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Sobrevivente do ataque a Paris: Com uma arma na cabeça me perguntaram se acreditava em Deus

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PARIS, 17 Nov . 15 / 08:54 am (ACI).- David Fritz é um dos sobreviventes do massacre produzido pelo Estado Islâmico em Paris (França). Encontrava-se dentro do teatro Bataclan quando os terroristas desataram a violência, e esteve perto de ser executado. Um terrorista colocou uma arma na sua cabeça e não hesitou em perguntar se ele acreditava ou não em Deus.

A noite de 13 de novembro, sete terroristas atacaram distintos pontos da capital francesa com disparos e bombas suicidas. O ataque, reivindicado pelo Estado Islâmico, acabou com as vidas de 139 pessoas deixando outras várias feridas.

David, de 24 anos, é de nacionalidade chilena mas vive na França há muito tempo. Assim como os mais de mil e quinhentos jovens e adultos presentes no teatro Bataclan naquela noite, ele foi ver a banda de rock americano Eagles of Death Metal.

Os terroristas ingressaram no edifício disparando, e mantiveram alguns dos presentes como reféns durante um certo tempo.

Em declarações ao site Web Emol, a Sra. Ximena Goettinger, mãe de David, assinalou que seu filho “esteve em um lugar onde estavam dois terroristas e oito reféns”.

“Puseram uma metralhadora (AK-47) na cabeça e perguntaram se ele acreditava em Deus e meu filho disse que sim. Perguntaram-lhe se era francês e ele disse que era chileno”, assinalou.

David assegurou ao noticiário chileno 24 horas que os terroristas “só não me mataram porque não tiveram tempo”.

“Vi gente no chão e vi que havia gente morta", recordou, e reiterou que “eles não pensavam me deixar vivo, não tiveram tempo de me matar porque a polícia chegou”.

 

Fonte – ACI Digital - Etiquetas: atentadosparisDeusEstado IslâmicoterroristasBataclan,sobrevivente - http://www.acidigital.com/noticias/sobrevivente-do-ataque-a-paris-com-uma-arma-na-cabeca-me-perguntaram-se-acreditava-em-deus-30496/

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Morumbi volta a ser palco de encontro católico em São Paulo e espera 60 mil fiéis

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Canção Nova Abraça São Paulo - Divulgação

SÃO PAULO, 24 Out. 15 / 02:00 pm (ACI).- Palco de grandes encontros carismáticos (Cenáculos) nas décadas de 80 e 90, o estádio do Morumbi, em São Paulo (SP), acolherá novamente um evento como este no próximo domingo, 25. Será o “Canção Nova Abraça São Paulo”, que tem a expectativa de reunir 60 mil fiéis.

Uma parceria entre a Comunidade Canção Nova e a Arquidiocese de São Paulo, o encontro terá como tema “Agindo Deus, quem impedirá?” (Is 43,13). O lema do encontro é inspirado em Ezequiel 37, 6b, “Porei em vós o Meu Espírito para que revivais”. O evento será realizado das 7h30 às 18h. Os portões estarão abertos para receber os participantes e suas caravanas a partir das 6h.

Para o coordenador da missão Canção Nova local, padre Adriano Zandoná, este “será um dia especial para os cristãos da capital e de outras partes do Brasil, que estarão conosco para esse ‘abraço’, uma grande experiência de fé na maior cidade da América do Sul”.

Em entrevista à nossa agência, Pe. Zandoná conta também que "o projeto “Canção Nova Abraça São Paulo” surgiu da necessidade de levar o “abraço de Deus” às pessoas de São Paulo e, a partir daqui, para todo o Brasil. E é o que de fato tem acontecido. Pessoas de vários lugares do Brasil tem vindo participar. Estamos numa cidade grande, com realidades complicadas (trânsito, violência, moradores de rua). Com o evento buscamos levar este aconchego, este carinho, este “abraço de Deus” a tantos que Dele necessitam. E também tem um cunho social, pois a entrada é um quilo de alimento não perecível, que nós recolhemos e doamos para instituições que trabalham com famílias carentes, com jovens que se recuperam da dependência química.

"O tema “Agindo Deus, quem impedirá?” é uma inspiração que tem norteado todas as atividades da missão Canção Nova São Paulo em 2015. Em todos os eventos nós temos falado um pouco disso. E nós testemunhamos que Deus age nestes eventos. Fazemos com ousadia, com coragem, muitas vezes sem ter os recursos necessários. Mas Deus vai abrindo as portas e a gente vai entrando. Tenho comigo aquela frase que diz: “a fé é assim, primeiro você coloca o pé, depois Deus coloca o chão”. Então é isso que a gente vive a partir deste lema: a gente coloca o pé e “Agindo Deus, quem impedirá?”, Ele coloca o chão e ninguém pode impedir", disse o sacerdote.

