A ideologia do gênero e sua deformação: Episcopalianos escoceses agora invocam Deus como “homem e mulher” ao mesmo tempo.

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O jornal Daily Telegraph informou que os episcopalianos escoceses introduziram uma série de mudanças em seus textos litúrgicos para eliminar as referências masculinas de Deus e invocá-lo agora simultaneamente como homem e mulher para não ofender as suas sacerdotisas.

A iniciativa suscitou profundo mal-estar entre ministros e adeptos episcopalianos que formam parte da comunhão anglicana.

A nova forma de culto elimina palavras como Senhor, Ele e mankind (humanidade em inglês) que sugerem que Deus é de sexo masculino, em uma tentativa –afirmam os líderes episcopalianos-  de introduzir uma linguagem mais inclusiva.

Entretanto, para alguns grupos episcopalianos estas mudanças “cheiram a correção política” e não são consistentes com os ensinamentos da Bíblia.

As mudanças foram aprovadas pelo Comitê de Liturgia desta Igreja após consultar a Junta de Fé e Constituição do Sínodo Geral e o Colégio dos Bisposepiscopalianos.

Stuart Hall, professor honorário da Universidade de St. Andrews e ministro episcopaliano, considerou as mudanças como “absolutamente desnecessárias” porque “a palavra homem em inglês – especialmente entre os cientistas – inclui ambos os sexos”.

“Aqueles que buscam reduzir ao mínimo as referências a Deus como Pai e a Cristo como seu Filho têm grandes dificuldades, porque o Novo Testamento está repleto destas referências”, indicou.

Segundo o jornal, os líderes episcopalianos não aplicaram as mesmas mudanças às citações da Bíblia devido à reticência de interferir com a palavra de Deus. Entretanto, alguns ministros já mudaram a bênção ao final dos serviços episcopalianos de “Pai, Filho e Espírito Santo” a “Criador, Redentor e Santificador”, palavras que no idioma inglês valem para os dois sexos.

O ministro Darren McFarland, que liderou o trabalho de mudanças, admitiu que a opinião está dividida. “Não dizemos que Deus não seja do sexo masculino. Deus é ao mesmo tempo do sexo feminino”, assinalou.

Os novos textos litúrgicos não são obrigatórios e poderão ser utilizados dependendo das preferências de cada ministro.

 

fonte: carmadélio

 

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