sentido da união nacional, sem quaisquer partidarismos, a fim de que possamos construir um desenvolvimento justo e sustentável”.

Confira a nota na íntegra, no link:https://www.facebook.com/cbjp.dacnbb/photos/a.436297323127375.1073741828.431616566928784/911952638895172/?type=3&theater

Etiquetas: impeachment, Comissão Brasileira Justiça e Paz, CNBB, CBJP, Brasil

Fonte – ACI Digital - Por Rafael Tavares - http://www.acidigital.com/noticias/nota-de-cbjp-sobre-impeachment-nao-e-pronunciamento-oficial-da-cnbb-32289/

 

 

Compartilhar

Nota de CBJP sobre impeachment não é pronunciamento oficial da CNBB

Imprimir PDF

 

BRASILIA, 04 Dez. 15 / 05:00 pm (ACI).- A Comissão Brasileira Justiça e Paz (CBJP), organismo subsidiário da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), emitiu uma nota na qual manifesta sua “imensa apreensão ante a atitude do Presidente da Câmara dos Deputados”, pela autorização de abertura do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT). A posição expressa pelo órgão, ao contrário do que foi divulgado pela mídia, não representa um posicionamento da Conferência Episcopal do país.

“Não há previsão de que a CNBB vá se pronunciar” sobre o processo de impeachment da presidente, conforme explicou a assessoria de imprensa da entidade.

A CBJP, mesmo sendo um organismo vinculado à CNBB, possui sua autonomia de decisão e funcionamento e é composta, em sua maioria por leigos. Ela se difere da Comissão Episcopal Pastoral para o Serviço da Caridade, da Justiça e da Paz, a qual é uma comissão da Conferência Episcopal, presidida e formada por Bispos.

Na nota divulgada na quinta-feira, 3, a CBJP é assinada pelo secretário executivo da entidade, Carlos Alves Moura. O texto afirma que a abertura do processo de impeachment é uma ação que “carece de subsídios que regulem a matéria, conduzindo a sociedade ao entendimento de que há no contexto motivação de ordem estritamente embasada no exercício da política voltada para interesses contrários ao bem comum”.

A nota ressalta que na atual situação vivida pelo país, com dificuldades econômicas, políticas e éticas, cada poder da República deve cumprir “preceitos republicanos”.

Segundo esta comissão “a ordem constitucional democrática brasileira construiu solidez suficiente para não se deixar abalar por aventuras políticas que dividem ainda mais o País”.

Para a CBPJ, a decisão do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ) indica que ele se apropriou “da prerrogativa legal de modo inadequado”.

“Indaga-se: que autoridade moral fundamenta uma decisão capaz de agravar a situação nacional com consequências imprevisíveis para a vida do povo? Além do mais, o impedimento de um Presidente da República ameaça ditames democráticos, conquistados a duras penas”, afirma o comunicado.

A nota é concluída expressando o desejo de que o futuro do país não seja prejudicado e diz que “é preciso caminhar no sentido da união nacional, sem quaisquer partidarismos, a fim de que possamos construir um desenvolvimento justo e sustentável”.

Confira a nota na íntegra, no link:https://www.facebook.com/cbjp.dacnbb/photos/a.436297323127375.1073741828.431616566928784/911952638895172/?type=3&theater

Etiquetas: impeachment, Comissão Brasileira Justiça e Paz, CNBB, CBJP, Brasil

Fonte – ACI Digital - Por Rafael Tavares - http://www.acidigital.com/noticias/nota-de-cbjp-sobre-impeachment-nao-e-pronunciamento-oficial-da-cnbb-32289/

 

 

Compartilhar

Ataque que deixou gravemente ferido missionário em Bangladesh poderia ser por ódio religioso

Imprimir PDF

 

Foto: Twitter @chiesadimilano

 

Roma, 20 Nov. 15 / 09:00 am (ACI/EWTN Noticias).- Um grupo de homens desconhecidos feriram gravemente um sacerdote católico missionário no norte de Bangladesh (Ásia) em um novo ataque supostamente realizado por extremistas do Estado Islâmico.

A polícia local informou que Pe. Piero Parolari, sacerdote italiano de 56 anos, membro do Pontifício Instituto de Missões Exteriores (PIME), se dirigia a cidade de Dinajpur quando foi atacado.

Segundo informa a agência vaticana Fides, Pe. Carlo Dotti, também do PIME, divulgou que o Pe. Parolari foi atacado “sem motivo, pelas costas e de improviso”. “Foi atingido ontem de manhã, enquanto ia de bicicleta ao hospital público, onde prestava serviço aos doentes. Tem duas feridas na nuca”.