"Como organizador do evento, confesso que Deus foi conduzindo tudo, e fez dar certo o Morumbi. Faremos memória dos Cenáculos, será um renovar da fé aqui na cidade de São Paulo e daqui para o Brasil", conclui Pe. Adriano.

Entre os destaques da programação estão a pregação do fundador da Comunidade Canção Nova, Monsenhor Jonas Abib, às 10h50, e para o momento de Adoração ao Santíssimo Sacramento, às 12h, com o Padre Marcelo Rossi. Outra participação esperada pelos fiéis é a do Padre Reginaldo Manzotti, de Curitiba (PR), que fará uma pregação às 14h20.

Também são presenças confirmadas a presidente do Conselho Nacional da Renovação Carismática Católica, Kátia Roldi, Padre Sérgio Roberto Farias, da capital paulista, a cantora Ziza Fernandes e os missionários da Comunidade Canção Nova Padre Adriano Zandoná, Eliana Ribeiro, Salette Ferreira, Orlando Júnior e Diácono Nelsinho Corrêa.

A Missa de encerramento será às 16h. O ingresso do “Canção Nova Abraça São Paulo” será levar 1 Kg de alimento não perecível ao estádio. Os mantimentos arrecadados serão doados a obras sociais.

Etiquetas: Renovação Carismática, Comunidade Canção Nova, Canção Nova Abraça São Paulo

 

 

Fonte – ACI Digital - http://www.acidigital.com/noticias/morumbi-volta-a-ser-palco-de-encontro-catolico-em-sao-paulo-e-espera-60-mil-fieis-70005/

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Jovens do Quênia começam a preparar presentes para a chegada do Santo Padre

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Roma, 24 Out. 15 / 11:00 am (ACI).- Às vésperas da viagem do Papa Francisco ao Quênia, a ser realizada entre os dias 25 e 27 de novembro, os jovens quenianos decidiram dar um presente muito especial ao Pontífice: rezar um terço diário oferecendo pelas suas intenções e pela paz mundial.

Esta oração começou no dia 15 de outubro e será rezada até 15 de novembro. Foi organizada pela Juventude Católica do Quênia junto com a Conferência Episcopal do Quênia (CEK) e a Comissão de Pastoral e Apostolado Leigo.

Padre Charles Odira, Coordenador Nacional da Comissão de Pastoral e Apostolado Leigo, indicou por meio de uma nota à imprensa na CEK que “todos os terços rezados pelos jovens do país serão contabilizados e será entregue uma placa comemorativa deste presente ao Papa Francisco, durante seu encontro com os jovens no Estádio Kasarani de Nairobi”.

Em seguida, o presbítero explicou que para calcular o total de terços rezados, primeiro contarão cada paróquia, logo em nível diocesano e finalmente em nível nacional.

“Normalmente as pessoas oferecem vários presentes aos sacerdotes a fim de apoiá-los em seus diversos ministérios; os presentes podem ser em forma monetária ou diversos artigos. O Papa Francisco tem muitas intenções e pessoas do mundo inteiro pedem suas orações. A Juventude queniana deseja dar-lhe de presente a oração diária do terço por todas suas intenções durante um mês”, explicou Pe. Odira.

Outros preparativos realizados pelos jovens

O sacerdote comentou que na Arquidiocese de Mombasa, onde ocorreram vários conflitos inter-religiosos, os jovens organizaram uma campanha pela paz inter-religiosa sob o lema: “Juntos podemos trabalhar pela paz”. Nesta atividade, os representantes de diversas religiões viajarão juntos em um ônibus até Nairobi para ver o Papa e levarão cartazes relacionados ao lema.

Do mesmo modo, comentou que um grupo de jovens representantes de cada Diocese entregarão ao Papa Francisco umas sementes de árvores para que ele as abençoe. Depois serão plantadas em suas Dioceses como resposta à encíclica Laudato Si.

“Isto será em reconhecimento ao apelo do Santo Padre a que cuidemos da nossa casa comum. O plantio das árvores na Diocese marcará o compromisso que os jovens têm de cuidar do meio ambiente e será em comemoração pelo seu encontro com o Santo Padre”, informou o presbítero.

Pe. Odira indicou que os jovens querem realizar esta cerimônia de plantar árvores a cada ano.

