O humor seletivo dos “bonzinhos”: Dois pesos e duas medidas!

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balanca justica desequilibrada

A coluna do filósofo Luiz Felipe Pondé na Folha hoje (dia 20) está excelente, para não variar, e toca em um ponto fundamental da hipocrisia de nossa esquerda caviar: o humor seletivo que toleram. São sempre adeptos do velho duplo padrão moral, utilizam dois pesos e duas medidas.

Fazer humor com Maomé é “ofensivo” para os islâmicos, então é o chargista dinamarquês que acaba condenado pela sanha dos “bonzinhos” – aqueles ícones do politicamente correto. Já mexer com Jesus não tem problema algum, pois é lugar-comum e não exige nem mesmo um pingo de coragem – há a certeza de impunidade. Pondé diz:

[...] por que alguns acham politicamente incorreto fazer piadas com negros, índios, gays e nordestinos (e julgam justificados processos legais contra quem faz tal tipo de piada), mas julgam correto fazer piada com os ícones do cristianismo?

Claro, quem pratica esse tipo de critério, com dois pesos e duas medidas, é gente boazinha e com opiniões corretas. Defendem a própria liberdade, mas negam imediatamente a liberdade de quem os aborrece. O nome disso é incoerência. A democracia só vale para quem nos irrita, mas os bonzinhos não pensam assim.

Não me surpreende a incoerência dos bonzinhos, porque o que faz alguém ser bonzinho hoje é a falta de caráter. Ser do “partido dos bonzinhos” hoje dá dinheiro, ganha editais, cargos no governo, fotos em colunas sociais, convites e prêmios culturais. Identificar um bonzinho hoje em dia como resistente ao poder é uma piada e tanto! Eles estão no poder até no RH das empresas e na magistratura.

Atacar com o humor as religiões islâmicas, africanas, indígenas ou budistas é indelicado, ofende as “almas sensíveis”. Atacar os cristãos é aceitável. Pondé dá uma lista dos temas proibidos: “jornadas de junho”; moçadinha que quer salvar o Ártico; gente que vive falando mal da polícia, mas treme de medo e chama a polícia logo que sente sua propriedade privada em risco; o movimento estudantil; intelectual que glamoriza os “rolezinhos”; as feministas; ateus militantes; o exército da salvação PSOL e PSTU; quem diz que bandidos são vítimas sociais.

Com esses grupos ninguém tem coragem de fazer humor. O time das “minorias oprimidas” não deve ser alvo de piadas. Já o homem, branco, ocidental, heterossexual e cristão, esse é o câncer da humanidade e podem ridicularizá-los à vontade com piadas, de preferência bem pesadas!

PS: Justiça seja feita, já vi um vídeo ironizando as mulheres com burca, e um vídeo satirizando uma típica esquerdista caviar que descrevia o bandido como uma “vítima social”, da turma da Porta dos Fundos.

Fonte: Rodrigo Constantino

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