“Agora, está no hospital, está consciente, mas o nariz sangra. Nessas horas, será transferido com um helicóptero para um hospital militar de Daca, onde receberá um tratamento adequado”, relatou o sacerdote.

Pe. Dotti acrescentou: “Estamos preocupados, mas esperamos que (o Pe. Parolari) possa se recuperar. A tensão social no país é alta e grupos armados provocam uma violência contínua”.

A agência Fides assinala que “segundo as suspeitas das pessoas e da polícia local, os autores do ataque poderiam pertencer a grupos radicais islâmicos”.

Pe. Dotti, que trabalha em Bangladesh há 41 anos, observa: “Ouvem-se também aqui as sirenes do Estado Islâmico. Alguns bengaleses se alistaram na Síria, embora o governo puna o recrutamento de jihadistas”.

Entretanto, prossegue, “esses ataques dão visibilidade, como aconteceu com o recente assassinato do colaborador italiano Cesare Tavella e de um japonês. A polícia agora pediu a todos nós, missionários, para não circular sozinhos, mas somente escoltados”

O Bispo de Dinajpur, Dom Sebastian Tudu, disse a Fides: “Toda a comunidade está chocada. Condenamos toda forma de violência. Hoje, os objetivos principais dos grupos terroristas são os estrangeiros e, entre eles, os missionários”

Em seguida, o Prelado expressou: “Estamos muito preocupados. A situação social e política no país degenerou. As minorias estão sob pressão. Todos os fiéis agora estão em oração. Esperamos que Pe. Piero se recupere. Estamos próximos a ele”.

Bangladesh é uma das missões mais antigas do Pontifício Instituto das Missões Exteriores, que chegou ao subcontinente indiano em 1855. Hoje, o PIME tem 29 missionários no país, presentes em três Dioceses: Daca, Dinajpur e Rajshashi. Os missionários estão engajados em nível pastoral nas paróquias e em obras educativas e sociais como escolas, dispensários e hospitais.

Fonte – ACI Digital - Etiquetas: ISISEstado IslâmicoCristãos perseguidosBangladeshataques contra sacerdotesÁsia - http://www.acidigital.com/noticias/ataque-que-deixou-gravemente-ferido-missionario-em-bangladesh-poderia-ser-por-odio-religioso-16884/

 

 

Compartilhar

Sobrevivente do ataque a Paris: Com uma arma na cabeça me perguntaram se acreditava em Deus

Imprimir PDF

PARIS, 17 Nov . 15 / 08:54 am (ACI).- David Fritz é um dos sobreviventes do massacre produzido pelo Estado Islâmico em Paris (França). Encontrava-se dentro do teatro Bataclan quando os terroristas desataram a violência, e esteve perto de ser executado. Um terrorista colocou uma arma na sua cabeça e não hesitou em perguntar se ele acreditava ou não em Deus.

A noite de 13 de novembro, sete terroristas atacaram distintos pontos da capital francesa com disparos e bombas suicidas. O ataque, reivindicado pelo Estado Islâmico, acabou com as vidas de 139 pessoas deixando outras várias feridas.

David, de 24 anos, é de nacionalidade chilena mas vive na França há muito tempo. Assim como os mais de mil e quinhentos jovens e adultos presentes no teatro Bataclan naquela noite, ele foi ver a banda de rock americano Eagles of Death Metal.

Os terroristas ingressaram no edifício disparando, e mantiveram alguns dos presentes como reféns durante um certo tempo.

Em declarações ao site Web Emol, a Sra. Ximena Goettinger, mãe de David, assinalou que seu filho “esteve em um lugar onde estavam dois terroristas e oito reféns”.

“Puseram uma metralhadora (AK-47) na cabeça e perguntaram se ele acreditava em Deus e meu filho disse que sim. Perguntaram-lhe se era francês e ele disse que era chileno”, assinalou.

David assegurou ao noticiário chileno 24 horas que os terroristas “só não me mataram porque não tiveram tempo”.

“Vi gente no chão e vi que havia gente morta", recordou, e reiterou que “eles não pensavam me deixar vivo, não tiveram tempo de me matar porque a polícia chegou”.

 

Fonte – ACI Digital - Etiquetas: atentadosparisDeusEstado IslâmicoterroristasBataclan,sobrevivente - http://www.acidigital.com/noticias/sobrevivente-do-ataque-a-paris-com-uma-arma-na-cabeca-me-perguntaram-se-acreditava-em-deus-30496/

Compartilhar
Back to top

Copyright © Comunidade Sião 2019

Template by Joomla Templates & Szablony Joomla.