Confira também:

Divulgado programa oficial da viagem do Papa Francisco à África em novembro

http://www.acidigital.com/noticias/divulgado-programa-oficial-da-viagem-do-papa-francisco-a-africa-em-novembro-35874/

Etiquetas: Viagem do Papa Francisco à Àfrica, Quênia, Igreja na África, Papa Francisco, viagem do Papa

 

 

Fonte – Por Maria Ximena Rondón - ACI Digital - http://www.acidigital.com/noticias/jovens-do-quenia-comecam-a-preparar-presentes-para-a-chegada-do-santo-padre-79514/

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Patriarca de Veneza: "Diante dos imigrantes, não podemos fechar o coração"

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"A hospitalidade é um imperativo" e o fenômeno "não pede apenas uma análise política"

Reproduzimos abaixo a mensagem do patriarca de Veneza, cardeal Francesco Moraglia, sobre a emergência dos migrantes e refugiados.

Realmente não podemos fechar o coração. Não é possível ignorar e esquecer a magnitude e o alcance da tragédia humana que se repete diariamente na Itália e na Europa inteira: acolher é imperativo. As notícias dramáticas das muitas mortes durante as travessias pelo mar ou dentro de caminhões, e quem sabe quantas outras que permanecem desconhecidas por nós, apresentam o desespero de tantas pessoas e de tantos povos. E nos fazem entender que estes acontecimentos não são a emergência de um "momento", mas uma tendência que deverá acompanhar-nos durante anos.

Volto a pedir uma intervenção da "alta política", equilibrada e sensata, que não deveria jamais faltar em nenhum nível (local, nacional e internacional), olhando para além do interesse contingente do momento e dos resultados eleitorais. Urge um novo instrumento jurídico para responder às dimensões históricas do fenômeno migratório. A memória histórica das antigas responsabilidades coloniais e pós-coloniais deve tornar-nos ainda mais partícipes deste presente conturbado e do futuro incerto de tantos irmãos nossos.

Não é possível ficar apenas na análise política. A nossa diocese atualmente auxilia diversos grupos de pessoas em centros de acolhida humana, comprometidos com a qualidade dos serviços e com a possível inclusão social, evitando tanto quanto possível a criação de tensões e "guetos".

Eu gostaria de me dirigir especialmente aos nossos párocos e comunidades, pedindo especial, concreta e inteligente sensibilidade e generosidade, fazendo referência às organizações de caridade e de voluntariado, nossas ou de outros.

Por uma acolhida que também integre, não é de subestimar o apoio de que podemos dar aos refugiados e migrantes nas consultas e pedidos de documentos, oferecendo-lhes cursos de língua italiana e serviços em favor da comunidade local. Incentivar os gestos mais simples de boas-vindas e de proximidade autêntica é o modo mais simples e eficaz de banir medos, afastar sentimentos de hostilidade e superar conflitos e tensões.

Agradeço àqueles que já se comprometem nas várias estruturas e serviços existentes e também incentivo outras pessoas a aderirem a esta ação. É um passo concreto para gerar a cultura da solidariedade e da integração, indo ao encontro de homens, mulheres e crianças desesperados.

Peço aos componentes da nossa Igreja para compreenderem o momento presente, que nos desafia e exige sabedoria e dedicação, no espírito cristão de gratuidade e no serviço que não só ajuda, mas nos regenera como comunidade que reconhece no irmão sofredor a presença de Cristo.

+ Francesco, patriarca

(04 de Setembro de 2015) © Innovative Media Inc.

 

Fonte – Zenit - http://www.zenit.org/pt/articles/patriarca-de-veneza-diante-dos-imigrantes-nao-podemos-fechar-o-coracao

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O Papa pede à Venezuela e à Colômbia que superem as dificuldades com solidariedade

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Após a tradicional oração do Angelus, Francisco recordou a dolorosa situação que foi criada na fronteira entre ambos países

Roma, 06 de Setembro de 2015 (ZENIT.org) Staff Reporter | 306 visitas

O Papa Francisco referiu-se neste domingo à “dolorosa situação que se criou na fronteira” da Venezuela e Colômbia, fechada desde o último dia 19 de agosto, para garantir a ambos países que “com espírito de solidariedade e fraternidade, é possível susperar as atuais dificuldades”. Nestes termos expressou-se o Santo Padre depois da tradicional oração do Angelus.

"Nestes dias, os bispos da Venezuela e Colômbia reuniram-se para examinar juntos a dolorosa situação que foi criada na fronteira entre ambos países”, disse em espanhol o Pontífice. “Vejo neste encontro um claro sinal de esperança”, acrescentou.

Neste sentido, o bispo de Roma convidou "a todos, especialmente aos amados povos venezuelano e colombiano, a rezar, para que, com um espírito de solidariedade e fraternidade possam superar as dificuldades atuais".

No último 19 de agosto, o presidente da Venezuela, Nicolas Maduro, ordenou o fechamento da fronteira com a Colômbia. Desde então, pelo menos 1.355 colombianos foram deportados e outros 15 mil cidadãos voltaram voluntariamente para o seu país, procedentes da Venezuela.

 

Fonte – Zenit - http://www.zenit.org/pt/articles/o-papa-pede-a-venezuela-e-a-colombia-que-superem-as-dificuldades-com-solidariedade

 

 

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Um mural gigante do papa Francisco chama a atenção no centro de Nova Iorque

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Feito para a visita do papa aos Estados Unidos, o painel "saudará" as pessoas durante seis semanas

 

 

Por ocasião da visita que o papa Francisco fará neste mês a Nova Iorque, a diocese do Brooklyn encomendou uma grande imagem do pontífice para ser colocada em uma das áreas mais movimentadas de Manhattan, na esquina da Oitava Avenida com a Rua 34, a poucos passos da Penn Station e da Madison Square.

O papa celebrará a missa no Madison Square Garden em 25 de setembro, durante a sua visita de um dia a Nova Iorque. Antes, ele terá passado três dias em Washington D.C. e, depois, mais dois na Filadélfia.

O mural mostra o papa sorrindo e acenando para a multidão. “É muito emocionante fazer parte deste projeto. Estou muito honrado”, disse David Osborne, um dos quatro artistas realizadores da obra.

“Pouca gente vai conseguir os bilhetes para ver o papa no Madison Square Garden ou na Catedral de São Patrício, e por isso queríamos envolver as pessoas do jeito possível”, comentou monsenhor Kieran Harrington, responsável pelas comunicações da diocese do Brooklyn.

Van Hecht-Nielsen, líder do grupo de artistas e católico convertido, afirmou que a obra é “uma grande bênção”. O rosto do papa, segundo ele, foi a parte mais desafiadora do trabalho, por causa do nível de detalhes. “É rara a oportunidade de pintarmos algo que tenha significado para as outras pessoas”, acrescentou.

Craig Tubiolo, que gerencia a programação da diocese e coordenou o projeto, brincou dizendo esperar que o papa “tire uma selfie” diante da imagem.

O mural permanecerá em Manhattan durante seis semanas, até o dia 5 de outubro.

Fonte – Aleteia – por Roberta Sciamplicotti - http://pt.aleteia.org/2015/09/05/um-mural-gigante-do-papa-francisco-chama-a-atencao-no-centro-de-nova-iorque/

 

 

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Francisco apela para que casas religiosas acolham os migrantes

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Milhares de refugiados das guerras e da fome chegam diariamente à Europa. Duas paróquias do Vaticanos acolherão famílias de refugiados - AP

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Cidade do Vaticano (RV) – Após recitar a oração do Angelus, o Papa Francisco voltou seu pensamento ao drama dos refugiados que fogem das guerras e da fome “e estão a caminho de uma esperança de vida”, lançando um veemente apelo às paróquias, comunidades religiosas, mosteiros e santuários para que os acolham.

Francisco inicialmente lembrou que “a misericórdia de Deus é reconhecida pelas obras”, como bem testemunhou “a  vida da Beata Madre Teresa de Calcutá”, cujo aniversário de morte foi celebrado no sábado (06). O Evangelho – disse o Santo Padre – nos chama a sermos próximos dos “mais pequenos” e dos abandonados, a quem se deve dar “uma esperança concreta”. “Não basta somente dizer “Coragem, paciência!” – advertiu -, mas “a esperança é combativa, com a tenacidade de quem vai em direção à uma meta segura. Então, lançou um forte apelo:

“Portanto, na proximidade do Jubileu da Misericórdia, dirijo um apelo às paróquias, às comunidades religiosas, aos mosteiros e aos Santuários de toda a Europa para expressarem a concretude do Evangelho e acolher uma família de refugiados. Um gesto concreto em preparação ao Ano Santo. Cada paróquia, cada comunidade religiosa, cada mosteiro, cada santuário na Europa hospede uma família, começando pela minha diocese de Roma”.

O Papa dirigiu-se então aos “irmãos Bispos da Europa, verdadeiros pastores”, para que acolham e apoiem em suas dioceses seu apelo, recordando que “a Misericórdia é o segundo nome do amor”.

As duas paróquias do Vaticano acolherão duas famílias de refugiados, anunciou o Pontífice. 

ÁUDIO - http://media02.radiovaticana.va/audio/audio2/mp3/00492955.mp3

 

Fonte - Rádio Vaticano - http://br.radiovaticana.va/news/2015/09/06/papa_apela_para_que_casas_religiosas_acolham_os_migrantes/1169949

 

 

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